Arquivo do blog

Tecnologia do Blogger.

Os 10 métodos de execução mais bizarros da história

Uma coisa que os governos adoravam se preocupar era criar jeitos criativos de matar criminosos e desafetos. Muitos métodos de morte foram criados, e aqui temos os 10 mais bizarros.

1) Garrote:


Seu uso já foi muito comum, mas hoje em dia nenhum país mais usa (embora a Legião Francesa seja treinada pra saber usar esse bagulho). O garrote é um dispositivo que estrangula a pessoa. Também pode ser usado pra quebrar o pescoço do cara. Ele foi usado na Espanha até 1978, quando a lei da pena de morte foi abolida. Normalmente consiste em um banquinho com um negócio de metal que você vai girando e ele vai apertando. Algumas versões do garrote tinham uma viga de metal que quebrava a coluna da pessoa. Antes de morrer, o cara passa por dor extrema e convulsões. Existe também uma versão com espinhos chamada garrote catalão. A última pessoa a ser executada com o garrote foi José Luis Cerveto, em 1977. Andorra foi o último pais do mundo a deixar de usar o garrote, em 1990. Mesmo assim, o garrote é comum na Índia, segundo o expert forense indiano Parikh, só que extraoficialmente, digamos.

2) Escafismo, ou "Suplício dos botes"


Era um método de execução da Pérsia. A pessoa pelada era presa a dois botes com a barriga pra cima, de forma que só os membros e a cabeça ficassem pra fora d'água. O condenado era obrigado a ingerir tal quantidade de mel e leite que um pouco depois uma severa diarreia começaria. Além disso, passavam mel no corpo inteiro do cara pra atrair insetos, que iriam zoar as feridas dele (óbvio que alguém que passa por essa tortura apanhou bastante antes). Então o cara é deixado lá flutuando. Com a bosta saindo do cu e o mel no corpo, mais e mais insetos vão chegando, deixando algumas partes do corpo em carne viva e depois gangrenando. A alimentação à base de leite e mel continua, pra que a diarreia continue e o cara não tenha a sorte de morrer de fome. Alguns dias de tortura bastavam pro condenado começar a delirar, e depois morrer. Era uma morte extremamente dolorosa, torturante e humilhante.

3) Esfoliação 


Era comum na dinastia Ming, e esse método poderia ser usado sem causar morte, dependendo da coisa que o cara fez. Basicamente é o que o nome diz: os caras pegavam uma espécie de estilete e iam tirando a pele do cara.

4) Lingchi


Esse tipo de execução era usado somente pra casos de crimes hediondos. Foi usado na China desde 900 antes de Cristo, e abolido somente em 1905. O condenado era amarrado a uma tora, geralmente em um lugar público. Conhecido também como "a morte das mil fatias", a pele do cara era tirada em pedacinhos. Como a pele era tirada não era especificado pela lei chinesa, mas sabe-se que faziam isso de diversas formas. Em alguns casos administravam ópio pra pessoa, ou como uma espécie de redução da pena, ou pra evitar que ela perdesse a consciência pela dor. Essa punição tinha três graus: o primeiro era como uma humilhação pública, e a pessoa morria sem muita dor. O segundo era uma morte bem lenta e muito dolorosa, pra crimes absurdos. O terceiro era usado pra humilhação após a morte (esse é o terceiro grau porque na cultura chinesa o absurdo dos absurdos é humilhar seu cadáver). Em alguns casos aconteciam desmembramentos. 

5) A roda de Catarina


Esse método de execução começou a ser usado na idade média pra execuções públicas e só parou no século 19. Ele foi muito usado em países como França, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Romênia, Rússia e EUA. O negócio consistia em uma roda onde cada um dos aros deixava uma espécie de estaca saindo dela. Em muitos casos, a roda nem era girada: a pessoa era fincada na roda e apanhava com martelos ou maças até morrer. Agora, a coisa ficava divertida quando resolviam girar a roda. A pessoa ficava que nem na imagem, com pés e mãos amarrados no chão. Faça na sua cabeça isso acontecendo e pense no que acontece com, por exemplo, o estômago da pessoa.

6) O touro de bronze


Ele já apareceu aqui no blog em um post sobre tortura, creio eu. O link vai estar no final do post. Mas explico de novo. Ele também era conhecido como Touro siciliano, e era muito usado na Grécia antiga. Perilos de Atenas, um dos fundadores do bronze, propôs pra Phalares, tirano de Akragas, a invenção de novos meios pra executar criminosos. Phalares gostou da ideia e encomendou uma invenção. Perilos então inventou um touro de bronze, oco, com uma porta. O condenado era fechado no touro, e acendiam uma fogueira embaixo do bicho, aquecendo o metal até ele ficar vermelho e queimando a pessoa de forma horrível. Mas Perilos não parou por aí. Ele fez um esquema de tubos dentro do touro que fazia os gritos do condenado saírem como se fossem barulhos de touro mesmo. Em alguns aprimoramentos, um tubo saia da boca do touro pro prisioneiro respirar pela boca pra não morrer muito rápido.

7) Estripamento 


Nesse método, alguns ou todos os órgãos eram retirados pelo abdômen. Os órgãos eram retirados um a um, sendo os pulmões e o coração os últimos a saírem do corpo do condenado pra mantê-lo vivo pelo maior tempo possível. Era bem comum no Japão, como você deve ter deduzido pelo desenho, mas aqui vai o fato curioso: esse método era bem comum em rituais de suicídio. Nessa pira de honrar sei lá o que se matando, o cara arranca seus órgãos um por um até morrer.

8) Fervura


Aparentemente não tem muito segredo: coloca o cara na panelona e ferve ele. Esse método era usado na Rússia há 3000 anos, e podiam usar água, óleo ou ácido. Esse método era muito doloroso e lento. Dependendo da região ou da época, a pessoa era colocada na água gelada e ficava lá até ferver, ou ela era jogada com o líquido já fervendo. No segundo caso, ele era jogado de cabeça. Existia uma espécie de misericórdia, nos mesmos moldes da administração de ópio do Lingchi: o executor ficava com uma tora de madeira. Caso fosse misericordioso, afogava o cara usando sua ferramenta.

9) Empalamento 


Esse é provavelmente o método mais doloroso da nossa adorável lista. Você já deve saber o que é empalar: varar alguém com uma madeirona ou pedaço de ferro. A penetração do bagulho poderia ser da boca até o cu, do cu até a boca, da buceta até a boca ou então de lado, atravessando a pessoa. Aí você pensa: "ah mas então a pessoa morria rápido". Negativo. Em alguns casos a pessoa levava até dias pra morrer. Imagina você por dias com uma tora de madeira indo do seu cu até a sua boca. Gostou? Doente. Em algumas variações dessa execução, a lança de madeira ou de ferro era fincada no chão pra deixar a pessoa suspensa. Os executores tomavam cuidado pra penetrar em você, porque sabiam que era a sua primeira vez. Eles enfiavam de modo que não te matasse de imediato, e ainda faziam com que o negócio servisse de tampão pra evitar hemorragias. Depois da preparação do condenado, que às vezes incluía linchamento e estupro, uma incisão era feita no períneo, essa região entre seu pau ou sua buceta e seu cu. Você já deve imaginar o motivo. Então eles enfiavam o negócio, só que sem ponta: o objetivo aqui é empurrar seus órgãos pro lado, não furar eles. Bom, então o treco saía pela boca do condenado. Mas como ele não deslisava pra baixo? Eles meio que equilibravam sua mandíbula no negócio, já que ele não tem ponta. Em outros jeitos, os caras colocavam o pau até a metade (pau de madeira, ok?), erguiam pra cima, e você teria péssimos momentos deslizando até o negócio sair pela boca. O império romano, o grego e neoassírio usavam esse método.

10) Extração e aquartelamento 


Era um método de execução da Inglaterra medieval reservado só pros piores crimes. Ele parou de ser usado em 1814. Primeiro o cara era arrastado preso a uma espécie de tapume, que por sua vez estava preso em um cavalo, e ia se fodendo inteiro na rua. Depois ele era enforcado, mas só até quase morrer. Aí o executor arrancava o pau do condenado e queimava, na frente do cara, óbvio. Daí podia rolar espancamento ou qualquer coisa pro cara sofrer. No final ele era decapitado, seu corpo divido em quatro partes, e cada uma das partes era colocada em um lugar diferente, pra garantir que todos saibam da execução.


Gostou do post? Então veja também:

Comente com o Facebook: