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Recepcionista receberá R$170.000 de indenização após colegas pularem vez dela de escolher sabor da pizza

 As imagens da publicação são ilustrativas

 

A agora ex-recepcionista de uma concessionária ficou absolutamente braba porque sua vez de escolher o sabor da pizza foi pulada. Malgorzata Lewicka alegou que foi deixada de fora da capacidade de decidir o sabor por decisão deliberada da gerência.




O pessoa da concessionária da Ford, em Hartwell, EUA, fazia uma vez por mês uma confraternizaçãozinha no fim do expediente, e sempre tinha um delivery diferente. Em cada mês era alguém que escolhia o que seria, como pizza (e também escolhia o sabor), ou então podia ser lanche, o que fosse.

 


Malgorzata, a recepcionista do local, esperava ansiosamente a sua vez. Pelo jeito ela seria a última, mas tudo bem, alguém teria que ser o último de um jeito ou de outro. Mas quando era pra ser sua vez, a lista rodou, e começou toda de novo, sem passar por ela.


Segundo a moça, isso foi uma vingancinha por parte da gerência após ela ter acusado um dos funcionários de assédio sexual. Além disso, há 3 anos ela fez uma reclamação formal sobre sua carga de horas e sobre seu pagamento.

 


Quanto à denúncia de assédio, uma investigação interna, na época, revelou que o funcionário em questão havia cometido "conduta grosseira", que não chega a ser classificada como assédio sexual, e por isso recebeu um "aviso final", ou seja, qualquer deslize dali pra frente acarretaria em demissão.


Após entrar com processo contra a concessionária, Malgorzata disse no tribunal que acreditava que por isso tenha sido excluída de fazer pedidos na confraternização da última sexta-feira de todo mês. 

 


A defesa da concessionária alegou que ela não era perguntada porque o turno dela ia até 1 da tarde, e a confraternização era depois. Mas a juíza não aceitou isso como desculpa, já que em 2019 ela começou a trabalhar até o fim da tarde.


A juiza Jennifer Bartlett disse entender que as confraternizações eram informais, e que eventos particulares não são obrigados a convidarem todo mundo, mas que por conta dos pedidos serem feitos durante o período de trabalho, aquilo de fato foi uma discriminação trabalhista, ou seja, pular a vez de Malgorzata pedir.

 


Por conta disso tudo, a concessionária foi condenada a pagar 32,600 dólares de indenização, ou 170.719 reais.


Fonte: Mirror UK