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Cientistas confirmam que 1ª onça-parda leucística da história foi flagrada no Brasil

 

Uma diferença pouco sabida é a entre o albinismo e o leucismo. No albinismo o animal nasce sem pigmentação, sendo então extremamente branco. Isso inclui os olhos, o nariz, e quase tudo nele. Já no leucismo, o animal tem pigmentação, mas extremamente clara, conservando a cor. 




Sendo assim, nos animais leucísticos a pigmentação preta dos olhos, dos cílios, do nariz e do lábio são mantidas. Animais leucísticos são mais raros do que animais albinos. Por isso, quando um é flagrado, fica muito bem registrado, já que são poucas as oportunidades de estudá-los de perto.

 


Por razões desconhecidas, tal fenômeno é muito mais comum em felinos do que em outros gêneros, mas tal coisa nunca tinha sido vista em onças-pardas. Mas graças ao Brasil, um país tropical abençoado por Deus, foi encontrada tal onça-parda leucística.

 


O primeiro encontrou é meio antigo, foi em 2013, mas a confirmação de que de fato era uma onça-parda leucística veio só com a publicação de um artigo científico feito na revista científica CAT News por 4 pesquisadores brasileiros. De outro lado, uma onça-parda com melanismo ainda não foi vista. O Brasil já está trabalhando nisso.

 


A onça-parda foi flagrada por câmeras que tiram fotos automáticas ao detectar movimento, que foram espalhadas pelo Parque Nacional Serra dos Órgãos, que fica no Rio de Janeiro. Tal projeto é do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. As câmeras haviam saído de operação por um tempo, mas voltaram à ativa recentemente.



Segundo Cecília Cronemberger de Faria, umas das pesquisadores responsáveis pelo Paper, a onça-parda foi flagrada em 2013 pra nunca mais. Eles até tentaram encontrá-la de novo pra estudá-la, mas sem sucesso. 

 

Fonte: National Geographic