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"Amigo de confiança" é preso acusado de estuprar e matar 'amiga' de 20 anos voltando do 'rolê'


Keeley Bunker, de 20 anos, foi achada morta em um parque em Tamworth, na Inglaterra. Quem achou o corpo foi o seu tio, algumas horas depois da família dela relatar à polícia o seu sumiço.




O fato ocorreu em 19 de setembro de 2019, e o julgamento está ocorrendo agora. Com as provas apresentadas pela promotoria, como um exame de DNA positivo para o acusado no corpo da mulher, é provável que seja condenado. Porém, como ainda não saiu a condenação, o nome do homem, bem como o rosto dele serão escondidos na matéria.


A promotoria diz que W.S., também de 20 anos, a estuprou e a matou. Ele tentou cobrir seu corpo com galhos e folhas no Parque Wigginton. Segundo as provas apresentadas na Corte de Stafford Crown, a causa da morte foi estrangulamento.

O acusado nega que tenha feito isso. Um outro amigo de Keeley, tido por ela como seu "melhor amigo", disse que voltava do "rolê" em que foram com ela e o acusado, e que chegando na casa dele, ela seguiu caminho com o homem. Este amigo, que testemunhou, disse que o homem prometeu levá-la em segurança pra casa.


Na versão do acusado, ela ainda estava viva quando seus caminhos se apartaram. Mas vamos aos fatos:

No dia 18 de setembro a moça foi com uma amiga ao O2 Arena, ou "Domo do Milênio", pra ver um show do rapper Aitch. Após o show, ela foi pra uma balada com um pessoal. Entre eles, o seu melhor amigo, que testemunhou no caso, e W.S., o acusado.

Segundo testemunhas, W.S. estava "muito bêbado" na balada, bebendo "três drinques pra cada um que as mulheres tomavam". Ainda segundo os testemunhos, o que ele mais bebeu foram doses duplas de vodka com Red Bull.


Para voltarem a Tamworth após o rolê, ela, o "melhor amigo" e W.S. dividiram um táxi. Todos eles aparentemente moravam próximos um do outro. O "melhor amigo" sugeriu pra Keeley que ela dormisse na casa dele, e fosse embora depois que amanhecesse.

Keeley tragicamente respondeu: "Eu tô cansada e quero dormir na minha cama. Eu tenho o W., ele mora perto de mim, o W. vai me levar de volta, vai ficar tudo bem", isso segundo a memória do seu melhor amigo. O que deveria ser uma caminhada de 20 minutos terminou com a moça nunca chegando em casa.


A família ficava mais preocupada a cada minuto, percebendo que a moça não chegava nunca. Ela tinha, inclusive, uma entrevista de emprego importante naquela manhã, e com certeza não deixaria de ir. Então a família resolveu alertar a polícia às 5:30 da tarde. Todos começaram a procurá-la.

Seu tio, então, mais ou menos às 9 da noite entrou no parque Wigginton, e achou a moça jogada no mato com as costas pra cima e suas roupas desajeitadas. Ele gritou "não!", o que chamou a atenção dos outros que procuravam a moça nas mediações, e então, logo a polícia estava por lá.

O acusado diz que ele a deixou ao lado de uma cabine telefônica, e foi para a sua casa. W.S. também descreveu o trajeto que fez pra sua casa. Segundo a promotoria, o trajeto "era uma mentira. As câmeras de segurança mostraram que era mentira. Análise do seu celular mostraram que era uma mentira. O exame de DNA mostrou que era uma mentira".

Além disso, W.S. é acusado de mais dois estupros, três abusos sexuais, e três acusações de pedofilia. Ele nega tudo. O julgamento continua.

Fonte: Metro UK