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Pervertido é condenado após fingir deficiência pra ter fralda trocada por jovens babás

 

Um homem foi julgado e condenado após a polícia descobrir que ele fingia deficiência mental pra que babás trocassem suas fraldas, sendo que na verdade ele tinha um fetiche nisso. Rory D., de 30 anos, enganou pelo menos 4 mulheres, fazendo-as pensar que ele tinha "a mente de uma criança".




Pra enganá-las, ele se passava por um irmão fictício dele mesmo no app UrbanSitter, usado pra encontrar babás, seja de crianças, seja de idosos ou deficientes. O anúncio que ele mesmo fez no app indicava que "seu irmão" (ele mesmo) precisaria de ajuda pra comer e beber na mamadeira, precisaria ter fraldas trocadas e usar assento infantil (como aquelas cadeirinhas da pizzaria).

 


Então ele dizia, enquanto se passava pelo seu irmão fictício, que quando a babá chegasse lá ela encontraria Rory sozinho, porque seu falso irmão teria "saído pra trabalhar" ou algo assim. Assim, o crime era perpetrado, com ele fingindo ser uma criança enquanto a babá cuidava dele.

 

Depois ele pagava e era isso. Até que uma delas recebeu um pagamento que foi identificado no seu extrato com o nome de Rory, e não com o nome do irmão fictício. Como aquele deficiente com "mente de criança" teria uma conta bancária e faria uma transferência? Ela então entrou em contato com a polícia.

 

O tribunal de New Orleans, em Louisiana, onde Rory foi condenado.

 

Após investigação e emissão de um mandado, a polícia entrou na casa do farsante e encontrou metanfetamina. O homem confessou o crime e foi levado a julgamento. Uma de suas vítimas, com 20 anos de idade, foi enganada por 10 vezes, e foi ela que fez a denúncia. Outra chorou testemunhando no tribunal, dizendo que até apresentou os filhos dela a ele.

 

 

O app UrbanSitter, conhecido como o "Uber de babás"

 

Rory foi condenado a 5 anos de liberdade condicional, 400 horas de trabalho comunitário e proibição de usar qualquer rede social ou aplicativo onde você possa se comunicar com alguém. Caso viole essa proibição, sua condicional também é violada. 


Ele tentou alegar ao juiz que teve uma infância traumática e que ser tratado como um bebê o levava de volta "a um tempo onde eu vivia em paz". Mas os promotores contra-argumentaram que Rory enganava mulheres porque ele tinha "fetiche de fralda" e as usava pra satisfazer sua libido pervertida.


Fonte: Metro UK