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Streamer que causou morte de grávida após deixá-la no frio por dinheiro é condenado a 6 anos de prisão

 

Em dezembro de 2020 o Ovelhas contou a história de um streamer russo que trancou sua namorada pra fora, durante o rigoroso inverno do país, pra receber 1.000 dólares de um de seus telespectadores. A namorada estava grávida, e morreu.




Tudo foi gravado em vídeo e transmitido, e ele começa a chorar quando percebe que ela morreu. Era comum que os telespectadores pagassem em troca de abusos verbais contra Valentina Grigoryeva, de 28 anos. Durante o stream em que ela morre, por exemplo, ela é xingada de "prostituta" e "fedida".

 


"Gente...sem pulso...ela está pálida...ela não está respirando!", dizia Stanislav Reshetnyak, conforme percebia o que fez. O stream continuou, ele chorou, chamou uma ambulância e os paramédicos a declararam morta no local.

 


Inicialmente se pensava que ela tinha morrido pela simples hipotermia, mas após o laudo médico, foi descoberto que de fato o frio contribuiu, mas ferimentos em seu crânio facilitaram a morte. Ela tinha dano cerebral traumático e hemorragia cerebral, segundo o laudo.

 



Agora, quase 5 meses depois, um juiz condenou o streamer a 6 anos de prisão por homicídio culposo em uma prisão de segurança máxima. Inicialmente, antes da descoberta das lesões intra-cranianas, os procuradores queriam 2 anos de prisão.

 

O caso chamou a atenção no país para o "trash streaming", onde os streamers fazem literalmente qualquer coisa em troca de dinheiro. Agora, políticos do país estão trabalhando pra regulamentar essa área de transmissões ao vivo.

 


Alexey Pushkov, senador russo, pede a proibição total dos "trash streaming's".


Fonte: Moscow Times