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Mulher cancela o casamento 1 semana antes após navegador do celular "caguetar" pesquisa bizarra


Claire estava noiva há 6 meses. Pra ela, um sonho se realizando. Porém, uma semana antes da cerimônia, com tudo marcado, todo mundo preparado pra ir, até o vestido comprado, tudo perfeito, com tudo isso já em mãos, ela acabou descobrindo, meio que por acaso, uma pesquisa bizarra no celular do noivo. Segundo ela, imediatamente se sentiu traída.




Isso porque ela descobriu algo chocante: seu noivo estava vendo pornografia. "Passei 6 meses com o anel no dedo pensando que finalmente tinha encontrado aquele a quem procurava". Segundo Claire, ela sentia como se estivesse em uma jornada da realização de seus sonhos, mas, segundo as palavras dela mesma, tudo isso só pra descobrir que o homem era um mentiroso.

Segundo ela, não foi um plano de invasão de privacidade que fez com que ela visse o histórico. Na versão da noiva, ela não sabia onde estava o seu celular e foi ver no celular do noivo que horas uma loja iria fechar. Quando digitou a primeira letra de sua pesquisa, acabou revelando uma outra pesquisa já feita há algumas horas. Segundo ela, uma pesquisa tão horrível que não deve ser pronunciada, mas que continha três palavras.

Se sentindo enjoada com pesquisa tão horrível, ela fechou a janela do navegador e se deparou com outra, com um vídeo mais horrível ainda, segundo ela. Quando confrontou o noivo, ele admitiu: "Sou eu...eu tenho um problema".

Então Claire sentiu que queria gritar. Ou chorar. Ou chorar e gritar. Mas se sentia paralizada. Segundo ela, ligou pro local da cerimônia na frente do homem que "um dia amou e agora parecia um estranho". Passou a noite em claro com medo dele e foi embora ao amanhecer para nunca mais vê-lo.

O que eu me pergunto é: o que raios esse homem estava vendo? Ela escreveu detalhes sobre a história no site Love What Matters, e depois escreveu um anexo dizendo que seu artigo não foi pra transformar o seu noivo em uma piñata pública, mas pra descrever como ela se sentia, e que esperava que outras mulheres que passaram por coisa semelhante pudessem saber que não estavam sozinhas. Seja como for, toda a atenção recaindo em uma pergunta de poucas palavras: qual eram as três palavras? Nunca saberemos.