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As histórias de 25 criaturas mitológicas pouco conhecidas e muito interessantes

Todo povo, sem exceção, teve sua mitologia. De onde ela veio? Aparentemente criar uma mitologia (ou expressar uma mitologia) é uma tendência do humano. Mas não ache que os mitos são apenas repetições de experiências, sem motivo. Se essas repetições existem, então também existe uma força que impele à repetição, e essa força é o arquétipo. Segundo Jung, "os arquétipos são como que órgãos da psique pré-racional. São sobretudo estruturas fundamentais características, sem conteúdo específico e herdadas desde os tempos mais remotos. O conteúdo específico só aparece na vida individual em que a experiência pessoal é vazada nessas formas". O que nos importa entender nesse post é que os mitos são sempre histórias. Não é só o ser bizarro que faz uma coisa louca: esse ser tem um propósito, bem como a sequência de fatos que se cristaliza na lenda. O que importa nos mitos é o motivo das coisas, e não as coisas em si.

Talvez não só neles podemos aplicar essa lógica: digamos que eu mate alguém. Isso foi certo ou errado? Não sei. Só vou saber se eu souber o motivo. Caso tenha sido legítima defesa, foi certo. Caso não, foi errado. Analise assim: o que importa é o motivo, não a coisa em si. A coisa em si não pode existir para além dela, e todo sentido reside pra fora do objeto portador dele.

Conheça 25 criaturas mitológicas interessantes. 

Enfield



Região: Inglaterra/Irlanda
Tipo: Quimera

Um Enfield é composto de uma cabeça de raposa (esperteza e astúcia), peito de um cachorro galgo (rapidez e resistência), corpo de leão (lealdade e realeza), patas traseiras e rabo de lobo (fraternidade) e pernas dianteiras de uma águia (força/nobreza).

O Enfield é uma besta de origem céltica e era visto como guardião daqueles que morrem em batalha. Os celtas respeitavam muito o corpo dos mortos, e por conta disso seus inimigos faziam de tudo pra vilipendiar ao máximo o corpo deles. Pra prevenir que tais inimigos conseguissem fazer tal ato hediondo, invocava-se o Enfield.

Kirin



Região: China/leste da Ásia
Tipo: Quimera

Geralmente aparece como equino ou similar (cavalo ou veado, às vezes boi) com escamas reptilianas. Na maioria dos lugares onde aparece é descrito como sendo coberto de chamas. Assim como os dragões chineses, o Kirin também tem um ou mais chifres (e por isso são apelidados de "unicórnios do leste asiático).

O Kirin pode aparecer como um bom presságio de uma ocasião importante ou sinal de serenidade. Eles podem representar a passagem de um sábio ou de um espírito que pune os maus. Em sociedades budistas, Kirins são criaturas que andam nas nuvens, pedras ou águas pra que não destruam a grama. Nesse formato o Kirin é uma besta pacífica.

Blemmyes



Região: Grécia
Tipo: Humanoide 

Blemmyes são homens sem cabeça, sendo que seus rostos se encontram em seus peitos. Quando começou a aparecer, era dito que vinha do leste da Líbia. Com o tempo, o local de sua origem foi mudando, passando pro Egito e então Ásia na idade média. Era dito que ele vivia entre outras estranhas e inacreditáveis criaturas, como cobras gigantes e "outras bestas não fabulosas".

Chamrosh



Região: Pérsia 
Tipo: Quimera

Chamrosh são pássaros persas com corpo de cachorro. Ele vive (não preciso dizer "segundo o mito", né?) no pico do Monte Alburz sob a "árvore de todas as sementes". O Chamrosh, quando deixa seu ninho, pega as sementes e as distribui pelos mares. Então, com a chuva, essas sementes são levadas do oceano pro mundo todo. Boa maneira de explicar.

Jorogumo



Região: Japão
Tipo: Metamorfo 

Jorogumos são aranhas que, ao chegarem na idade de 400 anos, ficam do tamanho de um touro e ganham a habilidade de se transformar em uma linda mulher. Essas criaturas aparecem bastante nas histórias que surgiram no período Edo e sempre estão próximas de cachoeiras. Jorogumos sempre são malevolentes. A exceção é o conto de Kashikobuchi, onde a criatura é um espírito bom que salva pessoas de afogamentos.

Clurichaun



Região: Irlanda
Tipo: Humanoide

Os Clurichauns são "parentes" dos conhecidíssimos Leprechauns. São criaturas que estão constantemente bêbadas porque vivem sentadas em barris de vinho, tomando todo o seu conteúdo. São conhecidos por causar caos e confusão em fazendas.

Diz-se que uma maneira de deixá-lo sem causar problemas é colocando uma espécie de altar com vinho em sua fazenda. Existem histórias onde um homem deixa comida pra ele toda noite, e o Clurichaun acaba protegendo seu vinho.

Bakhtak



Região: Pérsia
Tipo: Humanoide

Bakhtaks, ou demônios do sono, são criaturas que se parecem com um goblin que se aproximam quando alguém está dormindo. Eles sentam no peito do dorminhoco e enchem o coitado de pesadelos. O objetivo dessa adorável criatura é te matar em seu sonho. Caso você acorde com um Bakhtak em seu peito, ele desaparecerá e te paralisará. Se ele falhar, voltará toda noite até conseguir.

As pessoas da Pérsia acreditavam tanto nos Bakhtaks como explicações pra pesadelos e paralisias do sono que existiam diversos métodos pra impedi-los ou matá-los. As soluções envolviam dormir de lado pra impedir que ele sentasse no peito e até colocar facas embaixo do travesseiro.

Wolpertinger



Região: Alemanha
Tipo: Quimera

O Wolpertinger é uma estranha combinação. Tem o corpo de uma lebre, chifres de cabrito-montês, rabo de algodão, pés de pato, asas de faisão e dentes afiados como o do tigre-dentes-de-sabre. Essa criatura tem um grande leque de habilidades: pode voar, tem gigantesca audição, grande velocidade, nada extremamente bem e é imortal. Ele não pode ser envenenado (e pode envenenar com sua mordida).

Essa criatura é conhecida por sempre estar apaixonada por uma mulher humana, mesmo tendo o tamanho de uma lebre. Por conta disso, pra capturar um Wolpertinger, deve-se usar uma mulher de isca em uma floresta. Quando o animal aparecer, a mulher deve mostrar seus peitos. Isso deve amolecer o bicho, deixando-o como alvo fácil. Caso seja mulher, não aceite convites pra pegar Wolpertingers em florestas alemãs, é uma cilada.

Baku



Região: Japão
Tipo: Quimera

Baku, ou Comedor de Sonhos, é composto por um corpo de urso, tromba de elefante, rabo de boi e olhos e presas de rinoceronte. A história conta que quando os deuses estavam terminando de fazer os animais, pegaram as partes que sobraram e montaram o Baku.

Eles são apresentados como comedores de sonhos ruins. As pessoas rezavam por ele pra que livrasse-as de pesadelos. O lado ruim é que existia a chance de algo dar errado e o Baku comer todos os seus sonhos. Sonhos de esperança também, pra sempre.

Abarimon



Região: Grécia
Tipo: Humanoide

Essas criaturas estranhas têm um nome que se traduz pra "povo da montanha". Eles se parecem muito com humanos, mas seus pés são virados pra trás. Normalmente aparecem nus. Vivem de forma selvagem, são fortes e rápidos. 

Eles não vivem em nenhum lugar específico, mas ficam na região do Himalaia. Estão tão acostumados com o lugar que temem sair de lá e encontrar a morte por asfixia.

Leshy



Região: Antigos povos eslavos 
Tipo: Metamorfo

Leshys são protetores das florestas eslavas e dos animais que as habitam. Quase sempre criaturas pacíficas, às vezes são acompanhados por lobos ou ursos. A forma natural de um Leshy é um grande humanoide, com longa barba e cabelo feito de parreiras vivas. Eles podem se transformar em qualquer animal que quiserem, deixando pra trás duas esferas verdes e brilhantes como única evidência.

Ele é conhecido por ser pernicioso (mas não malévolo), imitando a voz de viajantes pra induzi-los a ir pro lugar errado. Quanto mais próximo do centro da floresta o Leshy estiver, maior ele fica.

Minhoca da Morte



Região: Mongólia
Tipo: Besta

Em algum lugar no deserto Gobi, o mito fala de uma cobra gigantesca. Ela é descrita como parecer um pedaço de intestino de vaca gigante vermelho escuro com espinhos saindo de cada ponta. Vive no subterrâneo e está sempre pronta pra vir à superfície subitamente. 

Ela tem um par de habilidades mortais. Pra matar suas vítimas, ela primeiro cospe um ácido, que deve corroer o alvo. Se não der certo, ela pode eletrocutar a pessoa a certa distância. Muitos exploradores buscaram comprovar a existência do mito, e muitos livros sobre isso foram escritos até o início do século XX.

Cynocephali



Região: Roma antiga
Tipo: Humanoide

Os cynocephali são uma raça mítica de homens com cabeça de cachorro. Eles conseguem entender a linguagem humana, mas não têm a habilidade de falar. Na maioria das vezes são retratados como selvagens que tentam matar todo mundo, mas já foi retratado como civilizado.

Aparece como uma tribo guerreira de algum lugar perto da Índia e aparentemente tiveram raras relações de troca com os humanos. Certa vez São Cristóvão foi considerado um cynocephali por conta de um erro de tradução: do latim, traduziram que ele era "canino" ao invés de "canaanita".

Roc


Região: Pérsia antiga
Tipo: Besta

O mito da besta-alada Roc foi espalhado por Marco Polo conforme viajava pelo mundo. Ele falava de uma águia de tamanho inimaginável forte o suficiente pra caçar animais grandes. Contou que o Roc podia levantar elefantes a uma grande altura e soltá-los pra morte. Cada pena tinha o tamanho de "12 passos" e era incrivelmente grossa.

Na história original, o pássaro nunca pousava e vivia no topo da montanha mística Qaf. Muitas versões sugerem que a criatura vive em uma ilha no Oceano Índico (acredita-se que seja Madagascar).

Jikininki



Região: Japão
Tipo: Humanoide

Os Jikininkis são fantasmas que se alimentam de humanos. Eles são o resultado de almas gananciosas que não se arrependeram antes da morte.

Despertam à noite e procuram túmulos de recém-mortos. Eles também comem as oferendas deixadas no túmulo e buscam por tesouros. Com os tesouros eles subornam autoridades pra que deixem-os em paz. Inerentemente corruptos, eles só podem lamentar suas condições inextinguíveis.

A aparência deles não é nada agradável: o corpo é putrefato, têm garras afiadas e olhos que brilham. Qualquer mortal que olhe diretamente pra um deles fica paralisado de medo. Algumas versões mostram os Jikininkis voltando a uma forma humana normal durante o dia.

É possível curar um Jikininki achando um homem correto que nunca tenha desonrado sua família. Caso ele concorde em rezar pela alma do pobre espírito, livrará ele do tormento.

Aspidochelone



Região: Grécia
Tipo: Colosso

A criatura gigantesca já apareceu sob diversas formas, mas geralmente é uma tartaruga, já que sua principal característica é ter um casco gigante idêntico a uma ilha. O colosso pode ser aquático ou estar enterrado. Ele nunca está preocupado com perigos, já que praticamente nada pode machucá-lo. Caso ele note algo de ruim nele, como um incêndio em parte de seu casco, reagirá com aborrecimento ao invés de raiva.

Com o tempo, o Aspidochelone começa uma relação simbiótica com os seres vivos de seu casco. Ele começa a sentir algo por todos os animais que nascem e morrem nele. Mais tempo se passa e ele começa a exercer uma espécie de controle mental sobre a ilha-casco, afetando a terra, as árvores, controlando mentes de animais e até o clima em cima dele, e de forma boa: o colosso tenta deixar a vida melhor pra quem vive em seu caso.

Baykok



Região: América do Norte
Tipo: Humanoide

O Baykok é uma criatura da mitologia indígena norte-americana. Na lenda, um guerreiro que morre de forma desonrosa ou vergonhosa não ganha o direito a descansar. No caso das mortes vergonhosas, ou seja, onde o guerreiro tenha cometido graves delitos como fratricídio, os conhecidos do morto não enterrariam seus ossos, mas espalhariam-os, não deixando com que descanse.

Eles têm corpos esqueléticos e olhos vermelhos e brilhantes. Eles vestem restos de roupas esfarrapadas e seu único intuito é matar. Pra caçar humanos, eles emitem um alto grito agudo e ficam invisíveis. Quando o alvo fica paralisado de medo com os misteriosos gritos, eles lançam flechas também invisíveis. Com o alvo no chão, eles terminam o trabalho com um grande porrete, abrem o tronco da vítima e devoram o fígado. A horrenda criatura, pra completar, também tem a habilidade de voar.

O único jeito de eliminá-lo é achando os seus ossos e enterrando-os juntos.

Domovoi



Origem: Culturas eslávicas antigas
Tipo: Humanoide

O Domovoi, ou Goblin Caseiro, é uma criatura pacífica que vive na casa das pessoas. São descritos como pequenos velhos, do tamanho de uma criança de 5 anos, com uma longa barba, cabelo loiro e olhos brilhantes. Eles são invisíveis na maioria do tempo.

Buscam sempre ajudar de forma oculta nos problemas da casa, mas são muito temperamentais. Quando brigas domésticas começam a ficar frequentes, ele se enfurece e começa a fazer poltergaists que não deixam ninguém dormir. Então é assim: trate ele bem, e protegerá seus cavalos e ainda fará com que sua filha arranje um bom par. Trate ele mal e poltergaist. Algumas famílias deixavam pequenas porções de comida pra ele pela casa.

Tarasque



Origem: França
Tipo: Quimera

O Tarasque é uma criatura mítica muito relacionado com a família de bestas-dragões. Tem corpo de boi, casco de tartaruga, cauda escorpiana e cabeça de leão. Ele tem orelhas de cavalo e expressão de um homem velho e azedo. No mito, ele vive no rio Tarasque e é capturado. Seu bafo de fogo é controlado por água benta. Os residentes apedrejaram a besta até a morte e por arrependimento nomearam a cidade de Tarascon.

A criatura queimava edifícios e vilas.

Sirrush



Origem: Babilônia
Tipo: Quimera

O Sirrush é uma quimera retrata nos antigos portões da Babilônia. Se parecem com dragões, têm patas traseiras de águia, e patas dianteiras de um gato. Têm chifres e língua de serpente. É possível que essa criatura tenha inspirado a criação das hidras.

Ele é muito associado ao Deus Babilônio Marduk. No Livro de Daniel, Nebuchadnezzar planeja sacrificar Daniel a Sirrush, que é mantido no templo da Babilônia. Daniel derrota o bicho alimentando-o com um bolo envenenado.

Selkie



Origem: Escócia Céltica
Tipo: Metamorfo

Selkie são focas que vivem nas águas ao norte da Escócia e ocasionalmente se transformam em humanos. Eles sempre anseiam pela forma oposta a qual estão, ou seja, se são focas, querem ser humanos e vice-versa. Eles constantemente formavam amizades com as pessoas na ilha e pediam que guardassem suas peles de foca pra que pudessem se transformar de volta depois.

Se uma mulher estiver em um relacionamento ruim e chorar sete lágrimas no oceano, um Selkie macho apareceria pra seduzi-la. Isso foi muito usado como desculpa pra traições (assim como o boto é usado no norte). Homens se casavam com Selkies, e a única consequência disso era a criança ter dedos "grudados", com uma espécie de guelra entre eles.

Hulder



Origem: Escandinávia
Tipo: Humanoide

Hulders são belas mulheres míticas que vivem nas florestas e seduzem homens. Elas parecem bem normais, exceto pelo rabo de vaca. Elas têm cabelo loiro e brilhante, belo corpo e canto bonito. Elas sempre buscam esconder o rabo, já que isso assusta os homens. Uma vez seduzido, ele seria levado às montanhas e era forçado a casar com ela (a outra opção era nunca mais ser visto). Algumas histórias contam que uma hulder quando rejeitada fica horrivelmente feia e ganha a força de 10 homens, igual muitas mulheres depois de um fora.


Ahuizotl



Origem: México (Astecas)
Tipo: Quimera

A fera habita lagos e é uma mistura de macaco com fera felina. A criatura também tem uma grande mão no fim de seu rabo. Ele era temido por pescadores, já que tinha a fama de comer carne humana. Tinha um gosto a mais por olhos, unhas, dentes e qualquer coisas que fizesse um barulho crocante ao ser comido. Ahuizotl atraía suas vítimas imitando o choro de um bebê.

O propósito primário dele era proteger as águas, assim como os peixes, tornando-o um inimigo natural dos pescadores. Mais histórias sobre a quimera surgiram depois, ampliando o seu alcance. Ela começa a atacar nas proximidades do lago também. A mão na ponta de sua cauda era usada pra quebrar as pernas das vítimas.

Qalupalik



Origem: Canadá/Groelândia/Alaska
Tipo: Humanoide

Essas criaturas ficam embaixo da camada de gelo em lagos congelados, e a história delas era contada principalmente pela tribo Inuít. Elas tinham um longo cabelo molhado, pele verde e longas unhas. A criatura capturava crianças que iam longe demais de suas casas. Após atrair a criança, a criatura a coloca por dentro de sua roupa e a leva pra sempre. Em algumas versões da história, o Qalupalik cria a criança como se fosse dele.

Aswang



Origem: Filipinas
Tipo: Metamorfo

O Aswang, ou Comedor de Mortos, é uma criatura bem parecida com o vampiro, só que com algumas coisas diferentes (e interessantes). Ele é um metamorfo, e de dia se parece com um humano normal (a não ser pelo reflexo invertido no espelho e olhos que parecem pedir sangue). Na forma humana eles geralmente se envolvem com trabalhos que envolvem carne e são tímidos. De noite, o Aswang pode se transformar em qualquer animal que quiser ou em sua verdadeira forma.

Ele é descrito como uma besta alada que faz mais barulho conforme a distância de sua presa (quanto mais longe, mais alto). Uma Aswang mulher tem unhas ao contrário e são magras o suficiente pra se esconderem atrás de um bambu. A criatura também rouba cadáveres e em seu lugar deixa bananas. Ah, e quando roubam uma pessoa viva, especialmente crianças, criam esculturas feitas de banana que imitam a pessoa. Essas réplicas vão pra casa, ficam doentes e morrem rapidamente. O bicho macabro precisa se alimentar sempre que a Lua está cheia e seus órgãos preferidos são o coração e o fígado (ah, e não conta pra ninguém: ele ama comer fetos. Quando a criatura encontra uma mulher grávida, ela vai até a casa e pela chaminé estica sua língua até o umbigo da coitada que está dormindo. Então ele suga o feto usando a língua de canudo).

Pra matar o Aswang, é necessário destruir o seu coração. Eles não gostam de sal, alho e mais alguns condimentos. Óleo ferve quando um Aswang está por perto.

Essa lista foi originalmente publicada pelo StopItCharlesGetOutOfMyHead.

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