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Estudo comprova que Dubstep impede acasalamento e picadas de mosquito


O Dubstep ficou na moda por exatos 28 dias mas ainda pode ser útil pra quem não quer mais gastar com repelentes ou ter que ficar com o ventilador ligado o dia inteiro como um campo de força. Em um recente estudo, pesquisadores reuniram dois grupos de mosquitas no período fértil (se é que as mosquitas têm um período que não seja fértil) e esfomeadas, e as colocaram em dois diferentes ambientes fechados.

Já falamos aqui de outro experimento musical provando que rap deixa o queijo mais saboroso, clique aqui pra ler.

Em cada um desses ambientes havia um mosquito macho muito sortudo e um hamster bem azarado. Um dos grupos ficou no mais tranquilo silêncio, enquanto o outro foi aterrorizado com Skrillex, o maior nome do dubstep, em altíssimo volume e em loop. A música escolhida foi "Scary Monsters and Nice Sprites". Não é lá uma música pra reunião em família.

Enquanto as mosquitas do silêncio (talvez o nome da minha futura banda) copulavam freneticamente e sugavam toda a vida do pobre hamster, as mosquitas do inferno dubstético não se interessavam muito pelo macho e deixavam o hamster em paz.


Se sabemos que dubstep o dia inteiro em alto volume pode destruir um casamento, o que não sabíamos é que os mosquitos precisam alinhar a frequência da batida de suas asinhas (que fazem um som nada agradável na hora de dormir) para copular, e a tortura sonora do dubstep impede eles de assim fazê-lo.

E por isso mesmo o desejo dos mosquitos de sugar sangue, já que eles sugam sangue pra se alimentarem e assim poderem acasalar, diminui, e por isso o hamster foi menos picado, mas por outro lado sofreu com o dubstep em loop ininterruptamente.

A conclusão é que o dubstep pode acabar com pragas como zika e sei lá mais qual doença nova os mosquitos estão transmitindo, mas será que tal música o dia inteiro poderia provocar guerras? Ou diminuir a população? Talvez seja melhor não arriscar.