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A falsa-igreja do Concílio Vaticano II e os seus últimos seis anti-papas

Aos negadores da Santíssima Virgem Maria: A Bíblia prova a hiperveneração a ela

Na última publicação mostrei que a Irmã Lúcia foi morta de alguma forma e substituída por uma impostora pra que houvesse uma justificativa pro terceiro segredo não ter sido revelado em 1960, como ordenou Nossa Senhora, a Santíssima Virgem Maria. Mostrei também que em 1960 as únicas coisas relevantes que aconteceram na agora falsa-igreja, pois a Igreja Católica nunca desrespeitaria uma ordem direta da Santíssima, foram reuniões preparatórias pro Concílio Vaticano II. A Irmã Lúcia disse, em entrevista, como mostro no documento anterior, que em 1960 ficaria claro o motivo pelo qual o segredo teria que ser revelado nesse ano. Ligando esses pontos, fica óbvio que tal clareamento é devido ao Concílio Vaticano II. Afirmei no final do documento sobre a Irmã Lúcia que o terceiro segredo seria o que foi predito no Novo Testamento: ROMA PERDEU A FÉ E SE TORNOU O TRONO DO ANTI-CRISTO. Se isso é verdade, o Concílio Vaticano II tem que ser um Concílio de apostasia, ou seja, afastamento de Deus. Pra que isso seja verdade, tal Concílio precisa negar todos os dogmas da Igreja Católica, e foi exatamente isso o que aconteceu. A seguir, uma análise das principais heresias do Concílio Vaticano II, contrapostas pelos dogmas Católicos que negam esse Concílio da apostasia, e em seguida uma análise detalhada nas heresias proferidas pelos anti-papas, e as provas de que um herege publicamente declarado está ipso facto fora do Papado.

1) O Concílio Vaticano II


No dia 25 de Janeiro de 1959 o anti-papa (como veremos detalhadamente depois) João XXIII anuncia uma "inspiração especial" pra pedir um Concílio Ecumênico. De 1960 até 1962, várias reuniões foram feitas pra preparar tal Concílio. Em 1962 ele começa: é o Concílio Vaticano II.


1.1) Primeira heresia: Nostra Aetate #4 contra a Ex Cathedra do Concílio de Florença

O Concílio de Florença declarou, em Ex Cathedra proferida pelo Papa Eugênio IV, ou seja, infalivelmente, que qualquer indivíduo que tenha uma posição contrária à da Igreja Católica sobre a Santíssima Trindade e sobre o Nosso Senhor Jesus Cristo é rejeitado por Deus.

Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, Bula Cantate Domino, 1442, ex cathedra: “A sacrossanta Igreja romana, fundada nas palavras do Senhor e Salvador nosso, firmemente crê, professa e prega um só verdadeiro Deus omnipotente, imutável e eterno, Pai, Filho e Espírito Santo… Aqueles, por conseguinte, que mantêm posições diversas ou contrárias, os condena, reprova e anatematiza, e proclama que são alheios ao corpo de Cristo, que é a Igreja

Ou seja, a Igreja Católica declarou infalivelmente que todo aquele que rejeita o que a Igreja Católica diz sobre a Santíssima Trindade, como os judeus, estão fora do Corpo da Igreja e não serão salvos. Agora, no "decreto sobre as religiões não-cristãs" do Concílio Vaticano II, é dito EXATAMENTE O OPOSTO:

Vaticano II, Declaração Nostra Aetate, #4: “E embora a Igreja seja o novo Povo de Deus, nem por isso os judeus devem ser apresentados como reprovados por Deus e malditos, como se tal coisa se concluísse da Sagrada Escritura.”

O Concílio Vaticano II vai diretamente contra uma EX CATHEDRA da Igreja Católica, e portanto, é um falso-concílio da falsa-igreja. Mas vamos mais longe, e analisar as outras várias heresias desse evento macabro.

1.2) O documento Unitatis Redintegratio contra a Igreja como um todo


Vaticano II, documento Unitatis Redintegratio, #1:
“Quase todos, se bem que de modo diverso, aspiram a uma Igreja de Deus una e visível, que seja verdadeiramente universal e enviada ao mundo inteiro, a fim de que o mundo se converta ao Evangelho e assim seja salvo, para glória de Deus.”

Oras, a Igreja Católica é a Igreja de Deus una e visível, como que "quase todos" aspiram por uma assim se já temos ela há 2.000 anos? O anti-papa João Paulo II confirma a doutrina do demônio:

João Paulo II, Homilia, 5 de Dezembro de 1996, falando sobre a oração com os não-católicos: “Quando oramos juntos, o fazemos com o anseio ‘de que possa haver uma Igreja de Deus una e visível, que seja verdadeiramente universal e enviada ao mundo inteiro, a fim de que o mundo se converta ao Evangelho e assim seja salvo, para glória de Deus

O documento Unitatis Redintegratio ainda afirma que os batizados fora da Igreja Católica estão em comunhão com ela:

Vaticano II, Unitatis Redintegratio, #3: “Pois que creem em Cristo e foram devidamente baptizados, estão numa certa comunhão, embora não perfeita, com a Igreja católica. De facto, as discrepâncias que de vários modos existem entre eles e a Igreja católica - quer em questões doutrinais e às vezes também disciplinares, quer acerca da estrutura da Igreja - criam não poucos obstáculos, por vezes muito graves, à plena comunhão eclesiástica. O movimento ecumênico visa a superar estes obstáculos. No entanto, justificados no Batismo pela fé, são incorporados a Cristo, e, por isso, com direito se honram com o nome de cristãos e justamente são reconhecidos pelos filhos da Igreja católica como irmãos no Senhor.”

Oras, a Igreja Católica verdadeira contradiz diretamente isso:

Papa Leão XIII, Satis cognitum, #9, 29 de Junho de 1896:
“A prática da Igreja tem sido sempre a mesma, apoiada pelo juízo unânime dos Santos Padres, que sempre consideraram como excluídos da comunhão católica e fora da Igreja qualquer um que se desvie, no menor grau que seja, de qualquer ponto de doutrina proposta pelo seu magistério autêntico.”

Papa Clemente VI, Super quibusdam, 20 de Setembro de 1351:
“Perguntamos: Primeiramente, se tu e a igreja dos armênios que te obedece, creem que todos aqueles que no Batismo receberam a mesma fé católica e depois se apartaram ou se apartarão no futuro da comunhão da mesma fé DA IGREJA ROMANA, QUE É A ÚNICA CATÓLICA, são cismáticos e hereges, se permanecerem obstinadamente divididos da fé desta Igreja romana.”

Papa Leão XIII, Satis cognitum, #9, 29 de Junho de 1896:
“A prática da Igreja tem sido sempre a mesma, apoiada pelo juízo unânime dos Santos Padres, que sempre consideraram como excluídos da comunhão católica E FORA DA IGREJA QUALQUER UM QUE SE DESVIE, NO MENOR GRAU QUE SEJA, DE QUALQUER PONTO DE DOUTRINA PROPOSTA PELO SEU MAGISTÉRIO AUTÊNTICO. 
Vejamos novamente como o documento nega o que a Igreja Católica diz:

Vaticano II, Unitatis Redintegratio, #3: “Aqueles, porém, que agora nascem em tais comunidades (protestantes) e são instruídos na fé de Cristo, não podem ser acusados do pecado da separação, e a Igreja católica os abraça com fraterna reverência e amor.”

A Igreja Católica negaria que a Igreja Católica é o caminho, como sempre disse? Obviamente não.

Vaticano II, Unitatis Redintegratio, #3:
“Ademais, dentre os elementos ou bens com que, tomados em conjunto, a própria Igreja é edificada e vivificada, alguns e até muitos e muito importantes podem existir fora do âmbito da Igreja católica: a palavra de Deus escrita, a vida da graça, a fé, a esperança e a caridade e outros dons interiores do Espírito Santo e elementos visíveis.” 
Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, Cantate Domino, 1441, ex cathedra:
“A Santa Igreja Romana crê firmemente, professa e prega que nenhum dos que estão fora da Igreja Católica, não só pagãos como também judeus, heréticos e cismáticos, poderá participar na vida eterna; mas que irão para o fogo eterno que foi preparado para o demônio e os seus anjos, a não ser que a Ela se unam antes de morrer…” 

1.3) Mais dogmas negados no documento Orientalium Ecclesiarum do Vaticano II:


No Concílio de Florença, válido, O Papa Eugênio IV diz, Ex Cathedra:

Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, Cantate Domino, 1441, ex cathedra:
“A Santa Igreja Romana crê firmemente, professa e prega que nenhum dos que estão fora da Igreja Católica, não só pagãos como também judeus, heréticos e cismáticos, poderá participar na vida eterna; mas que irão para o fogo eterno que foi preparado para o demônio e os seus anjos, a não ser que a Ela se unam antes de morrer; e que é tão importante a unicidade do corpo da Igreja que só aos que nela permanecem lhe aproveitam, para a salvação, os sacramentos da Igreja e [lhes] dão prêmios eternos os jejuns, as esmolas e as demais obras de piedade e os exercícios do dever cristão. E que ninguém, por mais esmolas que dê, ainda que derrame seu sangue pelo Nome de Cristo, pode salvar-se se não permanecer no seio e na unidade da Igreja Católica.”

Já no falso-concílio do Vaticano II, lê-se:

Vaticano II, Orientalium Ecclesiarum, #27:
“De harmonia com estes princípios, podem ser conferidos aos Orientais que de boa fé se acham separados da Igreja católica, quando espontaneamente pedem e estão bem dispostos, os sacramentos da Penitência, Eucaristia e Unção dos enfermos". 

Mais confirmações de que o Concílio Vaticano II nega a Igreja Católica:
Papa Pio VIII, Traditi humilitati, #4, 24 de Maio de 1829:
"Jerônimo costumava dizer isto deste modo: aquele que consome o cordeiro fora desta casa perecerá assim como aqueles que, durante o dilúvio, não estavam com Noé na arca"
Papa Gregório XVI, Commissum divinitus, #11, 17 de Maio de 1835:
"... quem quer que se atreva a sair da unidade de Pedro deve entender que deixará de partilhar do mistério divino. ‘Aquele, adverte São Jerônimo, que consome o cordeiro fora desta casa é profano..."
Papa Pio IX, Amantissimos, #3, 8 de Abril de 1862:
"… aquele que consome o cordeiro e não é membro da Igreja, profanou".

1.4) O documento Lumen Gentium do Vaticano II nega a única cabeça da Igreja, o Papa:

Vaticano II, Lumen Gentium, #24:
“A Ordem dos Bispos, que sucede ao colégio dos Apóstolos no magistério e no governo pastoral, e, mais ainda, na qual o corpo apostólico se continua perpetuamente, é também juntamente com o Romano Pontífice, sua cabeça, e nunca sem a cabeça, sujeito do supremo e pleno poder sobre toda a Igreja...”

Dizer que o corpo de Bispos TAMBÉM é a Cabeça da Igreja nega a Igreja Católica:

Papa Bonifácio VIII, Unam Sanctam, 18 de Novembro de 1302:
“A Igreja, pois, que é uma e única, tem um só corpo, uma só cabeça, não duas como um monstro…” 
Papa Leão XIII, Satis cognitum, #14, 29 de Junho de 1896:
“Pois Aquele que fez de Pedro o fundamento da Igreja, também ‘escolheu dentre eles doze que chamou apóstolos’ (Lucas 6:13). Assim, do mesmo modo que a autoridade de Pedro é necessariamente permanente e perpétua no pontificado romano, também os bispos, em sua qualidade de sucessores dos apóstolos, são os herdeiros do poder ordinário dos apóstolos, de tal sorte que a ordem episcopal forma necessariamente parte da constituição essencial da Igreja. E mesmo que a autoridade dos bispos não seja nem plena, nem universal, nem soberana, não devem ser tomados como vigários dos Pontífices romanos, pois possuem uma autoridade que lhes é própria, e em toda verdade recebem o nome de prelados ordinários dos povos que governam.” 
Papa Leão XIII, Satis cognitum, #15:
O poder do Pontífice Romano é supremo, universal, e peculiar a si mesmo; o [poder] dos bispos é circunscrito por limites definidos e não é plenamente independente.” 

1.5) Lumen Gentium ensina que os muçulmanos cultuam o mesmo Deus da Igreja Católica:

Vaticano II, Lumen Gentium, #16:
“Mas o desígnio da salvação estende-se também àqueles que reconhecem o Criador, entre os quais vêm em primeiro lugar OS MUÇULMANOS, que professam seguir a fé de Abraão, e CONOSCO ADORAM O DEUS ÚNICO E MISERICORDIOSO, QUE HÁ-DE JULGAR OS HOMENS NO ÚLTIMO DIA.” 

 Não, o nosso Deus não é o deles

Papa Gregório XVI, Summo iugiter studio, #6, 27 de Maio de 1832:
“Logo, eles devem instruí-los no verdadeiro culto a Deus, o qual é exclusivo à religião Católica.” 
Papa São Gregório Magno: “A santa Igreja universal ensina que não é possível cultuar a Deus verdadeiramente senão nela…”

1.6) O Lumen Gentium ensina que pode-se ser ateu sem culpa própria, negando a Igreja Católica e a BÍBLIA:

Vaticano II, Lumen Gentium, #16:
“Nem a divina Providência nega os auxílios necessários à salvação àqueles que, sem culpa, não chegaram ainda ao conhecimento explícito de Deus e se esforçam, não sem o auxílio da graça, por levar uma vida recta.” 

Veja:
Romanos 1:19-21: “Porque o que se pode conhecer de Deus lhes é manifesto a eles; porque Deus lho manifestou. Porque as coisas d'Ele, invisíveis, se vêm depois da criação do mundo, consideradas pelas obras que foram feitas, ainda a Sua virtude sempiterna e a Sua divindade; DE MODO QUE SÃO INESCUSÁVEIS. Porquanto, depois de terem conhecido Deus, não o glorificaram como a Deus, ou deram graças; antes se desvaneceram nos seus pensamentos, e se obscureceu o seu coração insensato.” 
Papa Pio IX, Primeiro Concílio do Vaticano, Sessão 3, Sobre a Revelação, Cân. 1:
“Se alguém tenha dito que o único verdadeiro Deus, nosso Criador e Senhor, não pode ser conhecido com certeza a partir das coisas que foram criadas, pela luz natural da razão: seja anátema.”
Papa Pio IX, Primeiro Concílio do Vaticano, Sessão 3, Sobre a Criação, Cân. 1:
“Se alguém negar o único Deus verdadeiro, Criador e Senhor das coisas visíveis e invisíveis: seja anátema.” 

1.7) O Lumen Gentium diz que quem nega a Igreja Católica está unido a ela:

Vaticano II, Lumen Gentium, #15:
“A Igreja vê-se ainda unida, por muitos títulos, com os batizados que têm o nome de cristãos, embora não professem integralmente a fé ou não guardem a unidade de comunhão com o sucessor de Pedro.” 

Isso nega profundamente a Igreja Católica, veja:

Papa Pio IX, Amantissimus, #3, 8 de Abril de 1862:
“Há outras provas, quase incontáveis, extraídas dos testemunhos mais confiáveis que clara e abertamente dão testemunho com grande fé, exatidão, respeito e obediência que todos os que querem pertencer à verdadeira e única Igreja de Cristo devem honrar e obedecer a esta Sé Apostólica e ao Romano Pontífice.” 
Papa Pio VI, Charitas, #32, 13 de Abril de 1791:
“Por último, numa palavra, permaneça junto a Nós. Pois ninguém pode estar na Igreja de Cristo sem estar unido à sua cabeça visível, fundada na Sé de Pedro.” 
Papa Leão XIII, Satis cognitum, #9, 29 de Junho de 1896:
“A prática da Igreja tem sido sempre a mesma, apoiada pelo juízo unânime dos Santos Padres, QUE SEMPRE CONSIDERARAM COMO EXCLUÍDOS DA COMUNHÃO CATÓLICA E FORA DA IGREJA QUALQUER UM QUE SE DESVIE, NO MENOR GRAU QUE SEJA, DE QUALQUER PONTO DE DOUTRINA PROPOSTA PELO SEU MAGISTÉRIO AUTÊNTICO.”

1.8) A "liberdade religiosa" de Dignitatis Humanae, do Vaticano II, nega a Igreja Católica:

Vaticano II, Dignitatis Humanae, #2:
“Este Concílio Vaticano declara que a pessoa humana tem direito à liberdade religiosa. Esta liberdade consiste no seguinte: todos os homens devem estar livres de coação, quer por parte dos indivíduos, quer dos grupos sociais ou qualquer autoridade humana; e de tal modo que, em matéria religiosa, ninguém seja forçado a agir contra a própria consciência, nem impedido de proceder segundo a mesma, em privado e em público, só ou associado com outros, dentro dos devidos limites. (…) Este direito da pessoa humana à liberdade religiosa na ordem jurídica da sociedade deve ser de tal modo reconhecido que se torne um direito civil.” 
Vaticano II, Dignitatis Humanae, #2:
“Por esta razão, o direito a esta imunidade permanece ainda naqueles que não satisfazem à obrigação de buscar e aderir à verdade; e, desde que se guarde a justa ordem pública, o seu exercício não pode ser impedido.” 

Tal "liberdade religiosa" vai diretamente contra a Igreja Católica:

Papa Pio IX, Syllabus de Erros, 8 de Dezembro de 1864, #77:
“Nesta nossa época, já não é oportuno que a religião católica seja a única religião do Estado, em exclusão de qualquer outro culto.” – Condenado.  
Papa Pio IX, Syllabus de Erros, #78:
“Por isso, em certas regiões de nome católico, tem sido louvavelmente sancionado por lei que seja permitido aos homens que para lá imigram o exercício público de qualquer forma de culto próprio.” – Condenado
Papa Pio IX, Syllabus de Erros, #55:
“A Igreja deve manter-se separada do Estado, e o Estado da Igreja.” – Condenado.
Papa Pio IX, Quanta cura, #3, 8 de Dezembro de 1864: 
“Partindo desta ideia totalmente falsa de governo social, eles não temem fomentar A OPINIÃO ERRÔNEA, assaz perniciosa à Igreja Católica e à salvação das almas, qualificada de ‘delírio’ por nosso antecessor Gregório XVI, de feliz memória, DE QUE ‘A LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E DE CULTO É UM DIREITO PESSOAL DE CADA HOMEM, QUE DEVE SER LEGALMENTE PROCLAMADO E AFIRMADO EM QUALQUER SOCIEDADE DEVIDAMENTE CONSTITUÍDA’…” 
Papa Leão XIII, Libertas, #21-23, 20 de Junho de 1888: 
Nem segundo a justiça, nem segundo a razão o Estado pode ser ateu; ou adotar uma linha de ação que viria a dar no ateísmo — nomeadamente, tratar todas as religiões (como são chamadas) em pé de igualdade e conceder-lhes indistintamente os mesmos direitos e privilégios. Uma vez, pois, que é necessário professar uma religião no Estado, deve-se professar a única que é verdadeira e que é reconhecida sem dificuldade, especialmente nos Estados católicos, pois os selos da verdade estão, por assim dizer, nela gravados... O homem tem o direito de prudente e livremente propagar no Estado aquilo que é verdadeiro e honroso, a fim de que possa ser do proveito da maior parte possível; mas as opiniões mentirosas, as quais nenhuma doença do espírito supera, e os vícios que corrompem o coração e os costumes devem ser diligentemente reprimidos pela autoridade pública, impedindo assim que se alastrem para ruína do Estado.” 
Papa Gregório XVI, Inter praecipuas, #14, 8 de Maio de 1844:
“A experiência mostra que não há meio mais direto de alienar o povo da fidelidade e obediência aos seus líderes que pela indiferença à religião, propagada pelas seitas sob o nome de liberdade religiosa.”  

E uma Ex Cathedra só pra confirmar:

Papa Pio IX, Quanta cura, #'s 3-6, 8 de Dezembro de 1864, ex cathedra:
“Partindo desta ideia de governo social, absolutamente falsa, eles não temem fomentar a opinião errônea, assaz perniciosa à Igreja Católica e à salvação das almas, qualificada de ‘delírio’ por nosso antecessor Gregório XVI, de feliz memória, DE QUE ‘A LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E DE CULTO É UM DIREITO PESSOAL DE CADA HOMEM, QUE DEVE SER LEGALMENTE PROCLAMADO E AFIRMADO EM QUALQUER SOCIEDADE DEVIDAMENTE CONSTITUÍDA; e que os cidadãos têm direito à plena liberdade DE MANIFESTAR SUAS IDEIAS COM A MÁXIMA PUBLICIDADE — SEJA POR PALAVRA, SEJA POR ESCRITO, SEJA POR OUTRO MEIO QUALQUER —, sem que autoridade civil nem eclesiástica alguma possa reprimi-la de modo qualquer.’ Ao sustentar afirmação tão temerária, não pensam nem consideram que com isso pregam a liberdade de perdição... Portanto, TODAS E CADA UMA DAS PERVERSAS OPINIÕES E DOUTRINAS DETERMINADAMENTE ESPECIFICADAS NESTA CARTA, COM NOSSA AUTORIDADE APOSTÓLICA AS REPROVAMOS, PROSCREVEMOS E CONDENAMOS; E QUEREMOS E MANDAMOS QUE TODAS ELAS SEJAM TIDAS PELOS FILHOS DA IGREJA COMO REPROVADAS, PROSCRITAS E CONDENADAS.” 
E confirmando que o Vaticano II nega toda a Igreja Católica:

Vaticano II, Dignitatis Humanae, #4:
“Os grupos religiosos têm ainda o direito de não serem impedidos de ensinar e testemunhar publicamente, por palavra e por escrito a sua fé.”

Lembrando que a Igreja Católica condena a "liberdade de imprensa":

Papa Gregório XVI, Mirari vos, #15, 15 de Agosto de 1832:
“Devemos também tratar aqui da liberdade de imprensa, nociva e nunca suficientemente condenada, que se entende por o direito de trazer-se à público toda espécie de escritos; liberdade essa que é por muitos temerariamente desejada e promovida com grande clamor. Horroriza-Nos, Veneráveis Irmãos, considerar as doutrinas monstruosas, ou melhor, a extraordinária abundância de erros que nos cercam, disseminando-se por todas as partes, em inumeráveis livros, folhetos e artigos que, se insignificantes pela sua extensão, não o são certamente pela malícia que encerram...” 
Papa Leão XIII, Libertas, #42, 20 de Junho de 1888:
“Destas considerações segue-se, portanto, que de nenhum modo é permitido pedir, defender ou conceder incondicionalmente a liberdade de pensamento, de imprensa, de ensino, de religião, como se fossem outros tantos direitos que a natureza confere ao homem.” 
Papa Leão XIII, Immortale Dei, #34, 1 de Novembro de 1885:
“Assim foi que, na sua Carta Encíclica Mirari vos, de 15 de Agosto de 1832, Gregório XVI, com grande autoridade doutrinal, condenou os sofismas que se já se iam divulgando desde então — nomeadamente, que em matéria de religião não deve ser dada preferência alguma; que é um direito de cada indivíduo formar o seu próprio juízo acerca de religião; que a consciência de cada homem é o seu único e auto-suficiente guia; e que é lícito a cada homem publicar seja o que for daquilo que pensa, e até conspirar contra o Estado.” 

1.9) O documento Ad Gente diz que a Igreja é insuficiente pra salvação, o que é uma negação total da Igreja Católica

Papa Inocêncio III, Eius exemplo, 18 de Dezembro de 1208:
“Também cremos com coração e com a boca confessamos uma só Igreja, não de hereges, mas a Santa, Romana, Católica e Apostólica, fora da qual nós cremos que ninguém se salva.” 
Mas de acordo com o Vaticano II, isso é mentira: 
Vaticano II, Ad Gentes, #29:
“Em união com o ‘Secretariado para a união dos cristãos,’ procure os meios de realizar e ordenar a colaboração fraterna e a convivência com as iniciativas missionárias doutras comunidades cristãs, a fim de se evitar, quanto possível, o escândalo da divisão.”

Claro que a verdadeira Igreja Católica vai contra isso:

Papa Leão X, Quinto Concílio de Latrão, Sessão 8, 19 de Dezembro de 1513:
“E tendo em conta que a verdade não pode contradizer a verdade, definimos que toda afirmação contrária à verdade iluminada da fé é totalmente falsa e proibimos estritamente que se permita ensinar de outra maneira. Decretamos que todos aqueles que aderem a afirmações errôneas deste tipo, semeando desta maneira heresias que estão totalmente condenadas, devem ser evitados de qualquer maneira e castigados como hereges detestáveis e odiosos e infiéis que trabalham para a ruína da fé católica.”

1.10) O documento Nostra Aetate, de novo, diz que muçulmanos adoram o mesmo Deus que os Católicos


Vaticano II, Nostra Aetate, #3: 
“A Igreja olha também com estima para os muçulmanos. Adoram eles o Deus Único, vivo e subsistente, misericordioso e onipotente, criador do céu e da terra, que falou aos homens e a cujos decretos, mesmo ocultos, procuram submeter-se de todo o coração, como a Deus se submeteu Abraão, que a fé islâmica de bom grado evoca. Embora sem o reconhecerem como Deus, veneram Jesus como profeta... Têm, por isso, em apreço a vida moral e prestam culto a Deus, sobretudo com a oração, a esmola e o jejum".
Isso é mentira:
Papa São Leão IX, Congratulamur vehementer, 13 de Abril de 1053:
“Creio firmemente que a Santíssima Trindade, Pai e Filho e Espírito Santo, é um só Deus onipotente e que toda a divindade na Trindade é coessencial e consubstancial, coeterna e co-onipotente, e de uma só vontade, poder e majestade; Criador de toda a Criação, de Quem todas as coisas, por Quem todas as coisas e em Quem todas as coisas (Rom. 11:36), que estão no céu e na terra, visíveis e invisíveis. Creio também que cada uma das pessoas na Santa Trindade são um só Deus verdadeiro, pleno e perfeito".
Papa Eugénio IV, Concílio de Basileia, Sessão 19, 7 de Setembro de 1434:
“... há esperança de que muitos da abominável seita de Maomé, irão converter-se à fé católica.” 
Papa Bento XIV, Quod provinciale, 1 de Agosto de 1754:
“O Concílio provincial de vossa província de Albânia… decretou da maneira mais solene no seu terceiro cânon, entre outras matérias, como sabeis, que não se deve dar nomes turcos ou maometanos aos filhos ou adultos no Batismo. (...) Isto não deverá ser difícil para qualquer um de vós, veneráveis irmãos, pois nenhum dos cismáticos e hereges foram de tal maneira insensatos para que tomassem o nome de um muçulmano, e, a não ser que a vossa justiça seja superior à deles, não entrareis no Reino dos Céus.”

1.11) O Nostra Aetate, do Vaticano II, aceita o budismo e o hinduísmo


Vaticano II, Nostra Aetate, #2:
“No budismo, segundo as suas várias formas, reconhece-se a radical insuficiência deste mundo mutável, e propõe-se o caminho pelo qual os homens, com espírito devoto e confiante, possam alcançar o estado de libertação perfeita ou atingir, pelos próprios esforços ou ajudados do alto a suprema iluminação.”
Vaticano II, Nostra Aetate, #2:
“Assim, no hinduísmo, os homens perscrutam o mistério divino e exprimem-no com a fecundidade inexaurível dos mitos e os esforços da penetração filosófica, buscando a libertação das angústias da nossa condição quer por meio de certas formas de ascetismo, quer por uma profunda meditação, quer, finalmente, pelo refúgio amoroso e confiante em Deus. 

Nem preciso mostrar que já foi dito EX CATHEDRA pela Igreja Católica que FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO, não?

Papa Leão XIII, Ad extremas, #1, 24 de Junho de 1893:
“Nossos pensamentos se dirigem, em primeiro lugar, ao bem-aventurado Apóstolo Tomás, que é, com razão, chamado o fundador da pregação do Evangelho aos hindús. Depois temos São Francisco Xavier… Através de sua perseverança extraordinária, converteu centenas de milhares de hindús dos mitos e vis superstições dos brâmanes para a verdadeira religião. Os passos deste homem santo foram seguidos por numerosos sacerdotes… eles são os continuadores destes nobres esforços; não obstante, nos vastos cantos da terra, muitos estão todavia privados da verdade, aprisionados miseravelmente nas trevas da superstição.”
Papa Pio XI, Mortalium animos, #2, 6 Janeiro de 1928:
“... a falsa opinião dos que julgam que quaisquer religiões são, mais ou menos, boas e louváveis... Erram e estão enganados, portanto, os que possuem esta opinião: pervertendo o conceito da verdadeira religião, eles repudiam-na...” 
Papa Pio IX, Qui pluribus, #15, 9 de Novembro de 1846:
“Tal é o sistema perverso e oposto à luz natural da razão que propõe a indiferença em matéria de religião. Por meio deste sistema, esses homens astutos procuram eliminar toda a distinção entre o vício e a virtude, entre a verdade e o erro, entre a honra e a ignomínia. Eles alegam que os homens podem alcançar a salvação eterna por meio de qualquer religião, como se fosse possível haver acordo entre a justiça e a iniquidade, colaboração entre a luz e as trevas, ou consórcio entre Jesus Cristo e Belial.” 

1.12) O documento Gaudium et Spem, do Vaticano II, profere heresias sobre Cristo

Vaticano II, Gaudium et Spes, #22:
“Porque, pela sua encarnação, Ele, o Filho de Deus, uniu-se de certo modo a cada homem. Trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano.”
A Igreja Católica diz que para unir o homem com Cristo, os Sacramentos instituídos por ele são necessários:
Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, Cantate Domino, Sessão 11, 4 de Fevereiro de 1442:
“A respeito das crianças, uma vez que a presença do perigo de morte é usual e o único remédio disponível para elas é o sacramento do Batismo, pelo qual elas são arrebatadas do domínio do Diabo e adoptadas como filhos de Deus.” 
Papa Pio XI, Quas primas, #15, 11 de Dezembro de 1925:
“Com efeito, este reino é apresentado no Evangelho como tal, no qual os homens preparam-se para entrar por meio de penitência; além disso, eles não podem nele entrar excepto através da fé e do Batismo, o qual, embora sendo um rito externo, significa e realiza todavia a regeneração interior.”

Tanto que tal união se perde ao se separar da Igreja:

Papa Leão XIII, Satis cognitum, #5, 29 de Junho de 1896:
“Quem se separa da Igreja une-se a uma esposa adúltera e renuncia às promessas  feitas à Igreja. Quem abandona a Igreja de Cristo não logrará as recompensas de Cristo.”

1.13) Gaudium et Spes troca Deus pelo culto ao homem

Vaticano II, Gaudium et Spes, #26:
“Simultaneamente, aumenta a consciência da eminente dignidade da pessoa humana, por ser superior a todas as coisas e os seus direitos e deveres serem universais e invioláveis.” 
Vaticano II, Gaudium et Spes, #12:
Tudo quanto existe sobre a terra deve ser ordenado em função do homem, como seu centro e seu termo: neste ponto existe um acordo quase geral entre crentes e não-crentes.”

Oras, isso é blasfêmia! Todas as coisas devem ser ordenadas em função do Nosso Senhor, Deus, não do homem! Como veremos em um artigo específico sobre a Nova Missa Inválida, o Gaudium et Spes, documento do Concílio Vaticano II, de fato colocou o culto ao homem como centro de sua "missa".

1.14) O documento do Concílio Vaticano II Sacrosanctum Concilium condenado pela Igreja Católica

Papa Pio X, Pascendi Dominici Gregis, #26, 8 de Setembro de 1907, Contra os Erros do Modernismo: “O PRINCIPAL ESTÍMULO DE EVOLUÇÃO PARA O CULTO, É A NECESSIDADE DE SE ADAPTAR AOS COSTUMES E TRADIÇÕES DOS POVOS e bem assim de gozar da eficácia de certos atos, já admitidos pelo uso.”
O que o Papa Pio X faz aí é condenar essa ideia entre aspas. Ele condena que a Igreja se "adapte" a costumes locais pra angariar fiéis, já que são os fiéis que devem se adaptar aos mandamentos da Santa Igreja. O Concílio Vaticano II estabelece exatamente essa adaptação, condenada pelo Papa Pio X:
Sacrosanctum Concilium #34:
“Brilhem os ritos pela sua nobre simplicidade, sejam claros na brevidade e evitem repetições inúteis; devem adaptar-se à capacidade de compreensão dos fiéis, e não precisar, em geral, de muitas explicações.” 
Sacrosanctum Concilium #50: “Que os ritos se simplifiquem, bem respeitados na sua estrutura essencial; sejam omitidos todos os que, com o andar do tempo, se duplicaram ou menos utilmente se acrescentaram; restaurem-se, porém, se parecer oportuno ou necessário... alguns que desapareceram com o tempo.”
O Papa Pio VI também condena explicitamente essa ideia:
Papa Pio VI, Auctorem fidei, 28 de Agosto de 1794, #33:
“A proposição do Sínodo pela qual este manifesta o desejo de remover as causas através das quais, em parte, se induziu um esquecimento dos princípios relacionados com a ordem da liturgia, ‘reduzindo-a (a liturgia) a uma maior simplicidade de ritos, expressando-a em língua vulgar e pronunciando-a em voz alta’…” — é temerária, ofensiva aos ouvidos piedosos, injuriosa à Igreja, favorecedora das injúrias dos hereges contra ela"
O documento do Concílio Vaticano II também pede que as músicas típicas dos povos sejam inseridas na Igreja:

Sacrosanctum conciliun, #119: “Em certas regiões, sobretudo nas Missões, há povos com tradição musical própria, a qual tem excepcional importância na sua vida religiosa e social. (...) Por isso, procure-se cuidadosamente que, na sua formação musical, os missionários fiquem aptos, na medida do possível, a promover a música tradicional desses povos nas escolas e nas ações sagradas"

Isso é explicitamente condenado pelo Concílio de Trento e pelo Papa Pio XII:

Papa Pio IV, Concílio de Trento, Sessão 22, Decreto sobre o que se deve observar e evitar na celebração da Missa: “Apartem também das Igrejas aquelas músicas, onde assim no órgão, como no canto se mistura alguma cousa impura, e lasciva [sensual]; e do mesmo modo todas as ações seculares, conversações vãs, e profanas, passeios, estrépitos, clamores; para que a Casa de Deus pareça, e se possa chamar com verdade Casa de oração.” 
Papa Pio XII, Musicae sacrae, #42, 25 de Dezembro de 1955: “[Sobre a música litúrgica] Deve ser santa. Não se pode permitir que o seu conteúdo reflita coisa alguma de profano, nem que tais coisas sejam subtilmente inseridas nas melodias nas quais ela se expressa.”

É nesse documento que se pedem "profundas mudanças litúrgicas", que virão a ser os falsos-sacramentos, a falsa-missa, etc, da falsa-igreja. Analisaremos os novos e falsos-sacramentos mais tarde. Além dessas heresias e blasfêmias contidas no Concílio Vaticano II, existem muitas outras, mas a intenção aqui foi mostrar que a falsa-igreja que produziu o "Concílio Vaticano II" NÃO É A IGREJA CATÓLICA, porque não tem como a Igreja Católica condenar a ela mesma.

2) As heresias dos anti-papas da falsa-igreja

Se a falsa-igreja não é a Igreja Católica, os seis "papas" da falsa-igreja NÃO SÃO PAPAS, e se caso isso for verdade, eles dirão coisas que são condenadas pela própria Igreja. Na segunda parte desse documento, analisaremos as heresias dos seis anti-papas da falsa-igreja.

2.1) Um herege não pode ser Papa


Enciclopédia Católica, “Heresia”, 1914, vol. 7, pág. 261: “Até o papa, se fosse notoriamente culpável de heresia, deixaria de ser papa porque deixaria de ser membro da Igreja.”

A heresia é uma rejeição ou dúvida perante um dogma da Igreja Católica por parte de um batizado. Este se torna um herege. A Igreja Católica ensina que um Papa, ao se tornar herege manifesto, perderia automaticamente o seu cargo.

São Roberto Belarmino, cardeal e Doutor da Igreja, De Romano Pontifice, II, cap. 30: “Um Papa que é manifestamente um herege automaticamente deixa de ser Papa e Cabeça, tal como ele deixa automaticamente de ser cristão e um membro da Igreja. Por conseguinte, ele pode ser julgado e punido pela Igreja. Este é o ensinamento de todos os Padres da antiguidade que ensinam que hereges manifestos perdem automaticamente toda a jurisdição.” 
São Roberto Belarmino, De Romano Pontifice, II, cap. 30: “Este princípio é do mais certo. O que não é cristão não pode de maneira alguma ser Papa, como o próprio Caetano o disse (ib. c. 26). A razão disto é que ninguém pode ser cabeça daquilo que não é membro. Agora bem, aquele que não é cristão não é um membro da Igreja e um herege manifesto não é cristão, tal como é claramente ensinado por S. Cipriano (lib. 4, epíst. 2), S. Atanásio (Cont. aria.), S. Agostinho (lib. De grat. Christ.), S. Jerónimo (contra Lucifer), e outros; logo, um herege manifesto não pode ser Papa.” 
São Francisco de Sales (séc. XVII), A Controvérsia Católica, Ed. inglesa, pp. 305-306: Agora, quando ele [o Papa] é explicitamente um herege, ele cai ipso facto da sua dignidade e para fora da Igreja...” 
Santo Antonino (1459): “No caso de o Papa ter se tornado um herege, ele encontrar-se-ia, por esse fato isolado e sem nenhuma outra sentença, separado da Igreja. Uma cabeça separada de um corpo não pode, enquanto se mantenha separada, ser cabeça do mesmo corpo da qual foi cortada. Portanto, um papa que se separe da Igreja por heresia, por esse mesmo facto, deixaria de ser a cabeça da Igreja. Ele não poderia ser um herege e continuar como Papa, porque, uma vez que está fora da Igreja, não pode possuir as chaves da Igreja.” (Summa Theologica, citado em Actes de Vatican I. V. Frond pub.).”
Por que isso? Porque um herege não é mais parte da Igreja:

Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, “Cantate Domino,” 1441, ex cathedra: “A Santa Igreja Romana crê firmemente, professa e prega que nenhum dos que estão fora da Igreja Católica, não só pagãos como também judeus, heréticos e cismáticos, poderá participar na vida eterna; mas que irão para o fogo eterno que foi preparado para o demônio e os seus anjos, a não ser que a Ela se unam antes de morrer…” 
Papa Pio XII, Mystici Corporis Christi, #22, 29 de Junho de 1943:
“Nem todos os pecados, embora graves, são de sua natureza tais que separem o homem do corpo da Igreja como fazem os cismas, a heresia e a apostasia.”
Papa Leão XIII, Satis cognitum, #9, 29 de Junho de 1896:
“A prática da Igreja tem sido sempre a mesma, apoiada pelo juízo unânime dos Santos Padres, que sempre consideraram como excluídos da comunhão católica e fora da igreja qualquer um que se desvie, no menor grau que seja, de qualquer ponto de doutrina proposta pelo seu magistério autêntico.” 
Papa Leão XIII, Satis cognitum, #9:
“Ninguém que simplesmente não creia em nenhuma (destas heresias) pode por este motivo considerar a si próprio como ou chamar a si próprio de católico. Pois podem existir ou aparecer outras heresias que não estão discriminadas nesta nossa obra, e, se alguém mantém uma que seja destas heresias não é um católico.” 
Papa Inocêncio III, Eius exemplo, 18 de Dezembro de 1208:
“Também cremos com coração e com a boca confessamos uma só Igreja, não de hereges, mas a santa, Romana, católica e apostólica, fora da qual nós cremos que ninguém se salva.” 
Papa Leão XIII, Satis Cognitum, #15, 29 de Junho de 1896:
“Logo, ninguém, ao menos que em união com Pedro pode partilhar da sua autoridade. É absurdo imaginar que aquele que está fora possa comandar dentro da Igreja.” 

Dirão os falsos-tradicionalistas, aqueles que fingem negar o Concílio Vaticano II mas fazem questão de aceitar a falsa-igreja (afinal, são parte dela, não?) que nada disso prova que um Papa possa perder seu cargo por heresia. Na bula papal do Papa Paulo IV, de 1559, ele deixa claro que um herege não pode ser eleito Papa:

Papa Paulo IV, da Bula Cum ex Apostolatus Officio, 15 de Fevereiro de 1559:
“1… dado que de onde surge um perigo maior, aí deve ser mais decidida e diligentemente neutralizado, preocupamo-nos em impedir que falsos profetas e outros, mesmo que tenham apenas jurisdição secular, possam vilmente seduzir as almas simples e arrastar consigo à perdição inúmeros povos confiados ao seu cuidado e governo tanto das coisas temporais quanto espirituais; e para que não aconteça algum dia que vejamos no lugar santo a abominação da desolação, predita pelo profeta Daniel. Com isto em vista, o nosso desejo tem sido o de cumprir o nosso dever pastoral, na medida que, com a ajuda de Deus, consigamos prender as raposas que se ocupam na destruição da vinha do Senhor, e manter os lobos a distância do redil das ovelhas, para que não pareçamos cães de guarda incapazes de ladrar... 
 Adicionamos, [por esta Nossa Constituição, que deve continuar válida pela perpetuidade, Nós promulgamos, determinamos, decretamos e definimos:] que se em dada altura, acontecesse que um bispo, inclusive em função de arcebispo, ou de patriarca, ou primata; ou um cardeal, como já foi mencionado, qualquer legado, ou até mesmo o Pontífice Romano que antes da sua promoção a cardeal ou ascensão ao pontificado, houvesse se desviado da fé católica, ou caído em heresia: 
(i) a promoção ou ascensão, mesmo se esta tivesse ocorrido com o acordo unânime de todos os cardeais, é nula, inválida e sem efeito; 
(ii) não será possível que essa adquira validez (e de nenhum modo pode considerar-se que tal assunção tenha adquirido validez), por aceitação do cargo, por sua consagração, ou pela subsequente possessão de governo e administração, ou pela suposta entronização do Pontífice Romano, ou veneração, ou pela obediência que todos lhe tenham prestado, qualquer que tenha sido o período de tempo decorrido depois da situação anteriormente exposta; 
(iii) não será tida por parcialmente legítima de forma alguma... 
(iv) os que assim foram promovidos e assumiram as suas funções, por essa mesma razão e sem necessidade de qualquer declaração ulterior, estão privados automaticamente de toda dignidade, lugar, honra, título, autoridade, função e poder… 
10. Portanto, a homem algum seja lícito infringir esta página de Nossa Aprovação, Inovação, Sanção, Estatuto, Derrogação de Vontades e Decretos, ou por temerária ousadia a contradiga. Mas se alguém pretender fazê-lo, saiba que incorrerá na ira de Deus Omnipotente e na dos seus santos Apóstolos Pedro e Paulo.
Dado em Roma, junto a São Pedro, no ano da Encarnação do Senhor 1559, 15 de Fevereiro, no quarto ano de nosso Pontificado.
+ Eu, Paulo, Bispo da Igreja Católica…”
A Enciclopédia Católica, é claro, repete o que o Papa Paulo IV disse em sua bula:
Enciclopédia Católica, 1914, vol. XI, pág. 456:
“Como é óbvio, a eleição de um herege, de um cismático, ou de uma mulher [ao papado] seria nula e inválida.”

2.2) As heresias do anti-papa João XXIII

O primeiro anti-papa da falsa-igreja é o que justamente, por uma "inspiração especial", convocou o nefasto Concílio Vaticano II. Ele afirmou ser Papa entre 1958 e 1963. Analisaremos agora sua vida antes de se tornar anti-papa.

Por anos o Santo Ofício manteve um arquivo sobre Angelo Roncalli, o anti-papa João XXIII, pela suspeita de modernismo. Em 1925 ele foi abruptamente removido de sua cátedra no Seminário de Latrão e enviado pra Bulgária. Lá, começa sua carreira diplomática, e ele se aproxima muito de Ernesto Buonaiuti, excomungado por heresia em 1926.

2.2.1) Heresias pré anti-papado

Nesse mesmo ano, Angelo Roncalli escreve uma carta a um "ortodoxo" cismático:

Os católicos e os ortodoxos não são inimigos, mas irmãosTemos a mesma fé, participamos nos mesmos sacramentos e, sobretudo, na mesma Eucaristia. Separam-nos alguns mal-entendidos sobre a constituição divina da Igreja de Jesus Cristo. Aqueles que causaram esses mal-entendidos já morreram há séculos. Vamos deixar de lado as velhas contendas e, cada um no seu campo, vamos trabalhar para tornar bons os nossos irmãos, oferecendo-lhes os nossos melhores exemplos. Mais tarde, ainda que tendo partido de caminhos diferentes, encontrar-nos-emos na união das Igrejas para formar juntos a verdadeira e única Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo - Luigi Accattoli, Quando o Papa Pede Perdão, Edições Paulinas, 1998, pág. 28.

O que ele diz aqui é que a verdadeira Igreja não foi ainda instituída por Cristo, uma heresia. Em 1935 ele vai à Turquia e faz amizade com o sub-secretário do Ministério de Relações Exteriores, Namam Rifat Menemengioglu. Na conversa entre os dois, o sub-secretário disse:

“A laicidade do Estado é o nosso princípio fundamental e a garantia de nossa liberdade.” Roncalli respondeu: “A Igreja será cuidadosa em não infringir vossa liberdade.” (Em Alden Hatch, A Man Named John, pág. 94)

Ainda na Turquia, ele declarou o seguinte:

“Vós irlandeses sois impossíveis. No momento em que vindes ao mundo, até antes de serdes batizados, começais a condenar todos os que não pertencem à Igreja, especialmente os protestantes!” (Em Alden Hatch, A Man Named John, pág. 96)

O que Roncalli finge não saber é que um dos dogmas da Igreja é "Fora da Igreja não há salvação". Mais uma citação mostrando a visão herética do futuro anti-papa:

“A facção extrema anticatólica da Igreja Ortodoxa Grega anunciou com júbilo um acordo com a Igreja de Inglaterra pela qual cada uma reconhece a validez das sagradas ordens da outra. Mas Roncalli estava genuinamente contente. Aos gregos, que sorrateiramente lhe perguntaram sobre o que pensava do acordo, ele respondeu com sinceridade, ‘Não tenho nada senão elogios aos nossos irmãos separados pelo seu zelo em dar um passo em direcção à união de todos os cristãos.’” (Em Alden Hatch, A Man Named John, pág. 98)

Ele já tinha o Concílio em mente em 1944. Segundo o jornalista Desmond O'Grady, ex-correspondente do Washington Post, relata os planos de Roncalli, revelados em um "longo sermão" na Turquia. Em St. Anthony’s Messenger, de Novembro de 1996, está a transcrição desse sermão, onde ele fala de um "concílio que será celebrado no período pós-guerra" (e isso 14 anos antes de sua "inspiração especial").

Quando foi nomeado "Cardeal", fez questão de receber o barrete (chapéu de Cardeal) das mãos do anti-católico e socialista presidente da França, Vincent Auriol:

"Um socialista honesto", segundo o anti-Papa João XXIII

Roncalli tinha um padrão em seu círculo de amigos: caso fosse um anti-católico em posição importante, pode apostar que o anti-Papa João XXIII iria querer dar "rolês" com você. Um de seus amigos era o embaixador soviético M. Bogomolov, e isso quando o governo comunista tinha retomado sua política de perseguição cruel aos Católicos.

O Anti-Papa João XXIII e M. Bogomolov, assassino de Católicos

Ele era também "bom amigo e confidente" ( Rev. Francis Murphy, John XXIII Comes To The Vatican, 1959, pág. 139) de Edouard Herriot, talvez seu "melhor amigo" (Alden Hatch, A Man Named John, pág. 114). Edouard Herriot era líder dos radicais socialistas anti-católicos da França.

O anti-papa João XXIII com Edouard Herriot, líder dos radicais socialistas anti-católicos

Em Veneza, o agora "Cardeal" Roncalli pediu que "exortou os fiéis a acolher os socialistas de toda Itália, que celebravam a sua trigésima segunda reunião” em Veneza" (Mark Fellows, Fatima in Twilight, Niagra Falls, NY: Marmion Publications, 2003, pág. 159), socialismo este que sempre foi condenado pela Igreja Católica.

“O patriarca (João XXIII) mandou que se colocassem nas paredes de Veneza inteira avisos sobre a abertura da trigésima segunda reunião do Congresso do Partido Socialista de Itália (PSI) em Fevereiro de 1957. Os anúncios diziam: ‘Acolho a excepcional magnitude deste evento, que é tão importante para o futuro do nosso país.’” (Kurt Klinger, A Pope Laughs, Stories of John XXIII, pág. 105)

2.2.2) As heresias durante o anti-papado de João XXIII


Logo após ter sido eleito em estranhíssimas circunstâncias, "João XXIII encontrou uma antiga estátua de Hipólito, um antipapa do século III. Ele mandou restaurá-la e colocá-la na entrada da Biblioteca do Vaticano" (Paul Johnson, Pope John XXIII, pp. 37, 114-115, 130). Durante a primeira benção papal "“Rostos decepcionados surgiram por toda parte na Praça de São Pedro quando João XXIII deu a sua primeira bênção papal pois ele mal levantou os braços. O seu sinal da cruz se afigurou aos romanos como um gesto deplorável, pois pareceu que movia os pulsos a nível da cintura" (Kurt Klinger, A Pope Laughs, Stories of John XXIII, pág. 24), e disse que se sentia inibido quando era chamado de Santo Padre ou Sua Santidade (Time Magazine, “1962 Man of the Year: Pope John XXIII,” 4 de Janeiro de 1963), até porque seria um erro chamá-lo assim. Eram sinais do que estava por vir.

Sobre o que esperava do Concílio Vaticano II, disse: "Não temos a intenção de realizar um julgamento do passado. Nós não queremos mostrar quem estava certo e quem estava errado. Tudo o que queremos dizer é, ‘Unamo-nos; ponhamos termo às nossas divisões" (Alden Hatch, A Man Named John, pág. 192). Oras, pra unirmo-nos, apenas na Igreja Católica. Fora da Igreja não há Salvação, e não há união fora dela! Ao anti-cardeal Bea, chefe do Secretariado do Concílio para União dos Cristãos, deu as seguintes instruções: "Temos que pôr de lado, por agora, aqueles elementos que nos diferenciam" (Alden Hatch, A Man Named John, pág. 192). Quais são os elementos que nos diferenciam? Oras, nossos dogmas, e como já vimos, era exatamente a isso que o anti-papa João XXIII se referia. Ao não-católico Roger Schutz, fundador da "comunidade ecumênica de Taizé", um mosteiro não-católico, disse: "Vós estais na Igreja, ficai em paz". Schutz disse: "Mas então nós somos Católicos", no que o anti-papa responde: "Sim, não estamos mais separados" (Luigi Accattoli, Quando o Papa Pede Perdão, pág. 29).

Isso foi herético:

Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, Cantate Domino, 1441: “Aqueles, por conseguinte, que mantêm posições diversas ou contrárias, [a sacrossanta Igreja romana] os condena, reprova e anatematiza, e proclama que são alheios ao corpo de Cristo, que é a Igreja.”

Foi o anti-papa João XXIII quem recebeu, pela primeira vez no Vaticano, um "arcebispo" protestante dos EUA e um "sumo sacerdote" xintoísta (Time Magazine, “1962 Man of the Year: Pope John XXIII,” 4 de Janeiro de 1963). Ele, em certa vez, comentou: "“Se eu tivesse nascido muçulmano, acredito que permaneceria sempre um bom muçulmano, fiel à minha religião" (Allegri, Il Papa che ha cambiato il mondo, ed., Reverdito, 1998, pág. 120). Falando em muçulmanos, um dos seus primeiros atos foi receber o "Xá" do islamismo iraniano. Quando esse "Xá" estava se retirando, João XXIII o "abençoou" com uma fórmula alterada para não ofendê-lo. Disse: "Que o mais abundante favor de Deus Todo-Poderoso esteja contigo" (Alden Hatch, A Man Named John, pág. 193).

Foi uma heresia dupla: Retirou da benção a invocação à Santíssima Trindade e abençoou um membro de uma falsa-religião.
Papa Pio XI, Mortalium animos, #9, 6 de Janeiro de 1928: “Ninguém ignora por certo que o próprio João, o Apóstolo da Caridade, que em seu Evangelho parece ter manifestado os segredos do Coração Sacratíssimo de Jesus e que permanentemente costumava inculcar à memória dos seus o mandamento novo: ‘Amai-vos uns aos outros,’ proibiu inteiramente até mesmo manter relações com os que professavam de forma não íntegra e corrupta a doutrina de Cristo: ‘Se alguém vem a vós e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem digais a ele uma saudação’ (2 João 10).”

Em 18 de Julho de 1959, o anti-papa João XXIII suprime a seguinte oração: "Sede o Rei de todos aqueles que ainda estão sepultados nas trevas da idolatria e do islamismo" (Luigi Accattoli, Quando o Papa Pede Perdão, pág. 29). O Papa Pio XI ordenou que essa oração fosse recitada na festa de Cristo Rei no dia 17 de Outubro de 1925. Muitos Santos foram removidos do calendário pelo anti-papa João XXIII, como a Santa Filomena.

Santa Filomena, virgem e mártir, removida do calendário pelo anti-papa João XXIII
Um Papa válido, Gregório XVI, sobre a Santa Filomena: "Grande Taumaturga do século XIX e padroeira do Rosário Vivo".

O anti-papa João XXIII queria que o "clero" da "igreja ortodoxa" russa participasse do Concílio Vaticano II. Os ortodoxos aceitaram, desde que não houvesse uma condenação ao comunismo no Concílio. Esse foi o Acordo Vaticano-Moscovo. Acordo que na verdade é uma submissão deplorável, maligna e apóstata. Sério, analise o tal acordo: o "clero" da falsa-igreja que se diz "ortodoxa", entupido de agentes da KGB, observariam os procedimentos do Concílio Vaticano II, atentando para qualquer coisa que não agradasse a eles, e "em troca", o comunismo não é condenado no Concílio.


João XXIII, ao ver onde os observadores não-católicos do Concílio se sentariam, disse: "Não serve! Ponham os nossos irmãos separados perto de mim". Um anglicano, que fazia parte desses "irmãos", disse: "Portanto, ali estávamos - justamente na primeira fila" (Alden Hatch, A Man Named John, NY, pág. 14).

No dia 11 de Outubro de 1962, o anti-papa João XXIII dá o seu discurso de abertura do Concílio Vaticano II:

“Nos tempos atuais, elas não vêem senão prevaricações e ruínas; vão repetindo que a nossa época, em comparação com as passadas, foi piorando; e portam-se como quem nada aprendeu da história, que é também mestra da vida, e como se no tempo dos Concílios Ecuménicos precedentes tudo fosse triunfo completo da ideia e da vida cristã, e da justa liberdade religiosa. Mas parece-nos que devemos discordar desses profetas da desventura, que anunciam acontecimentos sempre infaustos, como se estivesse iminente o fim do mundo. No presente momento histórico, a Providência está-nos levando para uma nova ordem de relações humanas...” 
“...os erros se dissipam logo ao nascer, como a névoa ao despontar o sol. A Igreja sempre se opôs a estes erros; muitas vezes até os condenou com a maior severidade. Agora, porém, a esposa de Cristo prefere usar mais o remédio da misericórdia do que o da severidade. [A Igreja] Julga satisfazer melhor às necessidades de hoje mostrando a validez da sua doutrina do que renovando condenações. (…) Infelizmente, a família cristã, não atingiu ainda, plena e perfeitamente, esta visível unidade na verdade.”

Além de dizer que a Igreja sempre fez condenações, mas que agora não fará mais, profere a heresia de que "a família cristã ainda não atingiu a visível unidade na verdade". 1) A família cristã é composta apenas de Católicos. Dizer que os não-católicos fazem parte dessa "família" é heresia, como já vimos. E mesmo que estivesse se referindo apenas aos Católicos, seria herético, pois os Católicos estão sim na visível unidade na verdade: a Santa Igreja Católica.

Papa Leão XIII, Satis cognitum, #4, 29 de Junho de 1896: “A Igreja, em relação à sua unidade, pertence à categoria das coisas indivisíveis por sua própria natureza, embora os hereges trabalhem para que se divida em diversas partes.” 
Papa Leão XIII, Satis cognitum, #5: “Há ― disse São Cipriano ― um só Deus, um só Cristo, uma só Igreja de Cristo, uma só fé, um só povo que, pelo vínculo da concórdia, está fundado na unidade sólida de um mesmo corpo. Esta unidade não pode ser quebrada, nem o corpo uno ser dividido pela separação das suas partes constituintes.” 
O anti-papa João XXIII suprimiu a bela oração leonina à São Miguel Arcanjo, feita pelo Papa Leão XIII para ser recitada após a Missa, pedindo que o Arcanjo intercedesse contra as tentativas de Satanás pra tomar a Igreja. A oração foi feita logo após uma visão do Papa Leão XIII, onde o diabo pedia pra Deus mais 100 anos (outros relatos falam de 70) pra tentar conquistar a Igreja. Essas orações foram também recomendadas pelo Papa São Pio X e pelo Papa Pio XI.

Na encíclica Mater Et Magistra (sobre o "progresso social"), O anti-papa João XXIII promove os ideais socialistas, sem condenar o comunismo ou o socialismo uma única vez. O comunismo foi condenado 35 vezes pelo Papa Pio XI e 123 vezes pelo Papa Pio XII. O secretário geral do Partido Comunista Britânico, John Gollan, em frente às câmeras, disse que a encíclica "Pacem in Terris", do anti-papa João XXIII "o surpreendeu e alegrou", e por isso exteriorizou a sua "mais sincera satisfação no recente 28º congresso do partido" (Pe. Joaquin Arriaga, The New Montinian Church, Brea, CA., pág. 170).

O anti-papa João XXIII disse: “Não vejo razão alguma para que um cristão não possa votar num marxista se julgar que este é mais apto para seguir uma determinada linha política e destino histórico". O comunismo foi condenado mais de 200 vezes pela Igreja Católica.

Mas o que causou tanta satisfação a um comunista na encíclia "Pacem in Terris"?

João XXIII, Pacem in terris, #14, 11 de Abril de 1963: “Pertence igualmente aos direitos da pessoa a liberdade de prestar culto a Deus de acordo com os retos ditames da própria consciência, e de professar a religião, privada e publicamente.”
Isso é pura heresia. Muitos Papas condenaram a idolatria de falsos-deuses em público, como já mostrei na primeira parte desse documento. O Padre Ciappi, teólogo do Santo Ofício na época, apontou o óbvio erro. O anti-papa João XXIII respondeu a ele o seguinte: "Não fico ofendido por algumas manchas se a maior parte brilha" (Catholic Restoration, Março-Abril de 1992, Madison Heights, MI, pág. 29)

Não só os comunistas ficaram felicíssimos com a negação dos dogmas Católicos por parte de um dito "Papa". Os Maçons, idólatras de Satanás, gostaram muito também. A citação a seguir é do Boletim Maçônico, órgão oficial do "Supremo Conselho do 33º grau do Rito Escocês da Maçonaria" (ano 18, nº220, Maio de 1963):

“A LUZ DO
GRANDE ARQUITECTO DO UNIVERSO
ILUMINA O VATICANO 
”Em termos gerais, a encíclica Pacem in terris, dirigida a todos os homens de boa vontade, inspirou consolo e esperança. Tanto em países democráticos como comunistas, Pacem in terris foi elogiada universalmente. Apenas as ditaduras católicas franziram o sobrolho e distorceram o seu espírito. 
Muitos dos seus conceitos e doutrinas nos são familiares. Ouvimo-las de ilustres racionalistas, liberais e irmãos socialistas. Depois de considerado cuidadosamente o significado de cada palavra, poderíamos dizer que, apesar da proverbial e típica baboseira literária do Vaticano, a encíclica Pacem in terris é uma rigorosa exposição de doutrina maçônica. (…) nós não hesitamos em recomendar uma leitura atenciosa dessa encíclica.”

No ano 1975 os Cavaleiros Templários (tentáculo Maçom) lançaram o livro Resurgence du Temple. Na página 149 você encontra a seguinte citação: “A direção da nossa ação: a continuação do trabalho de João XXIII, e de todos os que o seguiram no caminho do universalismo templário.”

O anti-Papa João XXIII já parou o seu carro pra abençoar "judeus" que saiam do Sabbath, o que é uma heresia, como já mostrei aqui. Mas não só isso. Aparentemente, em uma ocasião, o anti-Papa João XXIII revelou que é um "judeu" infiltrado. Certa vezes ele saudou visitantes "judeus" com as seguintes palavras: "Eu sou José, vosso irmão" (Bart McDowell, Inside the Vatican, Washington D.C.: National Geographic Society, 1991, pág. 193;  também pode ser ser visto em Time Magazine, na edição de 4 de Janeiro de 1963; também citado em The Bible, The Jews and the Death of Jesus, Bishops’ Committee for Ecumenical and Interreligious Affairs, United States Conference of Catholic Bishops, 2004, pág. 59).

Pra quem não está familiarizado com a Bíblia, tal referência é ao Gênesis, quando José, após anos no Egito, e tendo conquistado um alto posto político (abaixo apenas do Faraó), recebe seus irmãos, que apareceram necessitados por lá. Mas de início José não revela seu grau de parentesco com os pedintes. Eis que em certo momento, depois de um tempo disfarçado, ele diz: "Eu sou José, vosso irmão" (Gen 45:4). Pouco antes de morrer, ele compôs a seguinte "oração aos judeus":

“Estamos hoje conscientes do quão cegos fomos no decorrer de muitos séculos, e de como não éramos capazes de ver a beleza de Teu Povo Eleito, nem de reconhecer na face os traços de nossos irmãos privilegiados. Compreendemos que o sinal de Caim esteja inscrito em nossa testa. No curso dos séculos estava no chão Abel, nosso irmão, ensanguentado e em prantos por nossa falta, porque havíamos esquecido o Teu amor. Perdoa-nos a maldição que injustamente tínhamos atribuído ao seu nome de judeus. Perdoa-nos, pois, por termos crucificado a eles, Te crucificamos uma segunda vez. Perdoa-nos, porque não sabíamos o que fazíamos.” (B'nai B'rith Messenger, Sexta-feira, 4 de Novembro de 1964; The Catholic Herald, Sexta-feira, 14 de Maio de 1965)
Isso é uma negação de tanta coisa da Igreja Católica que eu nem sei por onde começar. É uma negação ao Dogma básico de que "Fora da Igreja não há Salvação", entre muitas outras coisas. Ele diz que os "judeus" são o "Povo Eleito", o que é outra heresia. Veja o que um Papa válido fala sobre um "judeu":
Papa Bento XIV, A quo primum, 14 de Junho de 1751: "Outra ameaça para os cristãos tem sido a influência dos infiéis judeus… Certamente não é em vão que a Igreja tenha estabelecido a oração universal que é, do nascer ao pôr-do-sol, oferecida pelos infiéis judeus para que o Senhor Deus remova o véu de seus corações, para que eles sejam resgatados das suas trevas para a luz da verdade"
Fica óbvio que João XXIII nunca foi Papa: foi um infiltrado a serviço dos inimigos da Igreja, um anti-papa. Veremos que os seus 5 sucessores estão apenas seguindo tal plano.

2.3) As heresias do anti-papa Paulo VI:


Anti-Papa Paulo VI, o homem que continuou o trabalho sujo da falsa-igreja

O anti-papa Paulo VI afirmou ser Papa entre 1963 e 1978. Ele ratificou solenemente todos os documentos do Concílio Vaticano II, que, como foi mostrado na primeira parte desse documento, são extremamente heréticos. Foi ele quem colocou na falsa-igreja a Nova (e inválida) Missa, e também os novos (e inválidos) Sacramentos. Ele deu um passo a mais na apostasia, e NEM DE PERTO era Católico.

Paulo VI, Audiência Geral, 6 de Dezembro de 1972: “Deus existe? Quem é Deus? E que  conhecimento pode o homem ter d'Ele? Que relação cada um de nós deve ter com Ele? Responder a estas perguntas nos levaria a um discurso sem fim, complexo e interminável…”

Vamos responder, segundo a Igreja Católica, as perguntas que um Papa não deveria estar fazendo. Pra um leigo, são justas, mas é ridículo um Papa estar tratando tais perguntas como "sem resposta". Deus existe? Sim. Quem é Deus? A Santíssima Trindade. Que conhecimento pode o homem ter d'Ele? A Fé Católica. Que relação cada um de nós deve ter com Ele? Pertencer à Igreja por Ele estabelecida, a Igreja Católica.

Paulo VI, Audiência Geral, 27 de Junho de 1973: "…tudo deve mudar, tudo progredir. A evolução parece ser a lei que traz a libertação. Deve haver muito de verdadeiro e de bom nesta mentalidade…"

Isso é uma blasfêmia condenada pelo Papa São Pio X:

Papa São Pio X, Pascendi, #26, 8 de Setembro de 1907, explicando a doutrina dos modernistas: “O dogma, pois, a Igreja, o culto, os livros sagrados e até mesmo a fé... devem sujeitar-se às leis da evolução.” 

Ele ainda continua, e nega também Nosso Senhor Jesus Cristo e toda a Igreja Católica:

Paulo VI, Audiência Geral, 8 de Novembro de 1972: “O ecumenismo começou assim; como respeito pelas religiões não-cristãs…” 
Paulo VI, Discurso, 22 de Setembro de 1973: “… as nobilíssimas religiões não-cristãs…” 
Paulo VI, Audiência Geral, 12 de Janeiro de 1972: “Ante nossos olhos se abre um quadro desconcertante: o das religiões, as religiões inventadas pelo homem; tentativas que por vezes são muito audazes e nobres…” 
Paulo VI, Mensagem, 1 de Dezembro de 1977: “…as religiões não-cristãs, que a Igreja respeita e estima…” 
Paulo VI, Mensagem, 24 de Novembro de 1969: “… superar as divisões, mediante o respeito mútuo entre as diferentes confissões religiosas...” 
Paulo VI, Discurso, 3 de Dezembro de 1970: “Saudamos com respeito os representantes de todas as outras religiões, que nos honram com a sua presença.” 
Paulo VI, Audiência Geral, 6 de Julho de 1977: “Damos as boas-vindas com sincero respeito à delegação japonesa da religião Konko-kyo.” 
Vejamos o que a Igreja Católica tem a dizer sobre as declarações do anti-papa:

Papa São Gregório Magno, 590-604: A santa Igreja universal ensina que não é possível cultuar a Deus verdadeiramente senão nela, e afirma que todos os que estão fora dela não serão salvos.” 
Papa Pio XI, Mortalium animos, #2, 6 de Janeiro de 1928: “… na falsa opinião dos que julgam que quaisquer religiões são, mais ou menos, boas e louváveis... erram e estão enganados, portanto, os que possuem esta opinião: pervertendo o conceito da verdadeira religião, eles repudiam-na…"

Mais uma heresia do anti-papa Paulo VI:

Paulo VI, Discurso ao Sínodo de Bispos, 27 de Setembro de 1974: “Do mesmo modo não podemos omitir uma referência às religiões não-cristãs: estas, de fato, já não devem ser consideradas como rivais ou obstáculos à evangelização…”

Condenada pelo Papa Gregório XVI:

Papa Gregório XVI, Mirari vos, #13, 15 de Agosto de 1832: “… entendam, portanto, os que pensam poder-se ir de todas as partes ao porto da Salvação que, segundo a sentença do Salvador, eles estão contra Cristo, já que não estão com Cristo (Lc 11:23), e os que não colhem com Cristo dispersam miseramente, pelo que perecerão infalivelmente os que não tiverem a fé católica e não a guardarem íntegra e sem mancha (Credo Atanasiano).” 

Nas próximas declarações, Paulo VI nega a Santíssima Trindade e elogia a falsa-religião do islamismo:

Paulo VI, Discurso, 9 de Setembro de 1972: "Nós também gostaríamos que você soubesse que a Igreja reconhece as riquezas da fé islâmica - uma fé que nos liga ao único Deus"
Paulo VI, Discurso, 18 de Setembro de 1969: "… os muçulmanos… conosco adoram o Deus único e misericordioso, que há-de julgar os homens no último dia." 
Paulo VI, Discurso ao embaixador muçulmano, 4 de Junho de 1976: "… os marroquinos muçulmanos… nossos irmãos na fé no Deus único... Sereis sempre bem-vindos, e encontrareis aqui estima e compreensão". 
Paulo VI, Discurso, 2 de Dezembro de 1977: "… ‘os muçulmanos, que professam seguir a fé de Abraão, e conosco adoram o Deus único e misericordioso, que há-de julgar os homens no último dia,’ como declarou solenemente o Concílio Vaticano II". 
Paulo VI, Discurso, 1 de Agosto de 1969: "… Nosso vivo desejo de saudar, nas vossas pessoas, as grandes comunidades muçulmanas dispersas pela África, o que Nos permite manifestar o Nosso grande respeito pela fé que professais (...) neste testemunho de piedade e fidelidade dos mártires católicos e protestantes, recordamos a memória daqueles confessores da fé muçulmana, que foram os primeiros... a sofrer a morte…"
Paulo VI diz diversas vezes que os Católicos têm o mesmo "deus" que os muçulmanos, um falso-deus, já que o verdadeiro Deus é a Santíssima Trindade. Ele ainda piora a situação, e diz que existiram mártires muçulmanos e anglicanos:
Paulo VI, Angelus, 3 de Agosto de 1969: “Vinte e dois mártires foram reconhecidos, mas haviam muitos mais, e não apenas católicos, mas também houve alguns anglicanos e muçulmanos.” 
Isso, obviamente, é condenado pela Igreja Católica:
Papa Eugênio IV, Concílio de Florença, 1441, ex cathedra: “... ninguém, por mais esmolas que dê, ainda que derrame seu sangue pelo Nome de Cristo, pode salvar-se se não permanecer no seio e na unidade da Igreja Católica.” 
Papa Eugênio IV, Concílio de Florença, dogmático "Credo Atanasiano" 1439: "Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica. Porque aquele que não a professar, integral e inviolavelmente, perecerá sem dúvida por toda a eternidade"

Sobre a "liberdade religiosa", que como mostro na primeira parte desse documento, é condenada pela Igreja Católica, o anti-papa Paulo VI diz o seguinte:
Paulo VI, Discurso, 9 de Julho de 1969: "Ela [a Igreja] também afirmou, durante a Sua longa história, às custas de opressão e perseguição, a liberdade para todas as pessoas de professar a sua própria religião: ninguém, disse Ela, deve ser impedido, ninguém deve ser forçado, de agir de acordo com a sua própria consciência religiosa... o Concílio... exigiu, como dissemos,  uma verdadeira e pública liberdade religiosa…"
Paulo VI, Mensagem, 10 de Dezembro de 1973: "…as reiteradas violações do sagrado direito à liberdade religiosa em seus diversos aspectos e a ausência de um acordo internacional que o sustente…"
Paulo VI, Carta, 25 de Julho de 1975: "… a Santa Sé alegra-se de ver enfatizado especificamente o direito à liberdade religiosa".

Lembrando:

Papa Leão XIII, Libertas, #42, 20 de Junho de 1888:“Destas considerações segue-se, portanto, que de nenhum modo é permitido pedir, defender ou conceder incondicionalmente a liberdade de pensamento, de imprensa, de ensino, de religião, como se fossem outros tantos direitos que a natureza confere ao homem.”  

O protestantismo começa com Martinho Lutero, um herege cismático que negava o livre-arbítrio, o papado, a oração aos Santos, o purgatório, a tradição a Transubstanciação e o santo sacrifício da Missa, que foi substituído, no protestantismo, por uma cerimônia memorial, pra "lembrar da última ceia". Lutero afirmava que nenhum homem é capaz de uma boa obra, e disse que se não pecássemos, o sacrifício de Jesus estaria sendo à toa. Entraremos em mais detalhes nesse nojo que é o protestantismo em documento próprio sobre o assunto. Falo isso agora porque, a seguir, citações sobre o que o anti-papa Paulo VI pensava sobre esses hereges, porcos que cospem blasfêmias por prazer:

Paulo VI, Discurso Angelus, 17 de Janeiro de 1971: "... da oposição polêmica entre as diversas denominações cristãs, temos passado ao respeito recíproco…
Paulo VI, Discurso aos representantes das Igrejas não-católicas de Genebra, 10 de Junho de 1969: "O espírito que nos anima… Este espírito estabelece, como primeira condição de todo o contato frutífero entre as diferentes confissões, que cada um professe a sua fé lealmente" 
Paulo VI, Homilia, 25 de Janeiro de 1973: "… expressamos um pensamento respeitoso e afetuoso em Cristo para os cristãos das outras confissões que residem nesta cidade e lhes asseguramos da nossa estima…
Paulo VI, Carta, 6 de Agosto de 1973, ao Conselho Mundial de Igrejas: "O Conselho Mundial de Igrejas foi criado com o fim de, pela graça de Deus, servir às Igrejas e comunidades eclesiais em seus esforços de restaurar e manifestar a todos aquela perfeita comunhão na fé no amor, que é o dom de Cristo à sua Sua Igreja" (O Conselho Mundial de Igrejas é um clube protestante) 
Paulo VI, Discurso, 12 de Dezembro de 1968: "... Nossos filhos encontram-se em relações amigáveis com seus irmãos cristãos, luteranos, evangélicos…" 
Paulo VI, Discurso, 28 de Abril de 1977: "… as relações entre a Igreja Católica e a comunhão anglicana… estas palavras de esperança, ‘a comunhão anglicana unida e não absorvida,’ já não são meramente um sonho"
Se você leu até aqui, já sabe o que vou dizer: todas essas declarações foram condenadas pela Igreja. Citações aqui não faltam. Mas coloco mais duas só pra te lembrar, uma ex cathedra, ou seja, infalível:
Papa Pio IV, Concílio de Trento, Profissão de fé, ex cathedra: "... esta verdadeira fé católica, fora da qual não há salvação e que agora livremente professo".
Papa Gregório XVI, 27 de Maio de 1832:
“Finalmente, algumas dessas pessoas desviadas tentam persuadir a si mesmas e a outros que os homens não são salvos somente na religião católica, mas que mesmo hereges podem alcançar a vida eterna.” 

O anti-papa Paulo VI também gostava da ONU, uma organização maligna que promove o assassinato de fetos e aspira o controle global com uma Nova Ordem Mundial, já que está na mão de satanistas. Um ex-secretário geral da ONU, U Thant, elogiou o comunista Lenin, porque suas ideias "refletiam-se na carta das Nações Unidas", olha que beleza. Vejamos o que o anti-Papa Paulo VI falava da nefasta ONU:

Paulo VI, Discurso, 5 de Fevereiro de 1972: “… temos fé na ONU...” 
Paulo VI, Mensagem, 26 de Abril de 1968: “… que todos os homens se unam de coração pacificamente para que os princípios das Nações Unidas possam ser não somente proclamados, mas também postos em prática, e que não apenas a constituição dos Estados possam promulgá-los, mas também que as autoridades públicas os apliquem…” 
Paulo VI, Discurso ao secretário general da ONU, 9 de Julho de 1977: “… queremos escutar a voz do representante autorizado da Organização das Nações Unidas… tudo isto só serve para enfatizar ainda mais o papel benéfico e insubstituível da Organização das Nações Unidas…” 
Paulo VI, Mensagem à ONU, 4 de Outubro de 1970: “ Queremos hoje repetir o que tivemos a honra de proclamar, no dia 4 de Outubro de 1965, da tribuna da vossa Assembleia: ‘Esta Organização representa o caminho obrigatório da civilização moderna e da paz mundial.’ (…) Aliás, onde poderiam, uns e outros, encontrar um ponto melhor para se reunirem, uma tribuna para as suas assembleias, um tribunal para defenderem a causa da justiça e da paz? … quem saberá, melhor do que a ONU e os seus organismos especializados, reforçar este desafio lançado a toda a humanidade?… Existe, na realidade, um bem comum dos homens, e compete à vossa organização, pela sua vocação à universalidade, que é a sua razão de ser, promovê-lo incansavelmente.
 Por que Paulo VI recomenda tanto a ONU e seus caminhos? Porque esse anti-papa, assim como todos os outros, desde João XXIII, trabalham pela tal Nova Ordem (satânica) Mundial:

Paulo VI, Mensagem ao presidente da conferência da ONU, 24 de Maio de 1976: “… esta nova ordem econômica internacional que há que construir sem cessar.” 
Paulo VI, Mensagem, 8 de Setembro de 1977: “Coloca-se hoje uma legítima ênfase na necessidade de construir uma nova ordem mundial…” 
Paulo VI, Mensagem às Nações Unidas, 24 de Maio de 1978: “… estamos conscientes de que o caminho que deve conduzir a uma nova ordem internacional… não pode, em nenhum caso, ser tão curto como gostaríamos. (...) desarmamento, nova ordem mundial, desenvolvimento: três imperativos inseparavelmente ligados…”
Nas próximas citações, mostra-se que Paulo VI seguiu perfeitamente o caminho que começa no Concílio Vaticano II: o culto ao homem no lugar de Deus, exatamente o que a Sinagoga de Satã faz:
Paulo VI, Discurso, 7 de Fevereiro de 1971: “Toda a honra ao homem!” 
Paulo VI, Discurso, 1 de Agosto de 1969: “… não vos deixeis desanimar pelos obstáculos e dificuldades que surgem constantemente; não duvideis do homem.” 
Paulo VI, Mensagem, 25 de Março de 1971: “… o futuro mesmo do homem, ‘para o qual tudo deve ser ordenado sobre a terra, como o seu centro e vértice.’” 
Paulo VI, Discurso, 18 de Novembro de 1971: “Durante a nossa visita a Bombay, havíamos dito: ‘O homem deve vir ao encontro do homem.’” 
Paulo VI, Audiência, 10 de Janeiro de 1972: “... porque as exigências da justiça, senhores, só se podem obter à luz da verdade, daquela verdade que é o homem…” 
Paulo VI, Discurso, 11 de Abril de 1973: “… sempre solícita em salvaguardar, acima de tudo, a supremacia do homem…” 
Em seu Discurso Angelus, de 27 de Janeiro de 1974, Paulo VI falou positivamente do: “... culto do homem pelo homem.” 
Paulo VI, Discurso, 15 de Fevereiro de 1974: “…como vossa excelência acaba justamente de insinuar: que o objetivo final é o homem…” 
Paulo VI, Discurso, 29 de Dezembro de 1968: “O mistério cristão que repousa sobre o homem…” 
Paulo VI, Audiência, 28 de Abril de 1969: “Em definitivo, não há outra verdadeira riqueza  que não a do homem…” 
Paulo VI, Discurso Angelus, 20 de Julho de 1969: “Faria-nos bem meditar sobre o homem…” 
Paulo VI, Audiência Geral, 28 de Julho de 1971: “Dignidade do homem! Nunca a apreciaremos e honraremos suficientemente...” 
Paulo VI, Discurso, 4 de Setembro de 1968: “... os temas que hoje mais interessam ao campo religioso, seja católico, seja estranho à Igreja, convergem todos, por vias diversas, numa questão central, dominante, a consciência do pensamento contemporâneo: o homem. ‘Tudo quanto existe sobre a terra deve ser ordenado em função do homem, como seu centro e seu termo: neste ponto existe um acordo quase geral entre crentes e não-crentes". 
Paulo VI, Angelus, 13 de Julho de 1975: “… a ciência mais preciosa de todas, a ciência de conhecer-se a si mesmo, de refletir, quase sonhando, acerca da própria consciência… Viva ao feriado desocupado de outros compromissos a não ser o da exploração dos segredos da própria vida.” 
Paulo VI, Discurso, 10 de Junho de 1969: “Porque não há, em definitivo, verdadeira riqueza que não a do homem.”

Tanto é que o anti-papa Paulo VI esforçou-se pra dizer, mais de uma vez, que o Natal era a "festa do homem", e não o aniversário de Nosso Senhor Jesus Cristo:

Paulo VI, Audiência Geral, 17 de Dezembro de 1969: "… o Natal da vida. Da nossa vida".
Paulo VI, Discurso Angelus, 21 de Dezembro de 1974: "O Natal é festa da humanidade…"
Paulo VI, Mensagem de Natal, 25 de Dezembro de 1976: "Irmãos, honremos no nascimento de Cristo a incipiente vida do homem".
Vendo isso, a declaração do Papa São Pio X até assusta:

Papa São Pio X, E supremi apostolatus, 4 de Outubro de 1903: "… a distinta marca do Anticristo segundo o mesmo Apóstolo, o homem colocou-se com infinita temeridade no lugar de Deus…"

Se não bastasse ser um herege manifesto, o anti-papa Paulo VI se desfez da Tiara Papal, um símbolo da autoridade do Papa, no leilão da Feira Mundial de Nova Iorque. Tal ato horrendo aconteceu no dia 13 de Novembro de 1964.

Embora ele não tivesse o que renunciar, já que não foi Papa, foi um gesto simbólico, mostrando o que ele estava fazendo na mentalidade das pessoas: destruindo a autoridade do que pensavam ser um legítimo Papa.

Não, o anti-papa Paulo VI não tinha nada contra adereços, já que usava o PEITORAL DE ÉFODE. Tal peitoral era usado por Caifás, inclusive durante os atos que levaram à Crucificação do Nosso Senhor Jesus Cristo:





Segundo a Enciclopédia da Maçonaria de Mackey, o Peitoral de Éfode é também usado "pelo sumo-sacerdote maçom como parte de seus ornamentos oficiais".  Vejamos alguns dos atos do anti-papa Paulo VI demonstrando que seu objetivo era enfraquecer e destruir a Igreja Católica (o que é impossível, mas era seu objetivo):

Dois anos após a promulgação do Concílio Vaticano II, ele extinguiu O Índice de Livros Proibidos. Ele também suprimiu o "juramento contra o modernismo", na época em que o modernismo, até então, mais ganhava espaço nos traidores da Igreja. No dia 21 de Novembro de 1971 ele excluiu os Cardeais com mais de 80 anos da votação nas eleições Papais. Ele dissolveu a Guarda Nobre e a Guarda Palatina. Aboliu o rito da tonsura, todas as quatro Ordens Menores e o grau de subdiaconato. Ele devolveu aos muçulmanos o Estandarte de Lepanto. Sobre essa história, veja o que escreve o Monastério da Mais Sagrada Família: 

"A história dessa bandeira é venerável. Ela foi arrebatada do almirante turco durante a grande batalha naval de 1571. Enquanto o Papa São Pio V jejuava e rezava o Rosário, a reduzida frota cristã derrotou a muito mais numerosa armada muçulmana, salvando assim à cristandade dos infiéis. Em honra da vitória miraculosa, Pio V instituiu a festa de Nossa Senhora do Santíssimo Rosário para comemorar a sua intercessão. Num acto dramático, Paulo VI renunciou não somente à extraordinária vitória cristã, mas também às orações e sacrifícios de um grande papa e santo"

O Santo Ofício foi reformado sob Paulo VI, e não mais defendia a pureza de fé Católica. Agora, passou a investigar aqueles que vão contra o modernismo da falsa-igreja. O anti-papa Paulo VI eliminou 40 santos do calendário litúrgico e também removeu os exorcismos solenes do rito batismal. A destruição espiritual causada por ele foi imensa. Nenhum pretendente a padre entrou nos seminários da Holanda por um ano, e estes ficaram fechados ( Piers Compton, The Broken Cross, Cranbrook, Western Australia: Veritas Pub. Co. Ptd Ltd, 1984, pág. 138).

Enquanto estabelecia os alicerces malignos da falsa-igreja, a serpente e anti-papa Paulo VI disse uma frase usada até hoje pelos falsos-tradicionalistas, mas, burros (ou peçonhentos) que são, alegando que o anti-papa Paulo VI estava lutando em prol da Igreja:

Paulo VI, Homilia, 29 de Junho de 1972: “... por alguma brecha, a fumaça de Satanás penetrou no Templo de Deus…”
Óbvio que tal brecha era a sua própria boca, assim como a de seu antecessor. Óbvio que tal brecha foi o Concílio Vaticano II, iniciado pelo anti-papa João XXIII e promulgado por ele. Veja que tal frase é uma referência direta a Apocalipse 9:1-3

Apocalipse 9:1-3: "… e lhe foi dada a chave do poço do abismo. E abriu ela o poço do abismo; e subiu a fumaça do poço, como a fumaça de uma grande fornalha..."

A ele foi dada a chave do poço do abismo, o Concílio Vaticano II, e ele a abriu "solenemente".

Paulo VI, Discurso ao Seminário Lombardo, 7 de Dezembro de 1968: "A Igreja atravessa, hoje, um momento de inquietude. Alguma prática de auto-crítica, poderia-se dizer até de auto-demolição… A Igreja também está a ser afetada por aqueles que fazem parte dela".

Não, Paulo VI. A sua falsa-igreja é quem quer destruir a Igreja Católica, que nunca se auto-demoliria. E digo: não vai. Veremos, em um documento específico, como esse anti-papa instaurou uma falsa missa e falsos sacramentos, bem como um falso rito de ordenação para falsos-padres.

2.4) As heresias do anti-papa João Paulo




Esse anti-papa alega ter sido Papa por 33 dias, em 1978. Albino Luciani, futuro João Paulo, era filho de um socialista militante (David Yallop, Em Nome de Deus, pág. 39), foi consagrado "bispo" pessoalmente pelo anti-Papa João XXIII e se tornou "cardeal" com o anti-Papa Paulo VI. Era fortemente à favor da Igreja aceitar o uso de contraceptivos. Trocou cartas e livros com Hans Küng, homem que negava a Divindade de Cristo. Inclusive, citava-o muito em suas homílias (David Yallop, Em Nome de Deus, pp. 228-229).

O seu secretário pessoal, Padre Mario Senigaglia, disse sobre ele: "Podia aceitar os divorciados e fazia-o. Aceitava também outros que viviam o que a Igreja chama em 'pecado". O anti-papa João Paulo também gostava da ideia de uma Nova Ordem Mundial que tirasse as armas de todo mundo:

Anti-papa João Paulo: “Um desarmamento universal gradual e controlado só é possível se uma organização internacional com poderes mais eficazes e mais possibilidades de aplicar sanções de que as Nações Unidas for criada…” (David Yallop, Em Nome de Deus, pág. 84).
Tal anti-Papa também citou Gandhi, um idólatra, e disse: "Admiro Cristo, mas não os cristãos" (David Yallop, Em Nome de Deus, pág. 86).
Ele chegou a dizer que a Igreja legalizou a prostituição, uma blasfêmia:
“Assim a moralidade cristã adoptou a teoria da guerra justa; assim a Igreja permitiu a legalização da prostituição (até no Estado Papal), enquanto essa continuasse obviamente proibida a nível moral.” (David Yallop, Em Nome de Deus, pág. 81)
Como "patriarca" de Veneza, no dia 24 de Dezembro de 1977, disse sobre a Revolução Francesa, que matava em públicos aqueles que se recusavam a negar sua Fé Católica:

"… as intenções de quem ateou a insurreição e a revolução ao princípio haviam sido muito boas, e o lema proclamado era ‘Liberdade, Fraternidade, Igualdade"
Tal lema, como muitos sabem, é maçônico e mentiroso. Nessa declaração, esse anti-papa também desrespeitou todos que perderam sua vida em nome da Fé Católica. Durante seu primeiro discurso, o anti-papa João Paulo disse as seguintes coisas:

“O eco que a sua vida produz no mundo todos os dias é testemunho de que, apesar de tudo, ela [a Igreja] está viva no coração dos homens, mesmo daqueles que não partilham a sua verdade e não aceitam a sua mensagem.” - Aqui ele nega o dogma "Fora da Igreja não há Salvação"
"… o Concílio Vaticano II (a cujos ensinamentos desejamos empenhar a totalidade do nosso ministério)…" - A "totalidade" do ministério dele é baseada no CVII, completamente herético, como já demonstrei.
“Queremos prosseguir, sem paragens, a herança do Concílio Vaticano II, cujas normas sábias devem continuar a cumprir-se..."
"… A este propósito, promoveremos a revisão dos dois Códigos de Direito Canônico, de tradição oriental e latina…" (L’ Osservatore Romano, 31 de Agosto de 1978, ed. inglesa, pág. 6; João Paulo I, Primeira Radiomensagem, 27 de Agosto de 1978)

Então ele diz aqui que Fora da Igreja há Salvação, que ele seguira à risca o Concílio Vaticano II, entupido de heresias, e que pra isso faria uma revisão dos Códigos de Direito Canônico.

Referindo-se a um "patriarca" cismático de Moscovo, que nega a infalibilidade papal e os últimos 13 Concílios verdadeiros da Igreja (o falso é, claro, o Concílio Vaticano II), disse: "Um verdadeiro santo" (Raymond & Lauretta Seabeck, The Smiling Pope, pág. 64). Esse patriarca morreu e, claro, o anti-papa João Paulo mandou uma carta muito simpática ao novo "patriarca" cismático:

“… expressamos à Sua Santidade e ao Santo Sínodo da Igreja Ortodoxa Russa nossos sentimentos de profundo pesar. Asseguramos-lhe nossa oração pelo eterno descanso da alma deste devoto servidor da sua Igreja e construtor da intensificação das relações entre nossas Igrejas. Que Deus o receba em sua alegria e sua paz" (L’ Osservatore Romano, 14 de Setembro de 1978, ed. inglesa, pág. 2)

Ele chama um herege cismático de "verdadeiro santo", "devoto servidor da sua Igreja" e pede que Deus o receba, sendo que Fora da Igreja não há Salvação. O "deus" do anti-papa só pode ser, então, Satanás. O anti-papa João Paulo ainda pede que o Vaticano negue a todo poder temporal: "... a Igreja não deve ter poder nem possuir riquezas (…) Como teria sido bonito se o Papa tivesse renunciado espontaneamente o poder temporal" (Luigi Accattoli, Quando o Papa pede perdão, pp. 48-49). Ele também disse ao corpo diplomático que o Vaticano renunciava, de fato, a todo poder temporal (David Yallop, Em Nome de Deus, pág. 250). É claro que a Igreja Católica condena tais afirmações:

Papa Pio IX, Nullis certe verbis, #1, 19 de Janeiro de 1860:
“… em gentilíssimas e igualmente afectuosas cartas a Nós enviadas, como também em tantas cartas pastorais de outros religiosos e doutos escritos impressos para o público, levantastes vossa voz episcopal com insigne glória para vós e vossa ordem, em valente defesa da causa de Nossa santíssima Religião e da justiça, e para detestar veementemente as sacrílegas audácias admitidas contra o Principado civil da Igreja Romana. E, defendendo constantemente o mesmo Principado, os professastes e ensinastes que, por singular determinação daquela Providência divina, todo o poder de governo foi dado ao Romano Pontífice, para que ele, jamais submetido a poder civil que seja, exercesse em toda a terra o cargo supremo do ministério Apostólico divinamente confiado pelo mesmo Cristo, Nosso Senhor…”

No dia 19 de Setembro de 1978, pra defender a sua pauta de controle de natalidade, disse ao "cardeal" Villot: "Deus nem sempre providencia" (David Yallop, Em Nome de Deus, pág. 23). No 33º dia se seu falso-papado, o Vaticano informa que ele morreu por volta das 23 horas do dia 28 de Setembro de 1975. Ele não foi um Papa, e não era Católico.

2.5) As heresias do anti-papa João Paulo II



Até o momento, creio que foi o anti-papa mais ativo na injeção de venenos (se bem que o anti-Papa Francisco está prestes a ultrapassá-lo). Teremos que dividir suas heresias em setores.

2.5.1) O anti-papa João Paulo II "ensinou" que todos os homens se salvam:


Esse anti-papa pregava que Cristo se uniu a todos durante seu Sacrifício, e que portanto é impossível alguém ir pro inferno:

João Paulo II, Redemptor hominis, #13, 4 de Março de 1979:
“Trata-se de ‘cada’ homem, porque todos e cada um foram compreendidos no mistério da Redenção, e com todos e cada um Cristo se uniu, para sempre, através deste mistério.” 
João Paulo II, Redemptoris missio, #4, 7 de Dezembro de 1990:
No acontecimento da Redenção está a salvação de todos, ‘porque todos e cada um foram compreendidos no mistério da Redenção, e a todos e cada um se uniu Cristo para sempre, através deste mistério.’” 
João Paulo II, Centesimus annus, #53, 1991:
“Não se trata do homem ‘abstrato,’ mas do homem real, ‘concreto,’ ‘histórico’: trata-se de cada homem, porque cada um foi englobado no mistério da redenção e Cristo uniu-se com cada um para sempre, através desse mistério.”
Note que ele coloca "para sempre" nas três citações pra deixar claro que está pregando a "salvação universal". Tal ideia é condenada pela Igreja:

Papa Gregório X, Segundo Concílio de Lyon, ex cathedra:
“As almas daqueles que morrem em pecado mortal ou somente com o pecado original, descendem imediatamente ao Inferno, para serem castigados, embora que com penas desiguais.” 
Falando sobre a Eucaristia, o Papa João Paulo II diz que o sangue de Cristo salvou a todos:
João Paulo II, Homilia, 6 de Junho de 1985:
“A Eucaristia é o sacramento da aliança do Corpo e Sangue de Cristo, da Aliança que é eterna. Esta é a aliança que abarca a todos. Este sangue chega a todos e a todos salva.”
Tal ideia é condenada pela Igreja:
Papa Paulo III, Concílio de Trento, Sessão, 6, Cap. III, ex cathedra:
“Mas ainda que Ele morreu por todos (2 Cor. 14, 15, 17), contudo nem todos recebem o benefício da Sua morte, mas somente aqueles a quem se comunica o merecimento da Sua Paixão.” 

Mais confirmações de que o anti-papa João Paulo II pregava a herética "salvação universal":

João Paulo II, Audiência Geral, 27 de Dezembro de 1978:
“Jesus... é a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade tornada homem; por isso, em Jesus é a natureza humana, e por isso toda a humanidade, é remida, salva e nobilitada, até ao ponto de se tornar participante da ‘vida divina’ mediante a Graça.”  
João Paulo II, Homilia, 27 de Abril de 1980:
“… [Jesus] faz de nós, em Si mesmo, os filhos do Seu Eterno Pai; obtém, de uma vez para sempre, a salvação do homem: de cada homem e de todos…”

2.5.2) O anti-Papa João Paulo II pregou que o Espírito Santo é o responsável pelas falsas-religiões:

João Paulo II, Redemptor hominis, #6, 4 de Março de 1979:
"Não acontece, porventura, algumas vezes, que a crença firme dos sequazes das religiões não-cristãs — crença que é efeito também ela do Espírito da verdade operante para além das fronteiras visíveis do Corpo Místico… "
A própria Bíblia discorda ao nos falar quem é o responsável pelas falsas-religiões:

Salmos, 95:5: “Porque todos os deuses das gentes [gentis] são demônios…” 
1 Coríntios, 10:20: “Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, não a Deus. E não quero que vós tenhais sociedade com os demônios".
João Paulo II com um bruxo africano


João Paulo II, Redemptoris missio, #29, 7 de Dezembro de 1990: “As relações da Igreja com as restantes religiões baseiam-se num duplo aspeto: ‘respeito pelo homem na sua busca de resposta às questões mais profundas da vida, e respeito pela ação do Espírito nesse mesmo homem.’” 
João Paulo II, Redemptoris missio, #56, 7 de Dezembro de 1990:
As outras religiões constituem um desafio positivo para a Igreja: estimulam-na efetivamente a vontade de descobrir e a reconhecer os sinais da presença de Cristo e da ação do Espírito.”

Nessas duas afirmações ele diz que o Espírito Santo está presente, via ações, nas religiões não-cristãs, o que vai contra a própria Sagrada Escritura.

2.5.3) O anti-papa João Paulo segundo pregou o "indiferentismo religioso", condenado pela Igreja



João Paulo II, Discurso no Aeroporto na Coreia do Sul, 3 de Maio de 1984: “Vosso povo é orgulhoso e tenaz… produzindo esplêndidos frutos na arte, na religião e na vida humana. Vossos antepassados acolheram fantásticos universos espirituais tais como o confucionismo e o budismo, e chegaram verdadeiramente a fazer desses a sua própria via, desenvolvendo-os, vivendo-os e inclusive transmitindo-os a outros. Wonhyo e Sosan… expressam eloquentemente essa proeza.” 
João Paulo II, 6 de Maio de 1984: “… o mundo tem com especial interesse os olhos postos na Coreia. Pois, ao longo da história, o povo coreano encontrou na grande visão ética e religiosa do budismo e do confucionismo, o caminho da auto-renovação... Permitam-me dirigir uma particular saudação aos membros da tradição budista uma vez que preparam-se para celebrar a festividade da vinda do Senhor Buda? Que vossa alegria seja completa e vosso júbilo realizado.” 
João Paulo II, Audiência Geral, 11 de Janeiro de 1995:
“Com alegria aproveito esta ocasião para assegurar aos praticantes da religião budista o meu profundo respeito e sincera estima.” 
João Paulo II, Homilia, 12 de Abril de 1997:
“… [a] Igreja, que não deseja senão poder pregar livremente... no respeito... de cada religião.”
É claro, todo esse "profundo respeito e sincera estima" pelas falsas-religiões são condenados pela Igreja Católica:
Papa Pio IX, Qui pluribus, #15, 9 de Novembro de 1846:
“Tal é o sistema perverso e oposto à luz natural da razão que propõe a indiferença em matéria de religião. Por meio deste sistema, esses homens astutos procuram eliminar toda a distinção entre o vício e a virtude, entre a verdade e o erro, entre a honra e a ignomínia. Eles alegam que os homens podem alcançar a salvação eterna por meio de qualquer religião, como se fosse possível haver acordo entre a justiça e a iniquidade, colaboração entre a luz e as trevas, ou consórcio entre Jesus Cristo e Belial.” 
Papa Gregório XVI, Probe nostis, #6, 18 de Setembro de 1840: “Estamos gratos pelo êxito das missões apostólicas nas Américas, nas Índias e em outras terras de infiéis… Eles vão ao socorro dos que vagueiam nas trevas e na sombra da morte para chamá-los à luz e à vida da religião católica… por fim, arrebatando-os do domínio do Demônio, pelo lavacro da regeneração e elevando-os à liberdade dos filhos adoptivos de Deus.” 
Papa Leão XIII, 8 de Dezembro de 1892:
“Todos devem evitar a familiaridade ou amizade com qualquer um que seja suspeito de pertencer à maçonaria ou a grupos afiliados. Conhecei-os pelos seus frutos e evitai-os. Toda familiaridade deve ser evitada, não apenas com aqueles ímpios libertinos que promovem abertamente o carácter da seita, mas também com aqueles que se escondem sob a máscara da tolerância universal, o respeito por todas as religiões…”
Mas ele não ficou só no apoio: o anti-papa João Paulo II fez questão de idolatrar outros deuses:

Ele por exemplo, no dia 2 de Fevereiro de 1986, recebeu a marca dos "adoradores de Shiva", que reconhece o indivíduo como um idólatra desse falso-deus:


Ele também venerou Gandhi, um pagão idólatra:
Sim, ele chama um pagão idólatra de "herói da humanidade"

João Paulo II descalçou os sapatos diante do monumento de Gandhi e declarou: “Hoje, como peregrino da paz, vim aqui para fazer homenagem a Mahatma Gandhi, herói da humanidade.”

Esse ato de jogar flores no túmulo do pagão idólatra Gandhi também foi uma heresia pública. Afinal, São Tomás de Aquino, Doutor da Igreja, diz:

São Tomás de Aquino, Summa Theologica, Pt. I-II, Q. 103, Art. 4: “Todas as cerimônias são profissões de fé, nas quais consiste o culto interno de Deus. Ora, o homem pode manifestar a fé interior tanto por atos como por palavras: e, em ambos os casos, se ele fizer uma falsa declaração, ele comete pecado mortal.”

E dá um exemplo:

São Tomás de Aquino, Summa Theologica, Pt. II-II, Q. 12, Art. 1, Obj. 2: “… se alguém fosse... orar na tumba de Maomé, ele seria considerado um apóstata.”

Um apóstata em pecado mortal poderia ser um Papa? Obviamente não.

2.5.4) O Encontro de Assis e o Encontro "Pan-Cristão":



No dia 27 de Outubro de 1986, o anti-papa João Paulo II convidou os líderes das principais falsas-religiões do mundo pra um encontro pela "oração mundial pela paz". Durante a reunião, com pagãos, idólatras e infiéis, uma estátua de Buda foi colocada sobre o tabernáculo na igreja de São Francisco:


Durante o encontro, um líder por vez subiu ao púlpito e proferiu "orações", na verdade blasfêmias, como "a paz esteja com todos os deuses". O líder animista, de forma tragicômica, "orou" ao "Grande Polegar", seja lá o que for isso. É claro que tal "atividade inter-religiosa" é condenada pela Igreja Católica:
Papa Pio XI, Mortalium animos, #2, 6 de Janeiro de 1928: “Por isto costumam realizar por si mesmos convenções, assembleias e pregações, com não medíocre frequência de ouvintes, e para elas convocam, para debates, promiscuamente, a todos: pagãos de todas as espécies, fiéis de Cristo, os que infelizmente se afastaram de Cristo e os que obstinada e pertinazmente contradizem à Sua natureza divina e à Sua missão. Sem dúvida, estes esforços não podem, de nenhum modo, ser aprovados pelos católicos, pois eles se fundamentam na falsa opinião dos que julgam que quaisquer religiões são, mais ou menos, boas e louváveis, pois, embora não de uma única maneira, elas alargam e significam de modo igual aquele sentido ingênito e nativo em nós, pelo qual somos levados para Deus e reconhecemos obsequiosamente o Seu império. Erram e estão enganados, portanto, os que possuem esta opinião: pervertendo o conceito da verdadeira religião, eles repudiam-na e gradualmente inclinam-se para o chamado Naturalismo e para o Ateísmo. Daí segue-se claramente que quem concorda com os que pensam e empreendem tais coisas afasta-se inteiramente da religião divinamente revelada.”
Papa Pio XI, Mortalium animos, #10: “Assim, Veneráveis Irmãos, é clara a razão pela qual esta Sé Apostólica nunca permitiu aos seus estarem presentes às reuniões de acatólicos…"
Papa Pio VIII, 24 de Maio de 1829: "Contra estes experimentados sofistas, o povo deve ser ensinado que a profissão da fé católica é a única verdade, como proclama o apóstolo: ‘um Senhor, uma fé, um batismo". 
Papa Gregório XVI, Mirari vos, #13, 15 de Agosto de 1832: "... que temam pois aqueles que pensam que o porto da salvação está aberto a pessoas de quaisquer religiões. Deveriam de considerar a sentença do próprio Jesus Cristo, que eles estão contra Cristo, já que não estão com Cristo (Lc 11:23), e os que não colhem com Cristo dispersam miseramente, pelo que perecerão infalivelmente os que não tiverem a fé católica e não a guardarem íntegra e sem mancha" 
Papa Eugênio IV, Concílio de Florença, credo dogmático Atanasiano, 1439: "Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica. Porque aquele que não a professar, integral e inviolavelmente, perecerá sem dúvida por toda a eternidade… Mas é necessário para a eterna salvação crer também fielmente na encarnação de nosso Senhor Jesus Cristo…"
 Após tal encontro condenadíssimo pela Igreja Católica, ele foi o protagonista de muitos outros, como em Quioto (1987); Roma (1988); Varsóvia (1989); Bari (1990); Malta (1991) e o tal "Encontro Pan-Cristão" em 1999.

Onde está o Satanista no "encontro de todas as religiões"? De branco

O encontro pan-cristão, já pelo nome, é uma provocação descarada à Igreja Católica, já que na encíclica Mortalium Animos, o Papa Pio XI chama os hereges do indiferentismo religioso de "pan-cristãos". Nesse evento um índio americano girou no meio da praça de São Pedro pra abençoar os "quatro cantos do mundo" e muçulmanos estenderam jornais no "chão impuro" do Vaticano pra rezarem em direção à Meca.


Outro encontro bizarro como esse foi o de Assis, em 2002. Na verdade, pior do que todos esses. Nesse encontro macabro, por exemplo, um bruxo voodoo fez uma "benção voodoo" no alto do púlpito. A mulher hindu disse que todos eram um deus, enquanto o anti-papa João Paulo II observava. A cada religião foi dada uma sala separada para se rezar conforme suas necessidades.

O bilhete informando as salas onde deveriam rezar os membros de cadas religião

Todos os crucifixos foram removidos, e os que não podiam ser removidos foram cobertos. Os muçulmanos precisavam de uma sala virada para a Meca, que foi-lhes concedida. Os Zoroastrianos precisavam de uma sala com janelas, pra que a fumaça das raspas de madeira oferecidas ao Diabo pudessem sair. Os "judeus" precisavam de uma sala que nunca tivesse sido abençoada em nome de Jesus Cristo, já que os "judeus" pós-Cristo são anti-cristãos. Isso tudo dentro de uma Igreja Católica. É difícil imaginar uma blasfêmia maior que essa.

Concílio de Elvira, 305 d.C.: “Foi decretado que aqueles que, numa idade adulta, após terem recebido o batismo, frequentem templos pagãos para fazer culto a ídolos, que é um crime mortal do maior grau de perversão, não deverão ser admitidos para a comunhão, mesmo na morte.”
Veja que segundo o Concílio de Elvira, frequentar um templo pagão para fazer culto a ídolos é um "crime mortal do maior grau de perversão". Imagine então trazer os pagãos pra fazer culto aos ídolos DENTRO DE UMA IGREJA CATÓLICA?

2.5.5) O anti-papa João Paulo II e os muçulmanos



No dia 14 de Maio de 1999, o anti-papa João Paulo II se curvou perante um Alcorão e o beijou. O Alcorão nega a Santíssima Trindade e rejeita Nosso Senhor Jesus Cristo. Como já vimos aqui diversas vezes, ao fazer isso, o anti-papa cometeu um ato de blasfêmia e apostasia em público. Ele enviou a seguinte mensagem ao líder dos Emirados Árabes Unidos na época:

João Paulo II, mensagem ao “Grão-Xeique Mohammed,” 24 de Fevereiro de 2000: “O Islã é uma religião. O Cristianismo é uma religião. O Islã converteu-se numa cultura. O Cristianismo também se converteu numa cultura… Dou graças à vossa universidade, o maior centro de cultura islâmica. Agradeço àqueles que estão a desenvolver a cultura islâmica…”

Bem diferente é o jeito que um Papa válido se refere ao Islã:

Papa Calisto III: “Comprometo-me a... exaltar a verdadeira Fé, e extirpar a seita diabólica do réprobo e infiel Maomé no Oriente.” 

Mas o anti-papa, querendo deixar claras suas intenções de apostasias e blasfêmias, pediu a São João Batista proteger o Islã:

João Paulo II, 21 de Março de 2000:
“São João Baptista proteja o Islão, [e] todo o povo da Jordânia…” 

Em 6 de Maio de 2001, O anti-papa João Paulo II visitou uma mesquita em Damasco, tirou os sapatos em gesto de reverência (o que é crime mortal do maior grau de perversão segundo o Concílio de Elmira) E fez a seguinte declaração:

João Paulo II, Discurso aos Muçulmanos da Mesquita, 6 de Maio de 2001: “É nas mesquitas e nas igrejas que as comunidades de muçulmanos e de cristãos forjam a sua identidade religiosa… Que sentido de identidade é incutido nos jovens cristãos e muçulmanos nas nossas igrejas e mesquitas? A minha ardente esperança é de que os chefes religiosos e os mestres muçulmanos e cristãos apresentem as nossas duas grandes comunidades religiosas como grupos que vivem em diálogo respeitador, e nunca mais como comunidades em conflito.”
A mesquita onde ele proferiu tais blasfêmias é do califado "Omíada", o mesmo que governou a Espanha Islâmica que matou cruelmente muitos Católicos. A falsa-igreja é a mulher embebedada com o sangue dos santos e dos mártires:

Apocalipse 17:6: "E vi esta mulher, embebedada do sangue dos santos e do sangue dos mártires de Jesus. E quando a vi, fiquei espantado..."

E como já vimos, João Paulo II prega que os muçulmanos e os Católicos têm o mesmo deus, o que é mentira, já que o Alcorão nega veementemente o Deus Católico.

João Paulo II, encíclica Sollicitudo rei socialis, #47, 30 de Dezembro de 1987:
“… e àqueles que, como nós, creem em Deus justo e misericordioso, ou seja, os muçulmanos…” 
João Paulo II, Homilia, 13 de Outubro de 1989:
“… os seguidores do islão que creem no mesmo Deus bom e justo.” 
João Paulo II, Homilia, 28 de Janeiro de 1990:
“… nossos irmãos muçulmanos… que adoram como nós o Deus único e misericordioso.” 
João Paulo II, Audiência Geral, 16 de Maio de 2001:
“… [os] fiéis do Islã, aos quais nos une a adoração do único Deus.” 
João Paulo II, Audiência Geral, 5 de Maio 1999:
“Desejaria hoje retomar aquilo que, há alguns anos, eu disse aos jovens muçulmanos em Casablanca: ‘Nós cremos no mesmo Deus...’” 
Inclusive no Novo Catecismo, que é um lixo que merece ser queimado, ele diz isso:
João Paulo II, Novo Catecismo, parágrafo 841: “… os muçulmanos que declarando guardar a fé de Abraão, conosco adoram o Deus único e misericordioso que há-de julgar os homens no último dia.” 
Aqui, o anti-papa João Paulo II afirma que o deus dos muçulmanos virá nos julgar no último dia. O deus dos muçulmanos não é Jesus Cristo. Não bastando todas essas que já vimos, aqui está mais uma heresia:
Papa São Dâmaso, Concílio de Roma, 382, Cân. 15: “Se alguém negar que Ele [Jesus Cristo]… virá para julgar os vivos e os mortos, é um herege.” 

2.5.6) O anti-papa João Paulo II e os "judeus"



Em 13 de Abril de 1986, o anti-papa João Paulo II visitou uma sinagoga dos negadores de Cristo e participou de uma celebração, o que, como já vimos, é um ato público de apostasia e uma blasfêmia. Durante a oração para a vinda do "Messias" (os negadores do Cristo, que dizem ser "judeus", não acreditam que Jesus Cristo é o Messias, e continuam aguardando a vinda de alguém) o anti-papa João Paulo II curvou a cabeça. Fazendo isso, João Paulo II concorda que o Antigo Testamento ainda está em vigor. Ele também reitera isso numa mensagem aos "judeus" em Mainz, Alemanha Ocidental, no dia 17 de Novembro de 1980, falando do "Antigo Testamento, jamais revogado por Deus" (L’ Osservatore Romano, 9 de Dezembro de 1980, ed. inglesa, pág. 6)

Isso é claramente condenado diversas vezes pela Igreja Católica:

Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, 1441, ex cathedra: “A Santa Igreja Romana crê firmemente, professa e ensina que as prescrições legais do Antigo Testamento, que são divididas em cerimônias, ritos sagrados, sacrifícios, e sacramentos... após a vinda do nosso Senhor Jesus Cristo... terminaram e que começaram os sacramentos do Novo Testamento... Então, ela [a Santa Igreja Romana] declara como estranhos à fé de Cristo todos os que desde aquela época (a promulgação do Evangelho) observam a circuncisão, o sábado e os outros requisitos da lei, e afirma que eles não podem alcançar a salvação eterna...” 
Papa Bento XIV, Ex quo primum, #61:
“A primeira consideração é a de que as cerimônias da Lei mosaica foram revogadas pela vinda de Cristo e que não podem ser mais observadas sem pecado após a promulgação do Evangelho.” 
Papa Pio XII, Mystici Corporis Christi, #'s 29-30, 29 de Junho de 1943: “E primeiramente com a morte do Redentor, foi abrogada a antiga Lei e sucedeu-lhe o Novo Testamento... mas no patíbulo, onde morreu, Jesus anulou a Lei com as suas prescrições [Ef. 2:15]... estabelecendo, com o Seu sangue, derramado por todo o gênero humano, a Nova Aliança. ‘Então,’ diz S. Leão Magno falando da cruz do Senhor, ‘fez-se a transferência da Lei para o Evangelho, da Sinagoga para a Igreja, de muitos sacrifícios para uma única hóstia, tão evidentemente, que ao exalar o Senhor o último suspiro, o místico véu, que fechava os penetrais do templo e o misterioso santuário, se rasgou de alto a baixo.’ Portanto na cruz morreu a Lei antiga; dentro em pouco será sepultada e se tornará mortífera...” 
Papa Bento XIV, Ex quo primum, #59, 1 de Março de 1756:
“No entanto, eles não estão a tentar observar os preceitos da Antiga Lei, a qual, tal como é do conhecimento de todos, foi revogada pela vinda de Cristo.”
O anti-papa João Paulo II, novamente, nega a Igreja Católica em seu demoníaco Novo Catecismo:
João Paulo II, Novo Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 121: “… porque a Antiga Aliança nunca foi revogada.”
E caso um falso-católico diga a você, como disseram muitas vezes os anti-papas, que nos unimos na mesma fé por Abraão, saiba que isso é condenado não só pela Tradição Apostólica da Igreja Católica, mas pelas Sagradas Escrituras também:

Gálatas 3:14: “Para que a bênção de Abraão fosse comunicada aos gentios em Jesus Cristo, a fim de que, pela fé, recebamos a promessa do Espírito.” 
Gálatas 3:29: “E se vós sois de Cristo, logo sois vós a semente de Abraão, os herdeiros segundo a promessa.” 
Papa São Gregório Magno (590): “… se vós sois de Cristo, logo sois vós a semente de Abraão (Gál. 3:29). Se devido a nossa fé em Cristo somos considerados filhos de Abraão, os judeus, portanto, por sua perfídia deixaram de ser a Sua descendência.” 
Papa São Leão, o Grande, Carta Dogmática a Flaviano, (449), lida no Concílio de Calcedónia (451), ex cathedra: “A promessa foi dirigida a Abraão e sua descendência. Ele não disse ‘às suas descendências’ ― como se referisse à multiplicidade ― mas a uma só, ‘e à tua semente,’ que é Cristo (Gál. 3:16).” 
João Paulo II apostatando no Muro das Lamentações

O Muro das Lamentações é um escombro do antigo Templo judaico, que foi destruído no ano 70. Com essa destruição, os judeus ficaram impedidos de oferecer sacrifícios. Isso sempre foi entendido pela Igreja como um sinal de Deus pro fim da Antiga Aliança: o judaísmo acabou, Jesus veio, ide todos para a Igreja Católica. Toda vez que alguém reza no Muro das Lamentações está negando Cristo, e foi isso que o anti-papa João Paulo II fez em Março de 2000. No final de 2001, uma comissão do Vaticano sob João Paulo II publicou um livro intitulado "O Povo Judeu e suas Sagradas Escrituras na Bíblia Cristã", e tal livro afirma que "a espera dos judeus pela vinda do Messias ainda é válida". No dia 12 de Agosto de 2002, os bispos norte-americanos, em união com João Paulo II, publicaram um livro sobre os judeus, dizendo que tentar convertê-los não é mais aceito pela Igreja Católica. Obviamente, o apóstata anti-papa João Paulo II não falou nada sobre.


2.5.7) O anti-papa João Paulo II e as seitas protestantes


João Paulo II em um templo luterano em 1983

No 500º aniversário de Martinho Lutero, o anti-papa João Paulo II visitou um templo luterano. Como já foi mostrado, uma falta mortal para a Igreja Católica. O anti-papa, é claro, nutria um grande respeito pelo herege que começou o protestantismo. Falando sobre Lutero, que, dentre outras coisas dizia que deveríamos pecar ou o Sacrifício de Nosso Senhor teria sido inútil, e que homem nenhum é capaz de realizar boas obras (entraremos em mais detalhes sobre isso em um documento sobre o protestantismo), declarou em Outubro de 1983: “O Nosso mundo experimenta inclusive hoje o seu impacto na história"(L’Osservatore Romano, 14 de Novembro de 1983, ed. inglesa, pág. 9a). Sim, com o 4º anti-papa seguido liderando a falsa-igreja. Em 14 de Junho de 1984, falou sobre Calvino. Segundo ele, alguém que queria "fazer com que a Igreja fosse mais fiel à vontade do Senhor"(L’Osservatore Romano, 9 de Julho de 1985, ed. inglesa, pág. 5). Sobre João Hus, condenado como herege pelo Concílio de Constança, disse ser um "homem de integridade pessoal infalível" (Revista 30 Dias, edição No. 7-8, 1995, pág. 19). É claro que a Igreja Católica, a verdadeira, tem uma opinião bem diferente sobre os protestantes:

Papa Gregório XVI, Encíclica, 8 de Maio de 1844:
“Porém, mais tarde, ainda mais prudência foi necessária quando os luteranos e calvinistas se atreveram a opor-se à doutrina imutável da fé com uma variedade de erros quase incríveis. Serviram-se de todos os estratagemas que encontraram para enganar os fiéis com perversas explicações dos livros sagrados…”
Em 31 de Outubro de 1999, Edward Cassidy, um falso Cardeal, e um "bispo" luterano chamado Christian Krause apertaram aos mãos na Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação. Nesse acordo, entupido de heresias, está escrito, dentre outras coisas, que o Concílio de Trento não é mais válido, que as heresias de Lutero não são condenadas pelo Concílio de Trento, e que o Sola Fide, conceito herético de Lutero, está correto (essas coisas você encontra no anexo 2, C, no item #13 e no item #41 da declaração).

Óbvio que o anti-papa aprovou a tal declaração:

João Paulo II, 19 de Janeiro de 2004, Numa reunião com os luteranos na Finlândia: “... desejo expressar minha gratidão pelo progresso ecumênico realizado entre católicos e luteranos nos cinco anos transcritos desde a assinatura da Declaração Conjunta da Doutrina da Justificação.” 

2.5.8) Mais bizarrices por parte do anti-papa João Paulo II


Segundo o Papa Pio XI, o não-católico que recebe a comunhão PROFANOU:

Papa Pio IX, Amantissimus, #3, 8 de Abril de 1862: 
“… aquele que consome o cordeiro e não é membro da Igreja, profanou. 
Segundo o anti-papa João Paulo II, está tudo bem:

João Paulo II, Canon 844.3 do seu Código Canônico de 1983: “Os ministros católicos administram licitamente os sacramentos da penitência, Eucaristia e unção dos doentes aos membros das Igrejas orientais que não estão em comunhão plena com a Igreja católica...” 
Segundo o Papa Pio IV, fora da Igreja Católica ninguém pode se salvar:

Papa Pio IV, profissão de fé, Concílio de Trento, ex cathedra: “Esta verdadeira fé católica, fora da qual ninguém pode ser salvo, que agora voluntariamente professo, e verdadeiramente mantenho...” 
Segundo o anti-papa João Paulo II, no nefasto Novo Catecismo, acha que as falsas-igrejas salvam sim:

João Paulo II, Novo Catecismo, parágrafo 819, falando das Igrejas não-católicas: “O Espírito de Cristo serve-Se destas Igrejas e comunidades eclesiais como meios de salvação…” 
Segundo o Papa Eugênio IV, e o Papa Pio XI, por mais obras que a pessoa tenha, e MESMO QUE DÊ SEU SANGUE EM NOME DE CRISTO, não estará salva se está fora da Igreja Católica:
Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, ex cathedra: "… ninguém, por mais esmolas que dê, ainda que derrame seu sangue pelo Nome de Cristo, pode salvar-se se não permanecer no seio e na unidade da Igreja Católica"
Papa Pio XI, Rappresentanti in terra, #99, 31 de Dezembro de 1929: “Se destaca notavelmente na vida de numerosos santos, os quais a Igreja, e ela só, produz, nos quais se realiza perfeitamente a finalidade da educação cris 
Segundo o anti-papa João Paulo II, existem santos e mártires de outras fés:

João Paulo II, Ut unum sint, #84, 25 de Maio de 1995, falando das “Igrejas” não-católicas: “Embora de modo invisível, a comunhão ainda não plena das nossas comunidades está, na verdade, solidamente cimentada na plena comunhão dos santos, isto é, daqueles que, no termo de uma existência fiel à graça, estão na comunhão de Cristo glorioso. Estes santos provêm de todas as Igrejas e Comunidades eclesiais, QUE LHES ABRIRAM A ENTRADA NA COMUNHÃO DA SALVAÇÃO.” 
Segundo o Papa Gregório XVI, o anti-papa João Paulo II faz parte dessas "pessoas desviadas":
Papa Gregório XVI, Summo iugiter studio, 27 de Maio de 1832:
“Finalmente, algumas dessas pessoas desviadas tentam persuadir a si mesmas e a outros que os homens não são salvos somente na religião católica, mas que mesmo hereges podem alcançar a vida eterna.” 
Aos que pedem uma heresia formal e específica repetida pra validar a posição sedevacante, veja essa sequência de declarações:

João Paulo II, Ut unum sint, #83, 25 de Maio de 1995:
“Pois bem, todas as Comunidades cristãs sabem que semelhante exigência e uma tal superação, graças à força que o Espírito dá, não estão fora do seu alcance. Com efeito, todas têm mártires da fé cristã.” 
João Paulo II, Discurso ao patriarca cismático não-católico Karekin II, 9 de Novembro de 2000:
“Uma vez mais, estou grato a Vossa Santidade por ter desejado participar nessa Liturgia na pessoa do seu representante. Com efeito, ‘o ecumenismo dos santos e dos mártires é talvez o mais persuasivo. A communio sanctorum fala com voz mais alta que os factores de divisão". 
João Paulo II, Ut unum sint, #1, 25 de Maio de 1995:
“O testemunho corajoso de tantos mártires do nosso século, incluindo também membros de outras Igrejas e Comunidades eclesiais que não estão em plena comunhão com a Igreja Católica, dá nova força ao apelo conciliar, lembrando-nos a obrigação de acolher e pôr em prática a sua exortação.” 
João Paulo II, Salvifici doloris, #22, 11 de Fevereiro de 1984:
“A Ressurreição de Cristo revelou a ‘glória da era futura’ e, ao mesmo tempo, confirmou ‘a ostentação da Cruz’: a glória que está contida no próprio sofrimento de Cristo, a qual muitas vezes se refletiu e se reflete no sofrimento do homem, como expressão da sua grandeza espiritual. Importa reconhecer esta glória, não só nos mártires da fé, mas também em muitos outros homens que, por vezes, mesmo sem a fé em Cristo, sofrem e dão a vida pela verdade e por uma causa justa. Nos sofrimentos de todos estes é confirmada, de um modo particular, a grande dignidade do homem.” 
João Paulo II, Discurso Angelus, 19 de Setembro de 1993:
“No espaço sem limites da Europa oriental, a Igreja ortodoxa também pode dizer no final deste século o que os Padres da Igreja proclamaram acerca da propagação inicial do Evangelho: ‘Sanguis martyrum - semen Christianorum’ [o sangue dos mártires é a semente de cristãos].” 
João Paulo II, Tertio millennio adveniente, #37, 10 de Novembro de 1994:
“O seu testemunho, dado por Cristo até ao derramamento do sangue, tornou-se patrimônio comum de católicos, ortodoxos, anglicanos e protestantes, como ressaltava já Paulo VI na homilia da canonização dos Mártires Ugandeses.” 
João Paulo II, Tertio millennio adveniente, #37, 10 de Novembro de 1994:
“… impõe-se que as Igrejas locais tudo façam para não deixar perecer a memória daqueles que sofreram o martírio, recolhendo a necessária documentação. Isso não poderá deixar de ter uma dimensão e uma eloquência ecumênica. O ecumenismo dos santos, dos mártires, é talvez o mais persuasivo. A communio sanctorum [comunhão dos santos] fala com voz mais alta que os factores de divisão.” 
João Paulo II, Ut unum sint, #84, 25 de Maio de 1995:
“Numa visão teocêntrica, nós, cristãos, já temos um Martirológio comum. Este inclui também os mártires do nosso século, mais numerosos do que se pensa...” 
João Paulo II, Ut unum sint, #84, 25 de Maio de 1995:
“Na irradiação que dimana do ‘patrimônio dos santos’ pertencentes a todas as Comunidades, o ‘diálogo da conversão’ para a unidade plena e visível apresenta-se, então, sob uma luz de esperança. Esta presença universal dos santos dá, de facto, a prova da transcendência do poder do Espírito.” 
João Paulo II, Audiência Geral, 12 de Maio de 1999:A experiência do martírio irmanou cristãos de diferentes confissões presentes na Romênia. Único foi o testemunho que ortodoxos, católicos e protestantes deram de Cristo com o sacrifício da própria vida.” 

Apenas pra confirmar:

Papa Pelágio II, epístola 2, Dilectionis vestrae, 585:
“Aqueles que não estiveram dispostos a estar de acordo na Igreja de Deus, não podem manter-se com Deus; apesar de entregues às chamas e fogos, eles queimarem, ou, atirados às bestas selvagens,  darem as suas vidas, não haverá para eles aquela coroa da fé, mas a punição da infidelidade, não um resultado glorioso (de virtude religiosa), mas a ruína do desespero. Tal pessoa pode ser morta mas não pode ser coroada...”

O anti-papa João Paulo II nunca foi Católico. Acha que acabou? O anti-papa João Paulo II elogiou a China Comunista:

João Paulo II, 24 de Outubro de 2001: “A Igreja Católica, por seu lado, olha com respeito para este surpreendente impulso e para esta clarividente projeção… A Igreja tem particularmente a peito valores e objetivos que são de primária importância também para a China moderna: a solidariedade, a paz, a justiça social…”
Aos que esqueceram, a China é um regime satânico e assassino que força abortos e contracepções pra controlar artificialmente o número de sua população. Eles também aprisionam, torturam e matam cruelmente Católicos. E o anti-papa João Paulo II ainda diz mais! Disse que a Igreja Católica e a China Comunisto-satânica "de modo algum são contrapostos" (L’ Osservatore Romano, 31 de Outubro de 2001, pág. 4). 

O anti-papa João Paulo II também disse que o céu e o purgatório não são lugares reais. Todas as seguintes declarações são do dia 28 de Julho de 1999:

"Precisamente esta trágica situação é apontada pela doutrina cristã, quando fala de perdição ou inferno. Não se trata de um castigo de Deus infligido a partir do exterior, mas do desenvolvimento de premissas já postas pelo homem nesta vida". 
“Recorrendo a imagens, o Novo Testamento apresenta o lugar destinado aos operadores de iniquidade como uma fornalha ardente, onde há ’choro e ranger de dentes‘… As imagens com que a Sagrada Escritura nos apresenta o inferno devem ser interpretadas de maneira correta. Elas indicam a completa frustração e vazio de uma vida sem Deus. O inferno está a indicar, mais do que um lugar, a situação em que se vai encontrar quem de maneira livre e definitiva se afasta de Deus, fonte de vida e de alegria.” 
“A perdição continua uma real possibilidade, mas não nos é dado conhecer, sem especial revelação divina, se e quais os seres humanos que estão efetivamente envolvidos. O pensamento do inferno - e menos ainda a utilização imprópria das imagens bíblicas - não deve criar psicoses ou angústia, mas representa uma necessária e salutar advertência à liberdade, no interior do anúncio de que Jesus Ressuscitado venceu Satanás, dando-nos o Espírito de Deus, que nos faz invocar ‘Abbá, Pai."

Além dessas coisas, mais uma heresia formal aqui: "não nos é dado conhecer, sem especial revelação divina, quais os seres humanos que estão efetivamente envolvidos com a perdição". Confirmando essa posição, o anti-papa disse que "há um inferno, mas pode ser que esteja vazio" (National Catholic Register, 8-14 de Agosto de 1999). As Sagradas Escrituras contrariam sua noção de inferno e perdição:

Mateus 13:40-42: “De maneira que assim como é colhida a cizânia e queimada no fogo, assim acontecerá no fim do mundo. Enviará o Filho do homem os seus anjos, e tirarão do seu reino todos os escândalos e os que obram iniquidade; e lança-lo-hão na fornalha de fogo. Ali será o choro e o ranger de dentes.”
O anti-papa João Paulo II também nega a existência do purgatório:
João Paulo II, audiência do dia 4 de Agosto de 1999: "Todo o vestígio de apego ao mal deve ser eliminado; toda a deformidade da alma há-de ser corrigida. A purificação deve ser completa, e é precisamente assim que a doutrina da Igreja entende o purgatório. Este termo não indica um lugar, mas uma condição de vida".
Não, anti-papa, a Igreja não entende assim o purgatório. Vejamos o que a Igreja diz, ex cathedra:

Papa Pio IV, Concílio de Trento, Sessão 25, 3 a 4 de Dezembro de 1563, ex cathedra: “Como a Igreja Católica instruída pelo Espírito Santo das sagradas Letras [Escrituras], e antiga tradição dos Padres nos sagrados Concílios, e ultimamente neste ecumênico Concílio, ensinou haver Purgatório, e que as almas ali detidas são ajudadas com os sufrágios dos fiéis, e principalmente com o gratíssimo sacrifício do Altar...” 
O anti-papa João Paulo II alterou o Santo Rosário também. Essa parte é importante. No documento anterior, sobre a Irmã Lúcia, vimos que Deus deu os ÚLTIMOS dois remédios ao mundo: O Santo Rosário e a Devoção ao seu Imaculado Coração. Óbvio que além de matar e substituir a Irmã Lúcia, a falsa-igreja iria criar uma fórmula inválida para o Santo Rosário, adicionando os "mistérios luminosos". Na ocasião, o anti-papa disse: "“Quem contempla a Cristo, percorrendo as etapas da sua vida, não pode deixar de aprender d'Ele a verdade sobre o homem" (L’ Osservatore Romano, 23 de Outubro de 2002, ed. inglesa, pág. 5). Vemos que essa falsa-igreja muito fala sobre Cristo ser um caminho para o HOMEM, o que uma mentira, mas mentira muito importante pra eles. Por quê? Porque a falsa-igreja quer colocar o homem no lugar de Cristo, dizendo que todos nós somos Jesus Cristo.

Na sua primeira homília como "Papa", João Paulo II disse exatamente isso: todo homem é Cristo:

João Paulo II, primeira homilia, marcando para sempre o início do seu ministério pastoral, Domingo, 22 de Outubro 1978: “‘Tú és o Cristo, o Filho de Deus vivo’ (Mt 16:16). Estas palavras foram pronunciadas por Simão, filho de Jonas, na região de Cesareia de Filipe. (...) Elas assinalam o início da missão de Pedro na história da Salvação…" 
“Hoje e neste lugar é necessário que novamente sejam pronunciadas e ouvidas as mesmas palavras: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo! Sim, Irmãos e Filhos, antes de mais nada estas palavras. … procurai acolher uma vez mais — hoje e neste local sagrado — as palavras pronunciadas por Simão Pedro. Naquelas mesmas palavras está a fé da Igreja; em tais palavras, ainda, encontra-se a verdade nova, ou melhor, a última e definitiva verdade sobre o homem: o filho de Deus vivo. — Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo!”
Mais várias declarações onde o anti-papa insiste nessa questão:

João Paulo II, Audiência Geral, 22 de Fevereiro de 1984: “… para que as consciências possam ser libertadas na plena verdade do homem, que é Cristo, ‘paz e misericórdia’ para todos.” 
João Paulo II, Homilia, 17 de Dezembro de 1991: “Queridos irmãos e irmãs, olhai para Cristo, a Verdade sobre o homem…” 
João Paulo II, Homilia, 10 de Dezembro de 1989: “… aparelhai o caminho do Senhor e do homem…” 
João Paulo II, Homilia, 10 de Agosto de 1985: “Consagrando hoje a vossa catedral, desejamos ardentemente que ela se torne num ‘verdadeiro templo de Deus e do homem’...” 
João Paulo II, 25 de Dezembro de 1978: “Natal é a festa do homem.” 
João Paulo II, 25 de Dezembro de 2001: “... detenhamo-nos em adoração na gruta, fixando o olhar no Redentor recém-nascido. N'Ele, podemos reconhecer os traços de cada ser humano pequenino que vem à luz…” 
João Paulo II, 25 de Dezembro de 1985: “O que é a graça? A graça é precisamente a manifestação de Deus… A graça é Deus como ‘Pai nosso.’ É o Filho de Deus… É o Espírito Santo… A graça é, simultaneamente, o homem…” 
João Paulo II, 31 de Março de 1991: “Que seja total o respeito pelo homem… Toda ofensa contra a pessoa é uma ofensa a Deus…” 
João Paulo II, 24 de Janeiro de 2002: “Em última análise, a ofensa contra o homem é ofensa a Deus.” 
João Paulo II, Discurso ao Embaixador da Tunísia, 27 de Maio de 2004: “… Por sua vez, a modesta comunidade católica que vive na Tunísia não tem outra ambição a não ser testemunhar a dignidade do homem…” 
Se você notou a alta dosagem de satanismo, que vai ficando maior conforme esse documento avança, pode ser que esteja ficando assustado. Pois digo: isso já foi predito. Foi-nos avisado que isso aconteceria. Estamos no final dos tempos:
Nossa Senhora de La Salette, 19 de Setembro de 1846: "Roma perderá a Fé e se tornará no assento do Anticristo… a Igreja estará em eclipse".
Papa São Pio X, E Supremi Apostolatus, 4 de Outubro de 1903: "… a distinta marca do Anticristo, o homem colocou-se com infinita temeridade no lugar de Deus…" 
E só pra deixar claro: o anti-papa João Paulo II, bem como o próximo anti-papa, e os dois últimos, usavam a cruz quebrada:


Essa cruz torta pra baixo, onde o corpo de Cristo aparece de forma asquerosa, era usada por feiticeiros do século VI pra representar o termo bíblico da "marca da besta". Os satanistas e feiticeiros da Idade Média usavam tal cruz pra mostrar a repulsa pelos Católicos. Tal cruz está no Museu da Bruxaria em Bayonne, França (Piers Compton, The Brokem Cross, pág. 72)

Só pra lembrar, mais uma vez: Papa Paulo IV ensinou solenemente em sua bula Cum ex apostolatus officio — de 15 de Fevereiro de 1559 — que é impossível que um herege seja um papa legitimamente eleito. Vários Doutores e Santos da Igreja concordam com isso. Cuidado com os núcleos de falsos-tradicionalistas, que te convencem a ir escondido em missas supostamente válidas e não permitem que você lute pela vitória da Igreja Católica (que vai acontecer).

2.6) As heresias do anti-papa Bento XVI



Joseph Ratzinger foi um dos teólogos mais radicais do nefasto Concílio Vaticano II. No Concílio ele foi acompanhado pelo herege Karl Rahner, e apesar de ser sacerdote, foi de terno e gravata:


Ele também, como anti-papa, rezou virado pra Meca com muçulmanos:


Já vimos o que a Igreja fala sobre isso, não é? Vamos relembrar:

São Tomás de Aquino, Summa Theologica, Pt. I-II, Q. 103, Art. 4: “Todas as cerimônias são profissões de fé, nas quais consiste o culto interno de Deus. Ora, o homem pode manifestar a fé interior tanto por atos como por palavras: e, em ambos os casos, se ele fizer uma falsa declaração, ele comete pecado mortal.”
São Tomás de Aquino, Summa Theologica, Pt. II-II, Q. 12, Art. 1, Obj. 2: “… se alguém fosse... orar na tumba de Maomé, ele seria considerado um apóstata.”
Ratzinger escreveu 24 livros e proferiu muitos discursos. Ele é aclamado pelos falsos-tradicionalistas por uma aparente oposição ao """"progressismo""""(satanismo) da falsa-igreja, mas veremos que ele é uma das principais cabeças da prostituta do final dos tempos. Foi ele, junto com o falso-cardeal Bertone, que produziram a versão fraudulenta do Terceiro Segredo de Fátima supostamente revelado em 2000. Como vimos no documento sobre a Irmã Lúcia, a falsa-igreja resolveu revelar em 2000 que o Terceiro Segredo não eram palavras, e sim uma "visão" que deveria ser interpretada simbolicamente. Eles interpretaram como o tiro que o anti-papa João Paulo II levou. Como eu disse, é ridículo pensar que a Nossa Senhora apareceria seis vezes a três crianças, faria um milagre na frente de 100.000 pessoas, tudo isso pra dizer que o anti-papa levaria um tiro e depois ficaria tudo bem.

No documento onde é supostamente revelado o Terceiro Segredo, intitulado "A Mensagem de Fátima", Ratzinger usa como base apenas uma pessoa (além dele e do falso-cardeal Bertone): Padre Edouard Dhanis. Tal padre defendia que todo o caso dos segredos de Fátima giravam em torno de INVENÇÕES da Irmã Lúcia, aquela que a falsa-igreja matou e substituiu.

Vamos analisar de perto quem foi o anti-papa Bento XVI:

2.6.1) As heresias do anti-papa Bento XVI contra as Sagradas Escrituras:


A Igreja Católica ensina que devemos crer no que está escrito nas Sagradas Escrituras:

Papa Pio IX, Concílio Vaticano I, Sessão III, Cap. 3, ex cátedra: “Deve-se, pois, crer com fé divina e católica tudo o que está contido na palavra divina escrita ou transmitida pela Tradição, bem como tudo o que a Igreja, quer em declaração solene, quer pelo Magistério Ordinário e Universal, nos propõe a crer como revelado por Deus.”
Papa Leão XIII, Providentissimus Deus, Sobre os estudos bíblicos, #30-312, 18 de Novembro de 1893: “E, na verdade, foram escritos sob a inspiração do Espírito Santo todos os livros que a Igreja recebeu como sagrados e canônicos, com todas as suas partes; ora, é impossível que na inspiração divina haja erro, visto como a mesma inspiração só por si não somente exclui todo o erro, senão também que o exclui tão necessariamente quanto necessariamente repugna que Deus, Verdade suma, seja autor de erro algum. Esta é a antiga e constante crença da Igreja solenemente definida nos Concílios de Florença e Trento, confirmada e mais desenvolvidamente declarada no Concílio Vaticano...” 
Já o anti-papa Bento XVI acredita que um livro da Bíblia é baseado em paganismo:

Bento XVI, Uma Nova Canção para o Senhor, 1995, pág. 86:Os relatos pagãos da criação, nos quais se baseia em parte a história bíblica, terminam sem exceção no estabelecimento de um culto, mas o culto neste caso está situado no ciclo do do ut des.” 

O anti-papa Bento XVI também põe o livro do Êxodo em dúvida:

Êxodo 31:18: “E o Senhor, concluindo estas práticas no Monte Sinai, deu a Moisés duas tábuas lapídeas do testemunho, escritas pelo dedo de Deus.” 
Bento XVI, Deus e o Mundo, 2000, pp. 165-166, 168: “P. ... Foram estas leis verdadeiramente entregues por Deus a Moisés quando apareceu no monte Sinai? Como tábuas de pedra, nas quais, como se diz, ‘foram escritas pelo dedo de Deus’? … em que medida se supõe realmente que estes mandamentos vêm de Deus?  R. [pág. 166] ... Este [Moisés] é o homem tocado por Deus e, fundado neste contato amistoso, ele pode formular a vontade de Deus, da qual até agora apenas fragmentos foram expressos noutras tradições, de tal maneira que escutamos realmente a palavra de Deus. Se as tábuas de pedra realmente existiram já é outra questão… [pág. 168]: Em que medida devemos tomar literalmente esta história, é outra questão.” 

Ele também põe em dúvida todas as frases da Sagrada Escritura:

Bento XVI, Deus e o Mundo, 2000, pág. 135: “Trata-se de outra coisa o encarar a Bíblia em seu conjunto como a palavra de Deus, no qual tudo se relaciona com todo o resto, e tudo se revela à medida que vais lendo. Deduz-se imediatamente que nem o critério da inspiração nem o da infalibilidade podem-se aplicar mecanicamente. É quase impossível selecionar uma frase sequer e dizer: correto, esta frase encontra-se no grande livro de Deus, portanto deve simplesmente ser verdadeira em si mesma…” 

2.6.2) O anti-papa Bento XVI ofende e blasfema contra a Tradição Apostólica


Não satisfeito, começa a ofender a Tradição Apostólica também:
Bento XVI, Festa da Fé, 1981, pág. 130: "O Concílio de Trento conclui as suas observações sobre o Corpus Christi com algo que ofende os nossos ouvidos ecumênicos e que, na opinião de nossos irmãos protestantes, sem dúvida não contribuiu pouco para que a confiança nesta festa fosse maculada. Mas se purgarmos a sua formulação do tom apaixonado do século XVI, havemos de surpreender-nos com algo grande e positivo". 
Bento XVI, Princípios de Teologia Católica, 1982, pp. 247-248: "... [Falando das opiniões rivais dos protestantes e dos católicos acerca do sacerdócio] O Concílio de Trento não se propôs aqui a um tratamento integral do problema em seu conjunto. Nisto jaz a debilidade do texto promulgado, cujo efeito foi ainda mais desastroso..." 
Bento XVI, Princípios de Teologia Católica, 1982, pág. 100: "... o problema da tradição, tal como existe na Igreja... A Igreja é tradição… na qual ― admitamo-lo ― muita da pseudo-tradição humana encontrou o seu caminho; de facto, tanto é assim que inclusive, ou melhor, que foi a Igreja a que contribuiu para a crise geral da tradição que aflige a humanidade". 
Bento XVI, Princípios de Teologia Católica, 1982, pág. 378: "Nem todo concílio válido na história da Igreja foi frutífero; em última instância, muitos deles não passaram de uma perda de tempo". 
Bento XVI, No Princípio Deus Criou o Céu e a Terra, 1986, pág. 64: "… A teologia refere-se a esta situação utilizando a expressão, certamente enganadora e imprecisa, “pecado original".
Bento XVI, Introdução ao Cristianismo, 2004, pág. 236: "Talvez se deva admitir que as próprias palavras da profissão de fé [apostólica] já constituíam um primeiro passo na direção desse desvio que acaba por concentrar toda a atenção no risco da responsabilidade, em vez de realçar a liberdade do amor".

Nessas citações ele diz que o Concílio de Trento ofende seus "ouvidos ecumênicos", que tal Concílio foi "débil e desastroso", que a verdadeira Igreja contribuiu pra uma "crise geral que aflige a humanidade", que muitos Concílios não "passaram de perda de tempo", que os decretos sobre o pecado original, promulgados infalivelmente pelo Concílio de Trento, onde o termo aparece quatro vezes, são "enganadores e imprecisos" e chega até a criticar o Credo Apostólico. Eu poderia colocar uma imensa lista de condenações da própria Igreja contra essas bizarrices, mas uma ex cathedra creio bastas:

Pio IX, Concílio Vaticano I, Sessão 3, Cap. 3, ex cathedra: "… Deve-se, pois, crer com fé divina e católica tudo o que está contido na palavra divina escrita ou transmitida pela Tradição…"

O anti-papa Bento XVI também diz que a Igreja não exclui aqueles que não concordam com ela:

Bento XVI, Princípios de Teologia Católica, 1982, pág. 229: “A declaração da Congregação... propõe enfrentar a crise através de uma apresentação positiva dos pontos da doutrina da Igreja, dando especial atenção àqueles que estão em disputa, a fim de estabelecer a identidade do catolicismo, não mediante a exclusão daqueles que têm pontos de vista opostos...”

Óbvio que isso é condenado pela Igreja:

Papa Eugênio IV, Concílio de Florença, 1442, ex cathedra: “Aqueles, por conseguinte, que mantêm posições diversas ou contrárias, [a sacrossanta Igreja romana] os condena, reprova e anatematiza, e proclama que são alheios ao corpo de Cristo, que é a Igreja.” 

E também diz que existe uma "igreja" fora da Igreja:
Bento XVI, Colaboradores da Verdade, 1990, pág. 29: "… não pode nem deve haver qualquer negação da presença de Cristo e dos valores cristãos entre os cristãos separados... A teologia católica, como nunca antes, deve indicar com a maior clareza possível que, junto à presença real da palavra fora de suas fronteiras, a ‘Igreja’ também está ali presente de uma forma ou de outra…"
E adivinhe:
Credo Niceno-Constantinopolitano, 381, ex cathedra: “Creio na Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica.” 
O anti-papa Bento XVI também rejeita a unicidade da Igreja:

Bento XVI, Princípios de Teologia Católica, 1982, pág. 121: "... são, em última instância, também estes os factores que clarificam a ideia de que a unidade da Igreja não será alcançada por meio do esforço humano, mas que pode ser efetuada apenas pelo Espírito Santo". 
Bento XVI, Princípios de Teologia Católica, 1982, pág. 148: "O cânon da Sagrada Escritura pode ser rastreado de volta até eles, ou, pelo menos, à Igreja indivisa dos primeiros séculos da qual eles eram os representantes"

Nem preciso falar, creio:
Papa Leão XIII, Satis cognitum, #4, 29 de Junho de 1896:
"A Igreja, em relação à sua unidade, pertence à categoria das coisas indivisíveis por sua própria natureza…" 
Papa Leão XIII, Satis cognitum, #5:
"Esta unidade não pode ser quebrada, nem o corpo uno ser dividido pela separação das suas partes constituintes".
Uma das quatro marcas da Igreja é sua unicidade, que começa em seu início e vai até o seu fim, sem nunca acabar. Bento XVI nega isso obstinadamente, ora dizendo que a Igreja JÁ FOI indivisa, ora dizendo que ela só será una no fim do mundo:

Bento XVI, Princípios de Teologia Católica, 1982, pág. 147: "Os Padres, podemos hoje afirmar, foram os mestres de teologia da Igreja indivisa..." 
Bento XVI, Princípios de Teologia Católica, 1982, pág. 127: 'Para nossos propósitos, este quarto tipo de symbolum não precisa de ser mais discutido pois não faz parte da história do symbolum da Igreja indivisa." 
Bento XVI, Princípios de Teologia Católica, 1982, pág. 145-146: "Os Padres são os mestres da Igreja ainda então indivisa
Bento XVI, Colaboradores da Verdade, 1990, pág. 29: "… Isto significa que inclusive na fé católica a unidade da Igreja está ainda em processo de formação; a qual só se alcançará totalmente no eschaton (fim do mundo)…”"

O Papa Pio XI já avisou:
Papa Pio XI, Mortalium animos, #7, 6 de Janeiro de 1928:
“Ocorre-nos dever esclarecer e afastar aqui certa opinião falsa… Pois opinam: a unidade de fé e de regime, distintivo da verdadeira e única Igreja de Cristo, quase nunca existiu até hoje e nem hoje existe.” 

2.6.3) O anti-papa Bento XVI em relação aos não-cristãos:


As Escrituras e a Tradição ensinam que só se salva quem professar sua Fé em Cristo e na Igreja Católica:

João 8:24: "... porque se não crerdes em quem eu sou, morrereis no vosso pecado" 
Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, 1439, ex cathedra: "Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica. (…) é necessário para a eterna salvação crer também fielmente na encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo… o Filho de Deus é Deus e homem..."
A Igreja Católica também deixa claro que a Antiga Aliança foi abolida, e aqueles que a praticam são "estranhos à fé de Cristo" e que "não poderão alcançar a salvação eterna". Como já mostrei, em 2001 uma comissão do Vaticano sob o anti-papa João Paulo II lançou um livro chamado "O Povo judeu e as suas Sagradas Escrituras na Bíblia Cristã"

Na seção II, A, 5, esse livro afirma que “A espera messiânica dos judeus não é vã…” e na mesma seção, A, 7, "“… ler a Bíblia como o faz o judaísmo envolve necessariamente uma implícita aceitação de todos os seus pressupostos, isto é, a plena aceitação de que o judaísmo é, em particular, a autoridade dos seus escritos e tradições rabínicas, os quais excluem a fé em Jesus como Messias e Filho de Deus. (…) os cristãos podem e devem admitir que a leitura judaica da Bíblia é possível…”

De acordo com esse livro, os Católicos devem aceitar aqueles que negam o Nosso Senhor Jesus Cristo, o que é completamente herético. O prefácio desse livro foi escrito justamente pelo anti-papa Bento XVI, na época falso-cardeal Ratzinger.

1 João 2:22: “Quem é mentiroso, senão aquele que nega que Jesus seja o Cristo? Este tal é um Anticristo…”

Não só em um prefácio, de forma indireta, o anti-papa Bento XVI nega que Jesus seja o Cristo.

Bento XVI, Deus e o Mundo, 2000, pág. 209: “É claro que é possível ler o Antigo Testamento de maneira que esse não seja direcionado para Jesus; esse não aponta de forma suficientemente inequívoca para Cristo. E se os judeus não conseguem ver n'Ele o cumprimento das promessas, isso não é apenas má vontade da parte deles, mas uma posição genuína por causa da obscuridade dos textos... Existem razões perfeitamente aceitáveis para negar que o Antigo Testamento refere-se a Cristo e para dizer ‘não, não foi isso que ele disse.’ E existem também boas razões para dizer que refere-se a Ele. É nisto que se baseia toda a disputa entre judeus e cristãos.” 
Bento XVI, A minha Vida, 1998, pp. 51-52: “Fui compreendendo progressivamente que o judaísmo… e a fé cristã tal como é descrita no Novo Testamento, são dois modos de apropriação da Sagrada Escritura de Israel, que em definitivo depende da posição assumida para com Jesus de Nazaré. A Escritura Sagrada que nós hoje chamamos Antigo Testamento, está aberta a ambas as perspectivas…” 
Bento XVI, Zenit notícias, 5 de Setembro de 2000: “Estamos de acordo que um judeu, e isto é verdadeiro para crentes de outras religiões, não necessariamente tem de reconhecer Cristo como Filho de Deus para salvar-se…” 
Bento XVI, Deus e o Mundo, 2000, pp. 150-151: “... [os judeus] ao dizerem ‘Não’ a Cristo põem os israelitas em conflito com os atos posteriores de Deus, mas ao mesmo tempo sabemos que lhes é assegurada a fidelidade de Deus. Não estão excluídos da salvação…”
Pois Nosso Senhor mesmo diz que, examinando as Escrituras, veremos Ele:
João 5:39, 45-46: “Examinai as escrituras, pois julgais ter nelas a vida eterna, e elas mesmas são as que dão testemunho de mim… o mesmo Moisés, em quem vós tendes as esperanças, é o que vos acusa. Porque se vós crêsseis a Moisés, certamente me creríeis também a mim; porque ele escreveu de mim.” 
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO DISSE QUE AS ANTIGAS ESCRITURAS SÃO, SEM SOMBRA DE DÚVIDAS, SOBRE ELE, O QUE O ANTI-PAPA BENTO XVI NEGA OBSTINADAMENTE.

Mas ele não podia parar por aí. O anti-papa Bento XVI precisava ofender mais ao Nosso Senhor. No dia 19 de Agosto de 2005, numa sexta-feira, ao meio-dia (dia da semana e hora em que Jesus Cristo foi crucificado), Bento XVI chegou em uma sinagoga judaica. Participar de um culto não-católico é uma violação contra o PRIMEIRO MANDAMENTO, como já foi visto várias vezes aqui, e por que não mais uma?
Santo Ambrósio, Sermão 37, As Duas Barcas: “A infidelidade da Sinagoga é um insulto ao Salvador. Por isso, Ele escolheu a barca de Pedro, e abandonou a de Moisés, isto é, Ele rejeitou a Sinagoga infiel, e adoptou a Igreja crente.”





Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, “Cantate Domino,” 1441, ex cathedra: “A Santa Igreja Romana crê firmemente, professa e prega que nenhum dos que estão fora da Igreja Católica, não só pagãos como também judeus, heréticos e cismáticos, poderá participar na vida eterna; mas que irão para o fogo eterno que foi preparado para o demônio e os seus anjos, a não ser que a Ela se unam antes de morrer…
Também foi igual ou pior quanto aos protestantes, como você pode ver aqui, mas como já está provado, o anti-papa Bento XVI ofendeu as Sagradas Escrituras, ofendeu a Tradição Apostólica e o Nosso Senhor Jesus Cristo diversas vezes. Esse homem nunca foi Católico.

2.7) As heresias do anti-papa Francisco



Sobre os "judeus", é claro que o Anti-papa Francisco mantém a mesma linha de pensamento:
Francisco, Conversas com Jorge Bergoglio, pág. 156: “Há pouco tempo estive numa sinagoga a participar numa cerimônia. Rezei muito e, enquanto o fazia, ouvi uma frase dos textos sapienciais de que já não me lembrava: ‘Senhor, que no meio da zombaria eu saiba manter o silêncio.’ A frase deu-me muita paz e muita alegria. ” 
Francisco, Sobre o Céu e a Terra, pág. 180:A Igreja reconhece oficialmente que o Povo de Israel continua a ser depositário das promessas. Em momento algum afirma: ‘Perderam a oportunidade, agora somos nós.’ É um reconhecimento do povo de Israel.”
Francisco, Sobre o Céu e a Terra, pág. 48-49: “Também existe a intercessão ministerial de um rabino ou presbítero que ora ou pede pela saúde de outro, e as melhoras aparecem. Para mim, aquilo que garante que uma pessoa se encontra em conformidade com a lei de Deus na cura é a simplicidade, a humildade, a falta de espetacularidade. 
Francisco, Sobre o Céu e a Terra, pág. 208, dirigindo-se ao rabino judeu Skorka, Francisco disse: “Não esqueço que me convidou duas vezes para rezar e falar na sua sinagoga. E eu convidei-o para que se dirigisse aos meus seminaristas a respeito de valores.” 
Bergoglio aqui diz que os "judeus" ainda são o povo escolhido, negando as ex cathedras de que Fora da Igreja Não Há Salvação e de que, como diz o Concílio de Florença (e não só ele), a Antiga Aliança foi abolida. Ele ainda convidou um rabino pra discursar a futuros padres (como veremos no documento sobre a falsa-missa e falso-rito de ordenação, falsos-padres). Bergoglio participou de "serviços judaicos" em Setembro de 2004, 9 de Novembro de 2005, em 2007, 7 de Julho de 2008 e em 7 de Junho de 2010 (nesse caso chamou os "judeus" de "povo eleito de Deus"). Ele também concedeu um Honoris Causa a um rabino em uma Universidade Católica. Na ocasião, esse rabino disse o seguinte: “Estamos a espera do Messias, mas, para que Ele venha, temos que preparar a terra...".

No dia 14 de Dezembro de 2012, poucos meses após sua eleição como anti-papa, celebrou o "Hannukah" e acendeu uma "Menorah", um ato público de apostasia:


No dia 2 de Agosto de 2005, Bergoglio rezou em frente a um muçulmano morto. No funeral foram recitados trechos do Alcorão, que negam Cristo, a Igreja e a Santíssima, e Bergoglio o abençoou: "Com a minha oração eu rogo ao Criador, Clemente, o Misericordioso, para recompensá-lo por todo o bem que fez". Lembre-se das palavras de São Tomás: "...se alguém fosse, por exemplo, orar na tumba de Maomé, ele seria considerado um apóstata".

No dia 29 de Junho de 2010, ele visitou um centro islâmico e disse: "Venho como um irmão para fortalecer laços". Na sua homília do dia 8 de Junho de 2013, disse: "Desejo saudar os queridos imigrantes muçulmanos que hoje, à noite, começam o jejum do Ramadão, desejando-lhes abundantes frutos espirituais". No dia 10 de Julho de 2013, em sua mensagem aos muçulmanos pela conclusão do Ramadã, disse: 
"... estima e... amizade por todos os muçulmanos, de forma especial por quantos são chefes religiosos. (...) entre cristãos e muçulmanos, somos chamados a respeitar a religião do próximo, os seus ensinamentos, símbolos e valores. Um respeito especial é devido aos chefes religiosos e aos lugares de culto (...) a pensar e falar de modo respeitoso sobre as demais religiões e os seus seguidores, evitando ridicularizar ou denegrir as suas convicções e práticas... Boa festa a todos vós!"
Relembro agora o que um Papa válido diz sobre o islã:
Papa Calisto III: “Comprometo-me a... exaltar a verdadeira Fé, e extirpar a seita diabólica do réprobo e infiel Maomé no Oriente.”  
Sobre falsas-religiões, Bergoglio é, claro, apoiador:

Bergoglio, Sobre o céu e a Terra, Pág. 222 "Respeito novas propostas espirituais... Sobreviver ao correr do tempo é a melhor prova de pureza espiritual" 
Francisco, Discurso, 18 de Maio de 2013: "...promover a liberdade religiosa para todos, para todos! Cada homem, cada mulher deve ser livre na sua própria confissão religiosa, seja ela qual for".

Nesse documento, em sua primeira parte, já mostrei as várias condenações à ideia de "liberdade religiosa" por parte da Igreja. Mas lembremos de uma:

Papa Gregório XVI, Inter praecipuas, #14, 8 de Maio de 1844:
“A experiência mostra que não há meio mais direto de alienar o povo da fidelidade e obediência aos seus líderes que pela indiferença à religião, propagada pelas seitas sob o nome de liberdade religiosa.”  
No dia 24 de janeiro de 2002, Francisco e líderes de várias falsas-religiões "rezaram" em uma Catedral. No dia 5 de Maio de 2006, fez a mesma coisa no Parlamento Universal das Religiões, e em 2011 fez seu próprio encontro inter-religioso. No dia 20 de Março de 2013, novamente. Vamos relembrar as condenações a isso por parte da Igreja:
Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, Sessão 8, 22 de Novembro de 1439, ‘Credo Atanasiano,’ex cathedra: “Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica. Porque aquele que não a professar, integral e inviolavelmente, perecerá sem dúvida por toda a eternidade". 
Papa Pio XI, Mortalium Animos, 6 de Janeiro de 1928, “Assim, Veneráveis Irmãos, é clara a razão pela qual esta Sé Apostólica nunca permitiu aos seus estarem presentes às reuniões de acatólicos...”
Bergoglio também diz que "respeita os ateus e não pretende convertê-los" (Jorge Bergoglio &  Abraham Skorka, Sobre o Céu e a Terra, pp. 29-30).  Além de respeitar um não-católico, diz que não pretende levá-los pro Único Caminho da Salvação. Ou Bergoglio não liga deles irem pro inferno, ou não acredita que ateus vão pro inferno (e como já foi visto aqui, vão sim). Diz ainda, no mesmo lugar, que o "proselitismo (tentar converter alguém) é uma tolice". Em uma homília de Maio de 2013, ele disse:
"O Senhor redimiu a nós todos, a todos, pelo sangue de Cristo: todos nós, não apenas católicos. Todos! 'Padre… os ateus também? Mesmo os ateus?' Todos!" 
“Fomos criados filhos à semelhança de Deus e o sangue de Cristo redimiu a nós todos! E todos temos o dever de fazer o bem. E esse mandamento para todos fazermos bem, penso ser um belo caminho para a paz. Se nós, cada um fazendo a sua parte, fizermos o bem uns aos outros, se nos encontrarmos lá, fazendo o bem, então iremos gradualmente criando uma cultura de encontro. Devemos nos encontrar na prática do bem. “Mas eu sou ateu, padre. Eu não creio…” “Faça o bem e nos encontraremos lá"
Além do "Fora da Igreja não há salvação", aqui ele aceita não uma "Justificação pela fé", mas também uma "justificação por obras sem fé", sendo que já vimos aqui as condenações da Igreja quanto a isso. Vejamos de novo:
Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, ex cathedra: "… ninguém, por mais esmolas que dê, ainda que derrame seu sangue pelo Nome de Cristo, pode salvar-se se não permanecer no seio e na unidade da Igreja Católica" 
Papa Pio XI, Rappresentanti in terra, #99, 31 de Dezembro de 1929: "Se destaca notavelmente na vida de numerosos santos, os quais a Igreja, e ela só, produz, nos quais se realiza perfeitamente a finalidade da educação cris"
O anti-papa Francisco também diz que nossa única glória é a de pecadores, remontando ao que Lutero dizia sobre sermos incapazes de boas obras:

Francisco, Conversas, pág. 102: "Costumo dizer que a única glória que temos, como sublinha São Paulo, é sermos pecadores"

E ainda diz que o responsável por tal nojeira é São Paulo, vê se pode! Ele também promoveu a "educação sexual":
Francisco, Conversas, pág. 95: "A Igreja não se opõe à educação sexual. Pessoalmente acho que deve existir ao longo de todo o crescimento dos jovens, adaptada a cada etapa. Na verdade, a Igreja sempre promoveu a educação sexual, embora eu aceite que nem sempre o tenha feito de um modo adequado"
Isso é condenado diretamente pela Igreja Católica:
Papa Pio XI, encíclica Divini illius magistri, 31 de Dezembro de 1931: “Assaz difuso é o erro dos que, com pretensões perigosas e más palavras, promovem a pretendida educação sexual...
A lista de heresias, blasfêmias e apostasias do anti-papa Francisco parece interminável e aumenta todo dia. O site mantido pelo Monastério da Mais Sagrada Família está atualizando mês a mês o site com suas novas heresias . Quero terminar aqui com o que considero a mais diabólica heresia já feita por um anti-papa, a que mais estampa o Satanismo que tenta ser a Nova Igreja (falsa-igreja).

No dia 04/04/2017, em sua Meditação Matutina na Capela da Domus Sactae Marthae, "No sinal da cruz", o antipapa Francisco disse o seguinte:
"(Jesus na Cruz) que se fez pecado, que se fez diabo, serpente, por nós; ele humilhou-se até ao ponto de aniquilar-se totalmente”.
Cristo nunca se fez pecado. É puro. Cristo nunca se fez "diabo". Não há nada do diabo em Cristo. Esse antipapa é um satanista.

Como foi provado nesse imenso documento:

1) O Concílio Vaticano II nega todos os dogmas da Igreja Católica, e portanto não é a Igreja Católica.
2) Os seis anti-papas, desde João XXIII, que convocou o falso-concílio, agem em conformidade com ele, e já eram hereges antes da eleição.  Na bula papal do Papa Paulo IV, de 1559, ele deixa claro que um herege não pode ser eleito Papa:
Papa Paulo IV, da Bula Cum ex Apostolatus Officio, 15 de Fevereiro de 1559:
“1… dado que de onde surge um perigo maior, aí deve ser mais decidida e diligentemente neutralizado, preocupamo-nos em impedir que falsos profetas e outros, mesmo que tenham apenas jurisdição secular, possam vilmente seduzir as almas simples e arrastar consigo à perdição inúmeros povos confiados ao seu cuidado e governo tanto das coisas temporais quanto espirituais; e para que não aconteça algum dia que vejamos no lugar santo a abominação da desolação, predita pelo profeta Daniel. Com isto em vista, o nosso desejo tem sido o de cumprir o nosso dever pastoral, na medida que, com a ajuda de Deus, consigamos prender as raposas que se ocupam na destruição da vinha do Senhor, e manter os lobos a distância do redil das ovelhas, para que não pareçamos cães de guarda incapazes de ladrar... 
 Adicionamos, [por esta Nossa Constituição, que deve continuar válida pela perpetuidade, Nós promulgamos, determinamos, decretamos e definimos:] que se em dada altura, acontecesse que um bispo, inclusive em função de arcebispo, ou de patriarca, ou primata; ou um cardeal, como já foi mencionado, qualquer legado, ou até mesmo o Pontífice Romano que antes da sua promoção a cardeal ou ascensão ao pontificado, houvesse se desviado da fé católica, ou caído em heresia: 
(i) a promoção ou ascensão, mesmo se esta tivesse ocorrido com o acordo unânime de todos os cardeais, é nula, inválida e sem efeito; 
(ii) não será possível que essa adquira validez (e de nenhum modo pode considerar-se que tal assunção tenha adquirido validez), por aceitação do cargo, por sua consagração, ou pela subsequente possessão de governo e administração, ou pela suposta entronização do Pontífice Romano, ou veneração, ou pela obediência que todos lhe tenham prestado, qualquer que tenha sido o período de tempo decorrido depois da situação anteriormente exposta; 
(iii) não será tida por parcialmente legítima de forma alguma... 
(iv) os que assim foram promovidos e assumiram as suas funções, por essa mesma razão e sem necessidade de qualquer declaração ulterior, estão privados automaticamente de toda dignidade, lugar, honra, título, autoridade, função e poder… 
10. Portanto, a homem algum seja lícito infringir esta página de Nossa Aprovação, Inovação, Sanção, Estatuto, Derrogação de Vontades e Decretos, ou por temerária ousadia a contradiga. Mas se alguém pretender fazê-lo, saiba que incorrerá na ira de Deus Omnipotente e na dos seus santos Apóstolos Pedro e Paulo.
Dado em Roma, junto a São Pedro, no ano da Encarnação do Senhor 1559, 15 de Fevereiro, no quarto ano de nosso Pontificado.
+ Eu, Paulo, Bispo da Igreja Católica…”
A Enciclopédia Católica, é claro, repete o que o Papa Paulo IV disse em sua bula:
Enciclopédia Católica, 1914, vol. XI, pág. 456:
“Como é óbvio, a eleição de um herege, de um cismático, ou de uma mulher [ao papado] seria nula e inválida.”
Os Santos Doutores da Igreja também concordam:
São Roberto Belarmino, cardeal e Doutor da Igreja, De Romano Pontifice, II, cap. 30: “Um Papa que é manifestamente um herege automaticamente deixa de ser Papa e Cabeça, tal como ele deixa automaticamente de ser cristão e um membro da Igreja. Por conseguinte, ele pode ser julgado e punido pela Igreja. Este é o ensinamento de todos os Padres da antiguidade que ensinam que hereges manifestos perdem automaticamente toda a jurisdição.” 
São Roberto Belarmino, De Romano Pontifice, II, cap. 30: Este princípio é do mais certo. O que não é cristão não pode de maneira alguma ser Papa, como o próprio Caetano o disse (ib. c. 26). A razão disto é que ninguém pode ser cabeça daquilo que não é membro. Agora bem, aquele que não é cristão não é um membro da Igreja e um herege manifesto não é cristão, tal como é claramente ensinado por S. Cipriano (lib. 4, epíst. 2), S. Atanásio (Cont. aria.), S. Agostinho (lib. De grat. Christ.), S. Jerónimo (contra Lucifer), e outros; logo, um herege manifesto não pode ser Papa.” 
São Francisco de Sales (séc. XVII), A Controvérsia Católica, Ed. inglesa, pp. 305-306:“Agora, quando ele [o Papa] é explicitamente um herege, ele cai ipso facto da sua dignidade e para fora da Igreja...” 
Santo Antonino (1459): “No caso de o Papa ter se tornado um herege, ele encontrar-se-ia, por esse facto isolado e sem nenhuma outra sentença, separado da Igreja. Uma cabeça separada de um corpo não pode, enquanto se mantenha separada, ser cabeça do mesmo corpo da qual foi cortada. Portanto, um papa que se separe da Igreja por heresia, por esse mesmo facto, deixaria de ser a cabeça da Igreja. Ele não poderia ser um herege e continuar como Papa, porque, uma vez que está fora da Igreja, não pode possuir as chaves da Igreja.” (Summa Theologica, citado em Actes de Vatican I. V. Frond pub.).”
Tendo noção disso, você precisa fazer uma escolha: OU VOCÊ É CATÓLICO, OU VOCÊ ACEITA OS ÚLTIMOS SEIS ANTIPAPAS E OS FALSOS-DOGMAS DA FALSA-IGREJA INSTAURADA EM 1960. É por tudo isso que o Terceiro Segredo ficaria claro em 1960: nesse ano a falsa-igreja se preocupou APENAS com reuniões preparatórias pro falso-concílio da falsa-igreja, com seus seis anti-papas inteiramente de acordo com ela. Estamos na Grande Apostasia do fim dos tempos, e os dois últimos remédios para o mundo são o Santo Rosário e a Devoção ao Imaculado Coração de Maria.

Farei ainda uma publicação ensinando a rezar o Santo Rosário da maneira correta (sem os mistérios luminosos do culto ao homem), mas você pode encontrar um manual confiável aqui. A Igreja está eclipsada, os Sacramentos foram invalidados, e agora somos um pequeno remanescente. Se você não é batizado, deve ler o Catecismo Romano do Concílio de Trento (PDF completo aqui ) com outra pessoa que também deseje ou seja batizada e realizar o batismo "Em nome do pai, do filho e do espirito santo", enquanto derruba-se água na cabeça do batizando. A outra pessoa deve ler também porque as instruções são claras: quem batiza deve ter a intenção de fazer o que a Igreja faz, e isso só é possível com um conhecimento sobre o Catecismo. Tal Catecismo tem mais de 700 páginas, mas o conhecimento ideal é ler até o Sacramento do Batismo, cerca de 200 páginas. De qualquer forma, leia tudo. Após o batismo, você deve rezar o Santo Rosário todo dia e fazer de tudo pra não sair do estado de graça, já que, como vamos ver em documento próprio, o rito de ordenação de padres foi destruído em 1968 e praticamente não existem mais padres válidos, e aqueles que ainda estão vivos, ordenados validamente, reconhecem em quase sua totalidade a veneração ao falso-santo João Paulo II, tornando-os idólatras e removendo-os do ofício de padres. Você sai do estado de graça quando peca mortalmente (procure pelas definições de pecados mortais e veniais). Tudo isso será explicado detalhadamente e muito em breve, afinal, o tempo urge. Mas o resumo mega-básico é esse, E óbvio, leia a Bíblia. Os últimos Católicos são aqueles rezando o Santo Rosário todo dia e negando os últimos seis anti-papas. Seremos poucos, mas venceremos no final. Tenha fé e fique com Deus.

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