Arquivo do blog

Tecnologia do Blogger.

Como vencer um debate sem precisar ter razão #3 - As falsas deduções

Ao contrário do que pensam (contrariando totalmente a dica que o título do livro "Como vencer um debate sem precisar ter razão", do Schopenhauer, nos dá) sobre falácias, elas não são um conjunto de regras do debate, onde certas construções lógicas não são permitidas. As falácias não devem ser apontadas no ato em que se identifica certa estrutura lógica em uma afirmação. Elas, na verdade, são um método pra vencer um debate sem ter razão (daí o título do livro, sua anta), um vírus que você coloca na sua afirmação que vai "driblar" a pessoa e fazer ela aceitar algo que não é verdade como verdade. A falácia é sempre maliciosa, sempre tem a intenção de enganar. Nem toda afirmação falsa contém uma falácia. Porém, pessoas de boa fé podem ser falaciosas, mas porque foram vítimas do vírus que um dia foi criado por alguém malicioso, e que foi se espalhando invertendo a realidade na cabeça das vítimas, que repassavam o vírus pra outras quando argumentavam de novo sobre o assunto em que "pegaram" esse vírus. Outra coisa que podemos concluir, ao saber que apontar a falácia também é uma, é que se a afirmação seguir a mesma construção lógica de uma falácia mas for verdadeira, então não é uma falácia. Apontar uma falácia exclui de propósito a possibilidade daquilo ser verdadeiro, e o argumentador que comete essa falácia é fraco e covarde, ao se esconder por trás de uma interpretação ruim de um livro que serviu pra ele como um sistema de regrinhas onde ele pode te desqualificar, vencer por W.O. Ele esquece, talvez de propósito, que o ônus da prova não é de quem afirma. É de quem contesta. 

Terceira parte dessa série pra você aprender mais sobre isso. Caso seja uma pessoa de boa fé, isso vai te dar anticorpos pra quando alguma pessoa usar os tipos maliciosos de construção lógica que visam te enganar. Caso seja de má fé, será ótimo pra você se aperfeiçoar na arte da covardia. Mas lembre-se que o maior covarde ainda é menor que o menor corajoso. O infográfico é do Information Is Beatiful





Comente com o Facebook: