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Estudo publicado por professor da Universade de Washington acusa Bob Esponja de racismo e apropriação cultural


Recentemente o desenho "Bob Esponja Calças Quadradas", que ficou famoso pela Nickelodeon, fez 20 anos de idade (sim, você está velho). O desenho conta com milhões de fãs ao redor do mundo e é uma das coisas favoritas na hora da produção de memes, incessante hoje. Por isso, junto com o Shrek, Bob Esponja adquiriu o status de MemeLord.

Porém, um estudo foi publicado em um jornal acadêmico feito por um professor da Universidade de Washington, Holly M. Baker, e ele se chama "O Perturbador Bob Esponja e o Legado de Violência da Fenda do Biquini". Diz ele:




"Bob Esponja e seus amigos desempenham um papel que normaliza a colonização de povos indígenas enquanto dizimam a população ancestral da Fenda do Biquini". Segundo Holly, a "colonização" da Fenda do Biquini é "violenta e racista", e também acusa o desenho de "passar um pano" pra violência militar contra as populações indígenas.

Mas da onde ele tirou tudo isso? Há algumas décadas os habitantes das ilhas Marshall, Biquini incluída, foram realocados, pois os militares usaram o lugar para "testes nucleares". Daí a teoria de que os personagens de Bob Esponja são resultado de mutações por causa desses testes. 

O professor Holly diz que um personagem americanizado vivendo na Fenda do Biquini como quem não se importa com os testes é o suficiente pra embasar as suas acusações. Ele também aponta pra apropriação cultural, como itens da cultura havaiana sendo usados nos personagens. Até os sons de instrumentos de corda que tocam nas transições das cenas entraram na acusação.

A teoria do professor culmina nisso: as crianças que veem Bob Esponja passam a acreditar que as ocupações militares dos EUA, que destroem as soberanias nacionais pelo mundo, são normais, e boas. O estudo completo se encontra aqui. A Nickelodeon não quis comentar o caso.

Fonte: Fox News