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Turista é pego no flagra torturando gato em hotel e alega não saber que era contra a lei

Um homem foi preso após ser flagrado pela polícia torturando gatos no quarto de um hotel. O turista, que veio da China, pegava gatos na rua e levava para quartos de hotel que alugava só pra essa finalidade.


Chi H., de 30 anos, alugou um quarto na ilha Phi Phi, Tailândia. Os funcionários foram limpar o quarto pela manhã, quando o homem tinha saído pra algo, e encontraram muito pelo de gato e muito sangue.
 
 

 
Eles entraram em contato com a Watchdog Thailand Foundation, uma ONG de proteção aos animais, que por sua vez entrou em contato com a polícia.
 
 

 
Então uma equipe da polícia liderada pelo tenente-coronel Thongchai Matitham, seguidos por representantes da ONG que registravam tudo, prendeu o homem que foi flagrado no exato momento em que torturava um gato no banheiro.
 
 

 
Quando a polícia chegou, o homem estava com o gato em cima da pia, e ao ver os policiais, tenta fingir que fazia carinho nele. O gato parece estar muito ferido, e em suas patas podemos ver grampos de metal, que apertam bastante.
 
 
Ao lado, na pia, se encontra um corta-unhas, também usado pra torturar o animal. Pelo quarto inteiro, pelos de gato e gotas de sangue.
 
 
Um gato foi encontrado no refrigerador preso em uma garrafa de plástico cortada, com uma pata enfiada em uma das entradas e a cabeça em outra.
 
 

 
O homem insistiu que era um "amante de gatos". Segundo ele, o gato no refrigerador estava lá por conta do calor. As unhas foram cortadas porque ele achou que elas estavam "infectadas", e por isso o sangue.
 
 
A garrafa plástica era porque o gato estava tentando mordê-lo enquanto ele cortava as unhas "infectadas", embora o gato preto estivesse sendo vítima da tortura do corta-unhas, e o outro da tortura da garrada.
 
 
Depois o homem disse que não sabia das leis que criminalizavam o abuso contra animais na Tailândia, e alegou que aquilo era normal na China. O homem foi condenado a 6 meses de prisão e a pagar uma multa de 15.000 baht (2.699 reais), e além disso, enfrenta a deportação.
 

Fonte: Watchdog Thailand Foundation