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Restaurante se recusa a pagar propina pra "União do Bambu" e eles soltam 1.000 baratas no estabelecimento

 

Repentinamente os clientes do G House, um chique restaurante de Taipei, se viram em meio a um pesadelo. Dois homens entraram correndo no lugar e jogaram dois sacos, cada um com cerca de 500 baratas, na recepção do local.




As baratas saíram correndo pra tudo quanto é lado, e logo estavam subindo pelas pernas dos clientes, pelas paredes, em cima da comida, ou seja, em todo lugar, enquanto mulheres desesperadas saíam correndo e o pessoal tentava conter a situação.


 

Nesse dia o restaurante estava dando um banquete pro pessoal "célebre" da cidade, e os figurões do Departamento de Polícia estavam lá. Chegaram até a cogitar a hipótese de ser um ataque direcionado contra a polícia, por conta disso.

 



Mas após a análise das câmeras de segurança, 5 suspeitos foram identificados e presos. Ou seja, os dois que entraram, dois que ficaram olhando pra ver se não viria ninguém e um motorista de fuga. A polícia descobriu que eles eram membros de um grupo criminoso que se auto-denomina "União do Bambu", e ninguém leva os caras a sério, tirando um pobre coitado ou outro.

 


O dono do restaurante se lembrou de ter sido chantageado por um dos membros da gangue, que alegou ele supostamente estar devendo certa grana pra eles. O empreendedor pouco se lixou pra eles, e então essa foi a retaliação mafiosa deles: 1.000 baratas, que compraram de uma loja que vende artigos pra aquarismo, não longe dali.

 


A polícia considerará o crime como "ato de violência", semelhante a quanto alguém joga um balde de tinta vermelha em alguém com casaco de pele, e determinará quem foi o mandante, pra processá-lo por aliciamento.


Fonte: Newsweek