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Mãe maluca faz deep-fakes de rivais pra filha obter o posto de cheerleader no time e é presa

Raffaela Spone, de 50 anos, foi presa pela polícia por 3 acusações de crimes cibernéticos. Já sabíamos, quando vimos o que os deep-fakes podem fazer, que logo começariam os crimes através da tecnologia, e agora é oficial.




A mulher, do Condado de Bucks, na Pensilvânia, EUA, usou uma tecnologia de "deep-fake", onde o rosto de alguém pode ser manipulado de modo que pareça falar ou fazer algo em um vídeo, pra colocar as rivais das filhas em situações comprometedoras, como orgias com bebedeiras e drogas.

 


Isso porque a filha disputava o cargo de Cheerleader de um time de futebol americano, o Victory Vipers, cargo disputadíssimo entre as mulheres nas faculdades dos EUA. Sendo algo tradicional, é requirido tanto da cheerleader como do quarterback (o principal jogador do time) reputações ilibadas. Se um quarterback é flagrado cheirando cocaína, por exemplo, é expulso ou suspenso do time.

 

Os vídeos em deep-fake das possíveis cheerleaders que poderiam tirar o cargo da filha foram feitos com fotos tiradas das redes sociais das moças, e foram mandadas por contas anônimas por mensagens aos funcionários dos times, bem como às próprias vítimas. Para as vítimas, ainda foi mandada uma mensagem que dizia: "você deveria se matar".

   Um dos vídeos falsos mostra uma das vítimas usando drogas


A polícia descobriu que as mensagens estavam vindo de 4 números, e conseguiu rastrear o IP de Raffaela, onde os celulares foram confiscados e as mensagens foram achadas, dando provas suficientes dos crimes. Os investigadores constaram que a filha não sabia de nada.


Embora as cheerleaders rivais sejam menores de idade de acordo com a lei dos EUA, como nenhuma genitália explícita aparece nos vídeos (já que devido à borrões fica algo parecido com uma Barbie), o promotor do condado diz que ela pode pegar até 6 meses de prisão.


Agora verdadeiramente se tornou um perigo deixar suas fotos nas redes sociais.


Fonte: Washington Post