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Programa coloca pessoas que criticaram esportistas na internet pra tentarem fazer melhor ao vivo


Isso acontece em qualquer esporte: algum jogador comete um erro onde normalmente um profissional acertaria e todos os que estão entretidos com o jogo começam a dizer por aí que fariam melhor, "o cara ganha milhões pra isso", etc.




Mas será mesmo que eles fariam melhor? Ou será que aqueles que estão no Twitter dizendo que são isso e que são aquilo não são porcaria nenhuma? O ESPN teve uma ideia esplêndida, e que deveria ser repetida por aqui. Porém, expliquemos o contexto.

O jogador Codey Parkey, em uma partida importante e apertada, errou um chute que a maioria dos jogadores profissionais não erra. Era um ponto importante e todo mundo ficou brabo com ele. Faltava 10 segundos pra acabar o jogo, o placar era um ponto de diferença, e ele tinha que fazer aqui. Seria relativamente fácil. E então isso aconteceu:


Os torcedores do time logo começaram a detonar Codey, e alguns disseram que fariam melhor. Inspirados nisso, o ESPN, então, entrou em contato com alguns que disseram "eu faria isso melhor" sobre jogadores que erraram chutes ao gol no futebol americano. 

Segundo a apresentadora do programa, a produção entrou em contato com alguns desses que falaram isso, dizendo que eles foram "selecionados para o programa", sem dar detalhe nenhum, e eles falaram "ok, vamos nessa!". A vontade de aparecer na televisão é uma auto-armadilha.

 "Nós dissemos a eles que ele foram 'selecionados', sem dar detalhes, e surpreendentemente eles aceitaram" 

O primeiro deles foi Dan, que chegou no lugar todo pomposo, porque foi "selecionado", sem saber ainda do que aquilo se tratava:

 
A apresentadora então faz ele ler o tweet que ele fez sobre um jogador que errou um chute:


"Mesmo morto eu acertaria aquele chute que o chutador do TCU acabou de errar". Ele não disse só que acertaria o chute, o que já seria certa presunção, mas que mesmo morto acertaria o chute. Então, vivo, ele estava ali. A produção do programa então colocou uma bola de futebol americano na exata distância em que ela estava quando tal jogador a chutou, e pediu pra que Dan a chutasse. 


VAI DAN!


O chute dele fracassa miseravelmente, e todos começam a rir. Agora Dan miseravelmente simplesmente some da matéria. O próximo é Jonathan.


E de novo, o mesmo procedimento: 1) leitura do tweet onde ele diz que poderia fazer melhor:


VAI JONATHAN!

 
E...ele consegue ser pior ainda que o Dan:


Mais uma chance pros guerreiros do Twitter. O próximo é TJ.


Bem humorado, ele finalmente descobre o motivo de estar ali:


Então ele coloca uma capa e vai tentar:


VAI TJ!


E...ele conseguiu ser muito pior que o Jonathan. Então fica a lição: os que podem tudo no Twitter não podem nada na vida real.