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Polícia faz revista em quarto de paciente terminal em busca de baseado porque alguém "sentiu um cheiro"


Nolan Sousley foi ao hospital após sentir alguns sintomas estranhos, e acabou sendo diagnosticado com câncer pancreático, um dos que evoluem mais rápido, e chegando ao estágio 4 do câncer, a situação dele é terminal, ou seja, logo ele morrerá.




Ele estava internado após um agravamento de seus sintomas em um hospital de Bolivar, cidade do Missouri, nos EUA. Por lá, a maconha não é legalizada. Nolan estava no quarto quando de repente dois policiais entram, e dizem que precisam procurar por maconha no quarto.

 


Segundo a dupla, eles "receberam uma ligação" sobre um suposto cheiro de maconha, e portanto, isso lhes dava o direito de revirar as coisas de alguém prestes a morrer. Mas disseram que, caso maconha fosse achada, ele receberia uma citação, e não iria pra cadeia.

 


Nolan revela que usa óleo de CBD e cápsulas de THC, o que é legalizado no estado, mas os policiais dizem que precisam revirar tudo. Um dos policiais pergunta: "você acha que maconha vai salvar sua vida?". Nolan, um paciente terminal, responde: "que escolha eu tenho, cara?".

 


Após revistarem mochilas, um policial aponta uma sacola que não foi revistada. Nolan diz que não precisava, que ali dentro também estavam as suas cápsulas de THC (também legalizadas). O médico insiste, e Nolan se sente mal, dizendo que ali estão vários remédios e não quer ninguém mexendo ali.

 

Uma médica chega ao local perguntando se aquilo é realmente necessário, o homem começa a resistir mais veementemente, ela pede que ele pare de gravar.

 


"As coisas que pertencem aos meus últimos dias estão aí, e ninguém vai escavocar aí", disse ele. Mas após uma insistência mais veemente dos policiais, ele autoriza. O que parece ser uma enfermeira tira o celular do paciente e o filma, e a filmagem acaba. Nada de ilegal foi encontrado. A polícia, contatada pela Newsweek, se recusou a comentar.


E no fim, foi isso: a polícia praticando bullying contra um paciente terminal num quarto de hospital pelo suposto perigo dele estar ingerindo uma planta.