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Padrasto é condenado a 10 meses após enteada descobrir que ele a filmou no banho durante anos

Um homem de 35 anos foi condenado a 10 meses de prisão por filmar sua enteada de 17 anos por diversas vezes no banho.




Lauren Brightwood, de 17 anos na data da descoberta do crime, estava tomando banho quando notou um celular posicionado estrategicamente no banheiro, meio escondido, equilibrado acima da porta, e com a câmera voltada pro chuveiro onde ela se banhava.

 


Ela estava a um dia de fazer 18, e decidiu inspecionar o celular, descobrindo duas coisas. Ela descobriu que o celular estava gravando um vídeo, e que tal celular era de seu padrasto, Thomas C. L.

 


Horrorizada, a moça mandou uma mensagem pra sua mãe pelo seu próprio celular, pedindo que ela fosse discretamente ao banheiro sem falar nada pro Thomas. Michelle, sua mãe, ficou não só horrorizada, mas possessa de raiva quando viu as provas do crime, e confrontou o homem.

 

 

Thomas tentou se defender, dizendo que fez aquilo porque ouviu a moça chorar e queria saber o motivo, mas depois admitiu que estava "curioso pra saber como Lauren era como uma adulta". Ele admitiu que fez isso "uma ou duas vezes".

 


Obviamente, a mãe foi pra polícia, e durante o julgamento foi revelado que ele fez isso pelo menos 10 vezes, desde que a moça tinha 14 anos.


Lauren o via como um pai, já que a sua mãe começou a se relacionar com ele quando ela tinha 4 anos. Ele participou de momentos importantes da vida dela, e pra ela, era sua figura paterna. Durante o testemunho dela no julgamento do homem, ela relatou que chegou a ter pensamentos suicidas, e que agora sente ansiedade e depressão.


"Eu comecei a beber mais do que eu deveria. Eu só queria sair daquela casa. Eu iria pra qualquer lugar só pra ficar longe. Agora sinto ansiedade só de entrar em um banheiro", disse a traumatizada moça. O advogado de Thomas relatou que ele já havia procurado ajuda psicológica por conta de seu "voyeurismo".


A juíza condenou o homem a 10 meses de prisão, que acabou se tornando 18 meses de liberdade condicional, 30 dias de terapia e 100 horas de trabalhos comunitários.


Fonte: Wales Online e Daily Dot