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Estudante mata melhor amiga com mais de 30 facadas após "cheirar cocaína com o diabo"


Luisa Ines Cutting e Alexa Cannon não eram só colegas de quarto compatíveis. Eram melhores amigas fazendo faculdade juntas. Mas uma noite regada à álcool e "cocaína com o diabo" resultou em assassinato.




Com 21 anos, Luisa estudava na Universidade Radford, e se declarou culpada de homicídio, sendo condenada a 20 anos de prisão. A polícia foi chamada à sua residência as 7:45 da manhã. Quando chegaram, ouviram uma mulher fazendo referência a uma faca, e encontraram Luisa na porta coberta de sangue.

"A mulher se virou, colocou as mãos nas costas e disse 'me prendam". Quando o policial perguntou o que tinha acontecido, ela disse "eu matei ela". Quando a polícia entrou no apartamento, encontrou Alexa morta, cheia de facadas e com a faca cravada em sua boca.

Luisa disse à polícia que "cheirou cocaína com o diabo". Mas cocaína não foi a única droga que usou na noite do crime. Ela também usou cogumelo, Adderall, Xanax, Maconha e álcool. De manhã, uma vizinha ouviu gritos e uma briga feia, e então chamou a polícia. Alexa foi esfaqueada mais de 30 vezes.

Durante seu interrogatório, Luisa falava sem coerência, e uma "série bizarra de episódios" ocorreu, segundo o relatório da polícia. Ela começou a recitar versículos do Apocalipse, último livro da Bíblia, que trata de uma revelação feita a São João Evangelista. Logo em seguida, começou a recitar a famosa oração da Saudação Angelical ("Ave Maria, cheia de graça...") em espanhol.

Então, tentou enfiar seu punho inteiro na boca. Ela foi levada a uma clínica psiquiátrica, onde passou uma semana.



As então amigas se conheceram na internet, e foram morar em quartos vizinhos na faculdade. Um ano depois, decidiram morar juntas. Uma foto no Instagram de Alexa traz uma legenda que agora é macabra: "Te amo, Lu, vamos rezar que não nos matemos uma a outra esse ano". 

Durante seu julgamento, Luisa leu uma declaração onde disse: "não há palavras pra essa tragédia. Meu coração está cheio de luto e arrependimento...eu sinto muito".


A pena seria de 40 anos, mas como Luisa admitiu a culpa e cooperou com as autoridades, ela terá que passar 20 anos na cadeia, e com bom comportamento, os outros 20 serão suspensos.

Fontes: Roanoke Times
Cosmopolitan
ABC News
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