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Pombo chamado Armando é vendido por R$7,9 milhões após vencer várias corridas


Você sabia que existe toda uma cena das corridas de pombos? Você sabia que rola uma baita grana nesse meio? Não é muito emocionante de ver, mas por algum motivo tem gente muito rica muito interessada nisso.

 



A casa de leilões Pipa chamou Armando de "o melhor pombo belga de longa distância de todos os tempos". Ele também foi apelidado de "Lewis Hamilton dos pombos". Antes dessa venda, o recorde era de € 376.000 (2.300.000 reais).

 

O campeão, que completa cinco anos este ano, aproveita a aposentadoria e já teve vários filhotes. "Foi irreal a sensação - era algo fora deste mundo", disse Nikolaas Gyselbrecht, o CEO da Pipa - abreviatura de "Pigeon Paradise" - à BBC sobre o momento em que alguém fez uma oferta de mais de 1 milhão de euros.
 
 

 
 
"Em nossos sonhos mais loucos, nunca esperamos por um preço como esse. Esperávamos por cerca de € 400.000 a € 500.000 e apenas sonhamos com € 600.000."
 
 
Gyselbrecht disse que dois compradores da China acabaram em uma guerra de lances, que passou de € 532.000 para 1,25 milhão de euros (7,9 milhões de reais) em pouco mais de uma hora. O preço normal de um pombo-correio é de cerca de €2.500 (15.000 reais).
 
 

 
Mas Armando não é um pombo comum. As últimas três corridas de sua carreira foram o campeonato Ace Pigeon 2018, a Olimpíada de Pombos 2019 e a Angoulême - e ele venceu todas.
 
 
A ele também não faltam admiradores. Fred Vancaillie, presidente da associação local de criadores de pombos em Perwez, disse à emissora belga RTBF que ele era "o Lewis Hamilton dos pombos", acrescentando que foi um dos melhores na história do esporte.
 
 
Embora os dias de corrida de Armando tenham ficado para trás, Gyselbrecht diz que os pombos-correio podem continuar tendo filhotes até os 10 anos e viver até 20. Armando agora tem uma vida tranquila, mas por que alguém pagou tanto por um pombo desses? É óbvio: pra "criar" uma raça inteira, e vender toda a descendência dela por preços absurdos, tendo o controle do "Pedigree". 


Fonte: Revista Time