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10 crianças assassinas - Parte 2

Parte dois dessa lista de pequenos delinquentes que escalpelam o pinto dos amigos, matam porque odeiam segundas-feiras e esquartejam porque estão entediados no shopping. Divirta-se.

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6) Graham Young

Graham nasceu na Inglaterra e sua mãe morreu uns meses depois de ele ter nascido. O pai dele o mandou pra viver com seus tios, enquanto sua irmã foi viver com um avô. Uns anos depois o pai se casou e pegou ele de volta. Ele era fascinado por venenos e seus efeitos, tanto que começou a testar venenos na família, quando tinha 14 anos. Levou um ano pra sua madrasta morrer por causa dos venenos. Nessa época ele também envenenava o pai, a irmã e um "amigo" da escola. 

O tio do Graham, que sabia do seu fascínio "por química" começou a suspeitar, já que de vez em quando sentia as náuseas e sintomas que a família de Graham sentia, quando comia lá. Por se considerar paranóico, ele foi a um psiquiatra que recomendou a ele que entrasse em contato com a polícia. Na investigação, o menino que tinha 15 anos confessou os crimes.

Ele saiu 9 anos depois da prisão e envenenou mais 70 pessoas. Nenhuma delas morreu.



7 e 8) Jon Venables e Robert Thompson

Os amigos tinham 11 anos quando estavam em um shopping e decidiram sequestrar um menino. James Bulger, de 2 anos, foi estuprado, torturado e esquartejado pelos dois amigos. O corpo mutilado do menino foi achado a 4 quilômetros dali. 7 meses depois eles foram julgados, fazendo deles as crianças mais jovens a serem culpadas de assassinato na Inglaterra moderna.

Eles foram condenados a ficar na cadeia até atingirem os 18 anos, e depois em prisão domiciliar pelo resto da vida. Jon voltou pra prisão depois que quebrou os termos da prisão domiciliar.

9) Mary Bell

Mary Flora Bell  foi a mais jovem homicida da história. Foi condenada em dezembro de 1968 pelo homicídio de dois meninos, Martin Brown (com quatro anos) e Brian Howe (com três). Mary tinha dez anos quando matou Martin, e 11, quando ela matou Brian. Filha de mãe solteira, prostituta e mentalmente perturbada, foi sexualmente abusada entre os quatro e oito anos de idade.
Mary era filha de Betty McCrickett e Billy Bell, embora não se possa afirmar ao certo sua paternidade. Durante a infância, sua mãe teria tentado assassiná-la pelo menos uma vez. Mary, apelidada May desde cedo, era a filha mais velha de Betty, nascida quando esta contava com dezesseis anos. Billy Bell e Betty foram casados, e acredita-se que Mary tivesse um bom relacionamento com seu pai - fosse biológico ou não. No entanto, Bell seria preso por assalto armado.
Ela foi condenada por asfixiar Martin Brown de três anos de idade em 25 de maio de 1968 e jogá-lo do segundo andar de uma casa abandonada um dia antes de seu 11º aniversário. Matou ajudada pela amiga Norma Bell, que não era sua parenta.
Dois meses depois matou Brian Howe de quatro anos de idade em um local perto de uma linha de trem onde outras crianças costumavam brincar em meio a carros abandonados. A menina, após estrangular, perfurar as coxas e escalpelar as genitais do menino, perfurou a letra "M" em sua barriga.
Ela também foi acusada de tentar estrangular quatro outras meninas. Foi responsável pela vandalização da enfermaria escolar e de escrever ameaças nas paredes. Foi considerada culpada de homicídio involuntário. Em seu diagnóstico, psiquiatras descreveram sintomas clássicos da psicopatia.
Mary Bell foi liberada da custódia em 1980, aos 23 anos, e foi concedido anonimato para começar uma nova vida com sua filha, que nasceu em 1984, e o marido. Vinte e sete anos depois de sua condenação, em 2007 e após a morte de sua mãe, ela aceitou falar à jornalista Gitta Sereny sobre sua infância. O resultado é uma biografia chamada Gritos no Vazio.

10) Brenda Anne Spencer

No dia 29 de Janeiro de 1979, Brenda Ann Spencer, 16 anos, matou o Diretor e um segurança da sua escola, a Cleveland Elementary School, em San Diego, California, ferindo ainda alguns dos seus colegas alunos. Os crimes foram cometidos de dentro da sua casa, que ficava na frente da escola, com uma espingarda que ganhou de presente de Natal. Brenda disse ter sido 'muito divertido', como 'atirar aos patos num lago' e que os seus colegas pareciam 'manadas de vacas' que ali se encontravam paradas, portanto, 'alvos muito fáceis'.
Quando perguntada do porquê, Brenda respondeu 'Eu não gosto de segundas-feiras. Estraga o meu dia". Brenda Ann Spencer foi condenada numa pena de prisão de 25 anos a perpétua. Já foi a 4 audiências para tentar a liberdade condicional - a última delas no último 13 de Agosto - Mas não conseguiu até hoje.

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